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Anedotas de Ignorância

Que pena!

Duas amigas encontram-se no céu e uma pergunta para a outra:

- Como morreste?

- Congelada.

- Ai que horror! Deve ter sido horrível! Como é morrer congelada?

- É péssimo: primeiro são os arrepios, depois as dores nos dedos das mãos e dos pés, tudo a congelar! Mas, depois veio um sono muito forte. E depois perdi a consciência! E tu, como morreste?

- Eu? De ataque cardíaco. Eu estava desconfiada que o meu marido me traía. Um dia cheguei a casa mais cedo! Corri até ao quarto e ele estava na cama, calmamente a ver televisão. Desconfiada, corro até à cave, para ver se encontrava alguma mulher escondida, mas não encontrei ninguém. Corri até ao segundo andar, mas também não vi ninguém. Subi até ao sótão e, ao subir as escadas, esbaforida, tive um ataque cardíaco e caí morta!

- Oh, que pena! Se tivesses procurado na arca congeladora, estaríamos ambas vivas!

Mais anedotas de Ignorância

O julgamento da toupeira

Um dia na floresta houve um julgamento de uma toupeira que acabou condenada à morte.

Quando o dia da execução chegou, perguntaram-lhe:

- Tem algum último desejo?

Ao que a toupeira respondeu:

- Enterrem-me viva!

Cadeiras

O Joãozinho pergunta ao pai:

- Pai, como é que um bêbado se sente?

O pai responde:

- Filho, vê aquelas duas cadeiras ali à frente. Um bêbado veria quatro cadeiras.

E o Joãozinho responde:

- Mas pai, ali só está uma cadeira!

Problemas pouco saudáveis

Um grande apreciador de copos vai ao médico, acompanhado da sua mulher.

Explica o homem:

- Doutor, sinto náuseas, dores no corpo, boca seca…

- Você fuma? - pergunta o médico.

Diz o homem:

- Uns cinquenta cigarros por dia!

- Ah! Aí está o problema - interrompeu o médico - Pare de fumar imediatamente e voltará a ter uma saúde de ferro!

Já fora do consultório a sua mulher o interpela:

- Tu nunca fumaste um único cigarro. Porque é que mentiste?

Explica o homem:

- Se eu dissesse que não fumava ele iria perguntar se eu bebia, e aí, meu Deus, lá se ia os vinhos, cervejas!