Um empresário encontra o amigo Ministro:
- Então, pá? Há quanto tempo?!
- Olha, olha… Está tudo bem?!
- Nem por isso. O meu filho está desempregado. Eras homem para desenrascar o miúdo?
- E que habilitações ele tem?
- Tem o 12.º completo.
- E o que ele sabe fazer?
- Nada. Sabe ir para a discoteca e deitar-se às tantas da manhã!
- Posso arranjar-lhe um lugar como assessor. Fica a ganhar 4.000 euros. Agrada-te?
- Isso é muito dinheiro. Com a cabeça que ele tem, era uma desgraça…
- E um lugar de secretário? Ganha 3.000.
- Ainda é muito. Não tens nada para 600 euros?
- Eh, pá… Para esse ordenado tem de ser licenciado, falar Inglês, dominar informática e tem que ir a concurso.
Anedotas de Políticos
Mais anedotas de Políticos
Demasiado poder
Um comandante, achando que os seus subordinados não estavam a respeitar a sua liderança, resolveu colocar a seguinte placa na porta do seu gabinete, logo que chegou pela manhã:
- "Aqui quem manda sou eu!"
Ao voltar de uma reunião, encontrou o seguinte bilhete junto à placa:
- "Sua esposa ligou e disse para o senhor levar a placa dela de volta para casa."
- "Aqui quem manda sou eu!"
Ao voltar de uma reunião, encontrou o seguinte bilhete junto à placa:
- "Sua esposa ligou e disse para o senhor levar a placa dela de volta para casa."
Uma simples boleia
Uma freira estava andando pela rua quando de repente uma loira lhe ofereceu boleia.
Muito agradecida, ela aceitou e entrou no carro.
Um reluzente carro desportivo vermelho com estofo de couro.
- Que belo carro a senhora tem - comentou a irmã - deve ter trabalhado ardentemente para tê-lo comprado, não é mesmo?
- Não foi bem assim não, irmã - respondeu a loira - na verdade eu ganhei de um empresário que dormiu comigo por um tempo!
A freira não diz nada.
Então ela olha para o banco traseiro e vê um belo casaco de vison…
- O seu casaco de peles é muito bonito! Deve ter custado uma fortuna, não?
- Na verdade não me custou muito… Ganhei por causa de algumas noites que eu passei com um jogador de futebol…
Então a freira não falou mais nada durante toda a viagem.
Chegando ao convento ela foi para o quarto e de repente alguém bate na porta.
- Quem é?
- Sou eu! O Padre Osvaldo!
- Vai-te lixar, tu e as tuas pastilhas de menta!
Muito agradecida, ela aceitou e entrou no carro.
Um reluzente carro desportivo vermelho com estofo de couro.
- Que belo carro a senhora tem - comentou a irmã - deve ter trabalhado ardentemente para tê-lo comprado, não é mesmo?
- Não foi bem assim não, irmã - respondeu a loira - na verdade eu ganhei de um empresário que dormiu comigo por um tempo!
A freira não diz nada.
Então ela olha para o banco traseiro e vê um belo casaco de vison…
- O seu casaco de peles é muito bonito! Deve ter custado uma fortuna, não?
- Na verdade não me custou muito… Ganhei por causa de algumas noites que eu passei com um jogador de futebol…
Então a freira não falou mais nada durante toda a viagem.
Chegando ao convento ela foi para o quarto e de repente alguém bate na porta.
- Quem é?
- Sou eu! O Padre Osvaldo!
- Vai-te lixar, tu e as tuas pastilhas de menta!
Presidente da República e a tragédia
O Presidente da República faz uma visita a uma escola e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras.
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!