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Anedotas de Ignorância

Final feliz

Um homem e uma mulher se envolvem num acidente de grandes proporções: os carros são inteiramente destruídos, mas, por sorte, nenhum dos dois fica ferido.

Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:

- Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente destes! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida!

- Concordo - responde o homem - isto deve ser um sinal divino!

A mulher continua:

- E olha só, um outro milagre: o meu carro ficou totalmente destruído, mas esta garrafa de uísque não partiu! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.

E ela entrega a garrafa ao homem.

Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente da garrafa e devolve o frasco à mulher.

Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem.

Ele não entende o gesto e pergunta:

- Você não vai querer beber?

- Não! Eu vou esperar que a polícia chegue com o bafômetro…

Mais anedotas de Ignorância

Um belo dia na piscina!

Certo dia, num hospício, o diretor vai ao pé de um enfermeiro e diz:

- O hospício está superlotado, vamos ter que fazer uma seleção para decidir quem está bom para ir embora.

Então o enfermeiro e o diretor vão ao pátio onde estavam todos os loucos na hora do recreio e os observam.

Os loucos estavam todos na caixa de areia, e o diretor perguntou ao enfermeiro:

- O que é que eles estão fazendo?

O enfermeiro responde:

- Eles estão brincando de piscina! Repare bem, aquele está nadando de borboleta, mas já este é de costas.

O diretor meio confuso repara que havia um louco que estava só no cantinho olhando para todos e pergunta ao enfermeiro:

- E aquele o que faz?

- Aquele é o salva-vidas!

Resposta correta

O professor diz aos alunos:

- Hoje estou feliz, e por isso, quem responder corretamente à próxima pergunta que eu farei, pode sair de imediato.

Ouvindo isto, o Joãozinho, traquinas como é, atira o lápis para o fundo da sala!

- Quem é que fez isso? - pergunta o professor.

- Fui eu! - responde o Joãozinho - sempre já posso sair?

Últimas palavras

Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.

Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.

O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.

O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.

No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.

Ele aproveita a presença de todos e diz:

- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.

Ele abre o bloco e lê em voz alta:

- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!