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Anedotas de Ignorância

Últimas palavras

Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.

Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.

O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.

O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.

No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.

Ele aproveita a presença de todos e diz:

- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.

Ele abre o bloco e lê em voz alta:

- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!

Mais anedotas de Ignorância

Médico brilhante

Um médico, que não conseguia encontrar emprego, abre uma clínica e coloca uma placa a dizer: "Tenha o tratamento que precisa por 20 euros. Se não ficar curado, dou 100 euros".

Um homem passa pela clínica, e ao ler a placa pensa que é uma grande oportunidade de ganhar 100 euros e entra na clínica.

O homem diz o problema:

- Eu perdi o meu sentido do paladar.

Ao que o médico diz:

- Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente.

Ao que o homem responde:

- Credo, isto é apenas xarope para a tosse!

O médico então diz:

- Parabéns, o seu paladar foi restaurado. Dê-me 20 euros.

O homem acaba por ficar irritado, e volta depois de alguns dias para recuperar o seu dinheiro:

- Eu perdi a minha memória, já não me lembro de nada.

O médico:

- Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente.

O homem:

- Mas aquilo é o xarope para a tosse de novo. Você deu-me isso da última vez para restaurar o meu paladar!

O médico:

- Parabéns, você recuperou a sua memória. Dê-me 20 euros.

O homem, já fumegante, paga o chinês, e volta uma semana mais tarde determinado a ganhar os 100 euros.

O homem:

- A minha visão está muito fraca, e eu não consigo ver nada.

O médico:

- Bem, eu não tenho nenhum remédio para isso, sendo assim tome 100 euros.

O homem:

- Mas isto é uma nota de 20 euros!

O médico:

- Parabéns, a sua visão foi restaurada. Dê-me os 20 euros.

Qual peixe?

Havia uma pessoa que adorava pescar num rio perto da sua casa.

Já lá ia durante muitos anos, até que certo dia ao chegar ao local depara-se com um sinal a proibir a pesca naquela zona, mas como já pescava por ali durante tanto tempo acabou por ignorar o sinal e deu início à pesca.

Algumas horas mais tarde, já com alguns peixes no seu balde, aparece um agente da GNR:

- Boa tarde, o senhor tem conhecimento da proibição de pesca neste local?

- Por acaso sim sabia, mas eu também não estou a pescar.

- Não? E esses peixes aí no balde, são o quê?

- Eu ando a treinar estes peixes. Eu atiro-os ao rio e assim que assobiar, eles nadam até mim e saltam para o balde.

O agente da GNR, intrigado e a rir, comenta:

- Gostaria de ver isso!

Então o pescador acaba por atirar o peixe de volta ao rio e o agente fica à espera.

Alguns minutos depois o agente pergunta:

- Então?! Não vai chamar o peixe de volta?

Ao que o pescador responde:

- Peixe? Qual peixe?

Coitado do ladrão

Um homem rindo às gargalhadas conta para o amigo:

- Hoje às 3 da manhã entrou um ladrão em casa!

O amigo diz:

- A sério?! Mas um ladrão entrou na tua casa e estás a rir? E o que é que ele levou?

E o homem responde:

- Levou porrada da minha mulher! Achou que era eu a chegar bêbado!