Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.
Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.
O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.
O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.
No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.
Ele aproveita a presença de todos e diz:
- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.
Ele abre o bloco e lê em voz alta:
- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Juiz vai à Câmara Municipal de Cuba
Um juiz teve de ir tratar de uns assuntos à Câmara Municipal de Cuba.
Foi de comboio.
Chegado à estação de Cuba, não encontrou ninguém a quem perguntar onde era a câmara.
Apenas um alentejano se encontrava na estação, quase deitado num banco, meio dormitando, com o chapéu posto sobre os olhos e com as mãos nas algibeiras.
Não encontrando mesmo mais ninguém, o juiz resolveu perguntar ao alentejano:
- O senhor, por favor, podia indicar-me onde é a Câmara Municipal de Cuba?
O alentejano, praticamente sem se mexer e sem falar, abanou apenas a ponta do pé indicando a direção.
O juiz, espantado, disse:
- Nunca vi tamanha prova de preguiça na minha vida! Se me der outra demonstração dessas dou-lhe cinquenta euros!
O alentejano respondeu:
- Meta-os aqui na algibeira.
Foi de comboio.
Chegado à estação de Cuba, não encontrou ninguém a quem perguntar onde era a câmara.
Apenas um alentejano se encontrava na estação, quase deitado num banco, meio dormitando, com o chapéu posto sobre os olhos e com as mãos nas algibeiras.
Não encontrando mesmo mais ninguém, o juiz resolveu perguntar ao alentejano:
- O senhor, por favor, podia indicar-me onde é a Câmara Municipal de Cuba?
O alentejano, praticamente sem se mexer e sem falar, abanou apenas a ponta do pé indicando a direção.
O juiz, espantado, disse:
- Nunca vi tamanha prova de preguiça na minha vida! Se me der outra demonstração dessas dou-lhe cinquenta euros!
O alentejano respondeu:
- Meta-os aqui na algibeira.
Filhos sem nada para comer
Havia uma família em que o marido chegava a casa e os filhos estavam todos a chorar com fome.
E a mulher dizia sempre assim:
- Então Joaquim, o que trouxestes hoje para a gente comer?
- Não trouxe nada!
- Então os miúdos estão a chorar com fome?!
- Espera aí, que eu vou já resolver! Chama lá o mais pequeno!
Ele puxa uma cadeira, põe o miúdo ao colo e diz:
- Então filho?! O que é que dizias agora a um bife com batatas fritas?
- Aí, meu pai! Era tão bom!
- Ah, então depois uma sopa assim bem quentinha?!
- Aí, era uma maravilha!
- Ah, e depois da sopa assim um gelado?!
O miúdo não disse nada.
O homem, ao ver que este já estava a dormir diz:
- Maria, traz-me o outro que este já jantou!
E a mulher dizia sempre assim:
- Então Joaquim, o que trouxestes hoje para a gente comer?
- Não trouxe nada!
- Então os miúdos estão a chorar com fome?!
- Espera aí, que eu vou já resolver! Chama lá o mais pequeno!
Ele puxa uma cadeira, põe o miúdo ao colo e diz:
- Então filho?! O que é que dizias agora a um bife com batatas fritas?
- Aí, meu pai! Era tão bom!
- Ah, então depois uma sopa assim bem quentinha?!
- Aí, era uma maravilha!
- Ah, e depois da sopa assim um gelado?!
O miúdo não disse nada.
O homem, ao ver que este já estava a dormir diz:
- Maria, traz-me o outro que este já jantou!
Alentejano responde a questão num concurso na TV
Um alentejano vai a um concurso de televisão e o apresentador pergunta:
- Como se chamam os habitantes de Évora?
O alentejano pensa, pensa, pensa… e finalmente diz:
- Quer dizer… Todos, todos, não sei…
- Como se chamam os habitantes de Évora?
O alentejano pensa, pensa, pensa… e finalmente diz:
- Quer dizer… Todos, todos, não sei…