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Anedotas de Ignorância

Ausências

Diz o chefe da repartição pública para a sua nova secretária particular:

- Espero que, nas minhas ausências esporádicas, a senhora não fique para aí de braços cruzados.

A funcionária:

- Ah, não senhor! Isto agora com os telemóveis nunca nos aborrecemos…

Mais anedotas de Ignorância

Podemos escolher?

Um muçulmano durante o período do Ramadão senta-se junto a um alentejano num voo.

Quando o avião desloca começam a servir as bebidas aos passageiros.

O alentejano pede um tinto de Borba reserva.

A hospedeira depois de servir o vinho pergunta ao muçulmano se quer beber alguma coisa.

Este responde com ar ofendido:

- Prefiro ser raptado por dezenas de mulheres da Babilónia antes que uma gota de álcool toque nos meus lábios.

- O alentejano engasgando-se, devolve rapidamente o copo de tinto à hospedeira e diz:

- Eu também prefiro. Não sabia é que se podia escolher!

Maldita carne!

A esposa, grávida, acorda durante a noite e chama o marido:

- Amor… amor!

- O quê?!

- Acorda!

- O que é?!

- Acorda!

Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:

- O que é que aconteceu?!

- Estou com um desejo.

- Desejo?

- Sim… de comer carne de corvo!

- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?

- Vai ao zoo.

- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.

- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.

Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.

Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:

- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.

A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:

- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.

Velhote de gatas

Estava um velhote de gatas pelo chão quando um jovem se aproxima e lhe pergunta:

- O senhor perdeu alguma coisa?

- Perdi, sim. Um caramelo.

- Um caramelo? E anda aí de gatas há cinco minutos por causa de um caramelo? Não pode comprar outro?

- Mas este é especial…

- Especial? Como é que um caramelo pode ser especial?

- É que este tem os meus dentes lá agarrados!