Após testar por uma semana o novo aparelho auditivo, o idoso regressa ao médico.
- O senhor está gostando do aparelho? - pergunta o médico.
- Está funcionando que é uma maravilha - responde o senhor.
O médico pergunta:
- E o que é que a sua família achou de o senhor voltar a ouvir?
E o senhor responde:
- Bem, eu ainda não contei a eles, mas já mudei o meu testamento três vezes.
Anedotas de Idosos
Mais anedotas de Idosos
O que é que tinha?
Uma loira encontra-se com uma velha amiga, e esta lhe diz:
- Olá! Há quanto tempo! Como vais, minha querida?
A loira responde:
- Vou muito mal!
A amiga pergunta:
- O que foi que aconteceu?
A loira diz:
- O meu marido morreu na semana passada!
Horrorizada, a amiga diz:
- Não me digas, os meus sentimentos! O que é que ele tinha?
Triste, a loira responde:
- Infelizmente, pouca coisa. Uma casa, duas lojas no centro da cidade e um terreno na aldeia natal!
- Olá! Há quanto tempo! Como vais, minha querida?
A loira responde:
- Vou muito mal!
A amiga pergunta:
- O que foi que aconteceu?
A loira diz:
- O meu marido morreu na semana passada!
Horrorizada, a amiga diz:
- Não me digas, os meus sentimentos! O que é que ele tinha?
Triste, a loira responde:
- Infelizmente, pouca coisa. Uma casa, duas lojas no centro da cidade e um terreno na aldeia natal!
O inferno perfeito
Um homem pacato, morre e vai para o inferno.
Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e ele decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.
Primeiro, ele vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:
- O que fazem aqui?
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.
Ele passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.
Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola, era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.
Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e lhe respondem:
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põe-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:
- Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?
- Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.
Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e ele decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.
Primeiro, ele vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:
- O que fazem aqui?
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.
Ele passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.
Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola, era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.
Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e lhe respondem:
- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põe-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:
- Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?
- Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.
Este pão é de hoje?
- Este pão é de hoje?
- Não senhor! É de ontem!
- E este?
- Não! Também é de ontem!
- O que tem um homem de fazer para comer um pão de hoje neste café?
- Venha cá amanhã!
- Não senhor! É de ontem!
- E este?
- Não! Também é de ontem!
- O que tem um homem de fazer para comer um pão de hoje neste café?
- Venha cá amanhã!