Uma vez perguntaram a um velho milionário que vivia cercado de belas mulheres o seguinte:
- O senhor acha mesmo que essas mulheres gostam de você?
E ele respondeu:
- Meu amigo, eu gosto muito de camarão, e quando peço um prato eu não pergunto se o camarão gosta de mim. Eu simplesmente como e depois pago.
Anedotas de Idosos
Mais anedotas de Idosos
Têm de me ajudar
Um rapaz morava no 15.º andar de um prédio.
Certo dia a sua sogra teve um ataque de nervos e queria se matar.
Ele corre com o telemóvel:
- Pelo amor de Deus, alguém tem de me ajudar! A minha sogra quer se atirar pela janela do apartamento!
Do outro lado da linha respondem:
- Meu senhor, o senhor deve estar enganado, aqui é uma carpintaria.
E o rapaz:
- Eu sei! A janela não está a abrir!
Certo dia a sua sogra teve um ataque de nervos e queria se matar.
Ele corre com o telemóvel:
- Pelo amor de Deus, alguém tem de me ajudar! A minha sogra quer se atirar pela janela do apartamento!
Do outro lado da linha respondem:
- Meu senhor, o senhor deve estar enganado, aqui é uma carpintaria.
E o rapaz:
- Eu sei! A janela não está a abrir!
Primeiro mulheres e crianças
Alta noite, um bêbado caiu numa poça de água.
Passou um polícia que tentou ajudá-lo, mas o bêbado disse:
- Salvem primeiro as mulheres e as crianças, que eu sei nadar!
Passou um polícia que tentou ajudá-lo, mas o bêbado disse:
- Salvem primeiro as mulheres e as crianças, que eu sei nadar!
O que foi que eu fiz!
De repente, no carro, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se!
Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido.
Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.
O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.
Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de pão e água para o acidentado.
No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência.
Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o passarinho põe as asas na cabeça e grita:
- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!
Pelo retrovisor, ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido.
Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.
O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto.
Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratada e medicada, comprou uma gaiolinha e levou-a para casa, tendo o cuidado de deixar um pouco de pão e água para o acidentado.
No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência.
Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com um pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o passarinho põe as asas na cabeça e grita:
- Porra, estou tramado! Matei o gajo da mota!