O pai fala para o filho:
- Filho! Põe a sela no cavalo velho para mim!
- Ah, pai… Mas por que você vai com o cavalo velho?
- É que eu acho que nós temos que gastar as coisas velhas primeiro!
- Então por que o senhor não vai a pé?
Anedotas de Família
Mais anedotas de Família
Um encontro
Jesus e Moisés encontram-se, mas não se reconhecem.
- Quem és tu?
- Eu sou Moisés!
- Então prova-o!
Moisés aproxima-se de um rio e afasta as águas.
- Vês?
- Ah, és Moisés, sim. Olha, eu sou Jesus.
- Então prova-o!
Jesus aproxima-se do rio e caminha em direção à água, mas vai ao fundo.
Moisés ajuda-o a sair da água e diz-lhe:
- Ah, afinal não és Jesus!
- Sou, sou! Só que desde que me fizeram estes buracos nos pés que tem sido complicado.
- Quem és tu?
- Eu sou Moisés!
- Então prova-o!
Moisés aproxima-se de um rio e afasta as águas.
- Vês?
- Ah, és Moisés, sim. Olha, eu sou Jesus.
- Então prova-o!
Jesus aproxima-se do rio e caminha em direção à água, mas vai ao fundo.
Moisés ajuda-o a sair da água e diz-lhe:
- Ah, afinal não és Jesus!
- Sou, sou! Só que desde que me fizeram estes buracos nos pés que tem sido complicado.
O mais importante!
Quando o Papa veio em visita ao Brasil, uma noite estava meio sem ter o que fazer, desceu escondido e entrou na limusina posta à sua disposição.
O motorista, que estava descansando no banco traseiro tomou um susto.
- Sua santidade, me desculpe. Onde posso levá-lo?
- Fique à vontade meu filho. Estou querendo dirigir, coisa que nunca me deixam.
E lá se foi a limusina com o Papa na direção.
Avenida larga, o Papa pisou fundo no acelerador.
Um policial vendo a limusina acima da velocidade permitida intercetou-a com a motocicleta.
Com a limusina parada, o policial aproximou-se e bateu na janela do motorista.
O Papa de imediato a abriu.
O policial deu uma olhada, mandou o Papa aguardar e voltou à moto.
Ligou o rádio para a Central.
- Alô central. Eu intercetei uma limusina com a pessoa mais importante do mundo e não sei o que fazer.
- Certo, entraremos em contacto com a embaixada americana e resolveremos esse problema com o Presidente.
- Não, central, não é o Presidente, é muito mais importante.
- O que foi que o Bill Gates andou aprontando? Apreenda a limusina que dinheiro para esse cara não quer dizer nada.
- Não, não é o Gates, central. É o cara mais importante do mundo "mesmo"!
- Mas que droga. Afinal quem foi que você parou?
- Só para vocês terem ideia, o motorista dele é o Papa.
O motorista, que estava descansando no banco traseiro tomou um susto.
- Sua santidade, me desculpe. Onde posso levá-lo?
- Fique à vontade meu filho. Estou querendo dirigir, coisa que nunca me deixam.
E lá se foi a limusina com o Papa na direção.
Avenida larga, o Papa pisou fundo no acelerador.
Um policial vendo a limusina acima da velocidade permitida intercetou-a com a motocicleta.
Com a limusina parada, o policial aproximou-se e bateu na janela do motorista.
O Papa de imediato a abriu.
O policial deu uma olhada, mandou o Papa aguardar e voltou à moto.
Ligou o rádio para a Central.
- Alô central. Eu intercetei uma limusina com a pessoa mais importante do mundo e não sei o que fazer.
- Certo, entraremos em contacto com a embaixada americana e resolveremos esse problema com o Presidente.
- Não, central, não é o Presidente, é muito mais importante.
- O que foi que o Bill Gates andou aprontando? Apreenda a limusina que dinheiro para esse cara não quer dizer nada.
- Não, não é o Gates, central. É o cara mais importante do mundo "mesmo"!
- Mas que droga. Afinal quem foi que você parou?
- Só para vocês terem ideia, o motorista dele é o Papa.
Um bom negócio!
Disseram a um alentejano que a água do mar fazia bem às varizes.
O homem foi à praia e encheu um garrafão.
Ao passar pelo nadador-salvador, perguntou-lhe:
- Quanto é?
O nadador-salvador, na brincadeira, responde-lhe:
- Cinquenta cêntimos!
O alentejano paga e vai-se embora.
Passados uns dias o alentejano passa novamente pela praia quando a maré estava baixa e exclama:
- Eh, lá… Isto é que é negócio!
O homem foi à praia e encheu um garrafão.
Ao passar pelo nadador-salvador, perguntou-lhe:
- Quanto é?
O nadador-salvador, na brincadeira, responde-lhe:
- Cinquenta cêntimos!
O alentejano paga e vai-se embora.
Passados uns dias o alentejano passa novamente pela praia quando a maré estava baixa e exclama:
- Eh, lá… Isto é que é negócio!