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Anedotas de Ignorância

Que pena!

Duas amigas encontram-se no céu e uma pergunta para a outra:

- Como morreste?

- Congelada.

- Ai que horror! Deve ter sido horrível! Como é morrer congelada?

- É péssimo: primeiro são os arrepios, depois as dores nos dedos das mãos e dos pés, tudo a congelar! Mas, depois veio um sono muito forte. E depois perdi a consciência! E tu, como morreste?

- Eu? De ataque cardíaco. Eu estava desconfiada que o meu marido me traía. Um dia cheguei a casa mais cedo! Corri até ao quarto e ele estava na cama, calmamente a ver televisão. Desconfiada, corro até à cave, para ver se encontrava alguma mulher escondida, mas não encontrei ninguém. Corri até ao segundo andar, mas também não vi ninguém. Subi até ao sótão e, ao subir as escadas, esbaforida, tive um ataque cardíaco e caí morta!

- Oh, que pena! Se tivesses procurado na arca congeladora, estaríamos ambas vivas!

Mais anedotas de Ignorância

A venda do carro

Uma loira quer vender um carro, porque está com muitas dificuldades financeiras, mas o conta-quilómetros indicava 200 mil km.

Então foi pedir ajuda a uma amiga e ela disse que o marido era mecânico, e podia pôr o conta-quilómetros a indicar 50 mil km em vez de 200 mil km.

Na semana seguinte, a amiga perguntou-lhe:

- Então, já vendeste o carro?

- Mas tu estás doida? Agora que só tem 50 mil km, fico com ele!

Refrigerantes

Uma loira entra num casino e, logo à entrada, vê uma máquina de refrigerantes.

Mete uma moeda de 50 cêntimos e sai uma lata de refrigerante.

Mete outra e sai outra lata, e assim sucessivamente.

Entretanto, um homem chega e diz-lhe:

- Desculpe lá, mas a senhora vai beber isso tudo?

Ela responde:

- Schiu, não me interrompa que estou a ganhar!

Final feliz

Um homem e uma mulher se envolvem num acidente de grandes proporções: os carros são inteiramente destruídos, mas, por sorte, nenhum dos dois fica ferido.

Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:

- Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente destes! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida!

- Concordo - responde o homem - isto deve ser um sinal divino!

A mulher continua:

- E olha só, um outro milagre: o meu carro ficou totalmente destruído, mas esta garrafa de uísque não partiu! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.

E ela entrega a garrafa ao homem.

Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente da garrafa e devolve o frasco à mulher.

Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem.

Ele não entende o gesto e pergunta:

- Você não vai querer beber?

- Não! Eu vou esperar que a polícia chegue com o bafômetro…