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Anedotas de Ignorância

Metades

Um tipo encontra um amigo que lhe devia uma certa importância em dinheiro e diz-lhe:

- Mais vale perder algum dinheiro, que perder um amigo. E, para que vejas como estou a ser sincero, eu esqueço metade da importância que me deves.

O outro:

- Obrigado! De facto, os verdadeiros amigos são mesmo assim! E eu, como não quero ficar atrás, também esqueço a outra metade!

Mais anedotas de Ignorância

Comer menos

O João tinha acabado de tirar o curso de médico e foi aprender com um médico profissional. Quando vão para fazer a primeira consulta, o médico diz:

- Vê como eu faço a consulta para tu aprenderes.

Entram na casa de uma idosa e o médico pergunta:

- O que é que a senhora tem?

- Tenho dores de cabeça e de estômago - responde a idosa.

- A senhora come muitas bananas, não come? - pergunta o médico.

- Sim, como.

- Então vai ter de comer menos - diz o médico.

Saem de casa da senhora e o João, curioso como sempre, pergunta ao médico como sabia que a senhora comia muitas bananas.

- Quando eu deixei cair a caneta, vi que no balde do lixo estavam lá cinco cascas de banana.

- Está bem - diz o João - para a próxima faço eu a consulta.

Foram a casa de uma senhora acamada e o João pergunta:

- O que é que tem?

- Dói-me o corpo todo - diz a senhora.

- A senhora vai muitas vezes à missa, não vai?

- Vou.

- Então vai ter de ir menos vezes.

Fora da casa da senhora o médico pergunta ao João como é que sabia que a senhora ia muitas vezes à missa.

- É que, quando eu deixei cair a caneta, vi o padre debaixo da cama.

Funeral da sogra

A sogra morre e o genro liga para a funerária perguntando quanto seria o total do serviço funerário.

- 10.000 euros! - responde o atendente.

- Mas porque é tão caro assim? - pergunta o genro.

- Foi porque o senhor pediu muitas coisas. Se tirarmos o churrasco, as bebidas, os doces, os salgadinhos e o karaoke, fica muito mais barato.

Se não é uma, é outra!

O Joãozinho pergunta à mãe:

- Mãe, posso fazer-te uma pergunta?

- Claro que sim, filho.

- Preferias que eu partisse a perna ou o vaso de prata?

- Que pergunta tão tola, Joãozinho. Claro que preferia que partisses o vaso de prata.

- Então podes ficar contente!

- Porquê?

- Porque eu não parti a perna.