Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.
Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.
O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.
O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.
No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.
Ele aproveita a presença de todos e diz:
- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.
Ele abre o bloco e lê em voz alta:
- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Tudo é relativo
Um macaquinho perguntou à mãe:
- Ó mãe! Porque somos tão feios?
A mãe respondeu:
- Filho, deves agradecer a Deus por sermos assim. Devias ver a pessoa que está a ler esta anedota.
- Ó mãe! Porque somos tão feios?
A mãe respondeu:
- Filho, deves agradecer a Deus por sermos assim. Devias ver a pessoa que está a ler esta anedota.
Não tenho rolo!
Vai um homem à caça com a sua sogra.
Já na mata, e de repente, um urso sai de um arbusto e ataca violentamente a sogra.
Esta gritava desesperadamente:
- Dispara!… Dispara!…
- Não tenho rolo! - gritou o genro…
Já na mata, e de repente, um urso sai de um arbusto e ataca violentamente a sogra.
Esta gritava desesperadamente:
- Dispara!… Dispara!…
- Não tenho rolo! - gritou o genro…
Já sei andar de bicicleta
O Joãozinho diz à mãe:
- Mãe, hoje vou aprender a andar de bicicleta!
A mãe concordou.
Lá foi o Joãozinho todo contente.
Passado algum tempo chama pela mãe e grita:
- Mãe, olha, eu sem mãos!
Passado mais um bocado, grita:
- Mãe, olha, eu sem pés!
Passado outro bocado diz ele:
- Mãe, olha, eu sem dentes!
- Mãe, hoje vou aprender a andar de bicicleta!
A mãe concordou.
Lá foi o Joãozinho todo contente.
Passado algum tempo chama pela mãe e grita:
- Mãe, olha, eu sem mãos!
Passado mais um bocado, grita:
- Mãe, olha, eu sem pés!
Passado outro bocado diz ele:
- Mãe, olha, eu sem dentes!