Anedotas Club

Anedotas de Ignorância

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Metades

Um tipo encontra um amigo que lhe devia uma certa importância em dinheiro e diz-lhe:

- Mais vale perder algum dinheiro, que perder um amigo. E, para que vejas como estou a ser sincero, eu esqueço metade da importância que me deves.

O outro:

- Obrigado! De facto, os verdadeiros amigos são mesmo assim! E eu, como não quero ficar atrás, também esqueço a outra metade!

Mais anedotas de Ignorância

Mesmo ninguém?

Um tipo fez análise durante cinco anos, até que descobriu que ele, o pai, o avô e os cinco tios tinham tendências homossexuais. O psicólogo estupefacto perguntou-lhe:

- Mas não há ninguém na sua família que goste de mulheres?

- Claro que há! As minhas quatro irmãs!

Quer emagrecer?

Um jovem que queria emagrecer decide ir ao médico.

Ele diz:

- Sr. Doutor, eu quero emagrecer e preciso muito da sua ajuda da sua ajuda!

Ao que o médico diz:

- Isso é fácil, basta abanar a cabeça da esquerda para a direita e vice-versa.

Ele, estranhando, pergunta:

- Quantas vezes? E porquê?

- De forma a rejeitar sempre que lhe derem comida.

O inferno perfeito

Um homem pacato, morre e vai para o inferno.

Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e ele decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.

Primeiro, ele vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:

- O que fazem aqui?

- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.

O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno. Ele passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.

Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola, era tão longa que fazia lembrar a missa do papa na cimangola.

Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e lhe respondem:

- Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põe-te numa cama de pregos por mais uma hora e por fim o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.

Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:

- Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?

- Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.