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Anedotas de Ignorância

Que pena!

Duas amigas encontram-se no céu e uma pergunta para a outra:

- Como morreste?

- Congelada.

- Ai que horror! Deve ter sido horrível! Como é morrer congelada?

- É péssimo: primeiro são os arrepios, depois as dores nos dedos das mãos e dos pés, tudo a congelar! Mas, depois veio um sono muito forte. E depois perdi a consciência! E tu, como morreste?

- Eu? De ataque cardíaco. Eu estava desconfiada que o meu marido me traía. Um dia cheguei a casa mais cedo! Corri até ao quarto e ele estava na cama, calmamente a ver televisão. Desconfiada, corro até à cave, para ver se encontrava alguma mulher escondida, mas não encontrei ninguém. Corri até ao segundo andar, mas também não vi ninguém. Subi até ao sótão e, ao subir as escadas, esbaforida, tive um ataque cardíaco e caí morta!

- Oh, que pena! Se tivesses procurado na arca congeladora, estaríamos ambas vivas!

Mais anedotas de Ignorância

O acidente

Uma loira estava a passear e viu um acidente de alguém que tinha sido atropelado.

Esta queria ver mais perto mas estava lá muita gente, e então começou a gritar:

- Sou parente da vítima, sou parente da vítima! Deixem passar, sou parente da vítima!

Depois, quando finalmente chegou mais perto, reparou que afinal quem tinha sido atropelado tinha sido um burro.

Como conseguiu?

Num tribunal, pergunta o juiz:

- Então, explique-me como conseguiu arrombar o cofre.

Diz o ladrão:

- Não vale a pena tentar, senhor doutor juiz.

- Não vale? Para seu bem, é melhor que o diga! - avisa o juiz.

E diz o ladrão:

- Não é isso, o senhor é que nunca será capaz de o fazer…

Escrevendo uma carta

O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:

- "Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta."

Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:

- Para quem é essa carta?

- Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.

- E o que está escrito nela?

- Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!