Um homem e uma mulher se envolvem num acidente de grandes proporções: os carros são inteiramente destruídos, mas, por sorte, nenhum dos dois fica ferido.
Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:
- Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente destes! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida!
- Concordo - responde o homem - isto deve ser um sinal divino!
A mulher continua:
- E olha só, um outro milagre: o meu carro ficou totalmente destruído, mas esta garrafa de uísque não partiu! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.
E ela entrega a garrafa ao homem.
Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente da garrafa e devolve o frasco à mulher.
Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem.
Ele não entende o gesto e pergunta:
- Você não vai querer beber?
- Não! Eu vou esperar que a polícia chegue com o bafômetro…
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Como conseguiu?
Num tribunal, pergunta o juiz:
- Então, explique-me como conseguiu arrombar o cofre.
Diz o ladrão:
- Não vale a pena tentar, senhor doutor juiz.
- Não vale? Para seu bem, é melhor que o diga! - avisa o juiz.
E diz o ladrão:
- Não é isso, o senhor é que nunca será capaz de o fazer…
- Então, explique-me como conseguiu arrombar o cofre.
Diz o ladrão:
- Não vale a pena tentar, senhor doutor juiz.
- Não vale? Para seu bem, é melhor que o diga! - avisa o juiz.
E diz o ladrão:
- Não é isso, o senhor é que nunca será capaz de o fazer…
Com que então, com que então!
Um senhor já de idade estava lendo o seu jornal sentado na cadeira de balanço na varanda da sua casa.
De repente chega a sua mulher e mete a panela bem forte na cabeça de seu marido.
- Páaaaaaaaaaaaaaa!
Ele assustado pergunta:
- Mas o que foi?!
Ela responde:
- O que era aquele papel escrito com números e o nome de uma mulher chamada Marylu?
Ele explica:
- Mas amor do meu coração! Não te lembras daquele dia?
- Qual dia?
- Aquele em que apostei num cavalo!
- E então?
- O número era da quantia e o nome era do cavalo!
- Desculpa, por favor!
Passa alguns dias e ela volta a bater com a panela na cabeça dele!
- Então pá?!
- O cavalo está-te a ligar!
De repente chega a sua mulher e mete a panela bem forte na cabeça de seu marido.
- Páaaaaaaaaaaaaaa!
Ele assustado pergunta:
- Mas o que foi?!
Ela responde:
- O que era aquele papel escrito com números e o nome de uma mulher chamada Marylu?
Ele explica:
- Mas amor do meu coração! Não te lembras daquele dia?
- Qual dia?
- Aquele em que apostei num cavalo!
- E então?
- O número era da quantia e o nome era do cavalo!
- Desculpa, por favor!
Passa alguns dias e ela volta a bater com a panela na cabeça dele!
- Então pá?!
- O cavalo está-te a ligar!
Porque razão?
Numa cidade do interior, o Presidente da Câmara vai ter com um famoso advogado.
- Doutor - começa ele - segundo informações do nosso departamento financeiro o senhor obteve no ano passado quase 1 milhão de euros, é verdade?
- Sim, é verdade - confirma o advogado.
- E segundo esse mesmo departamento o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.
- Isso também é verdade, Presidente. Mas, me diz uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de cancro o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil euros?
- Nã… nã… não, doutor!
- E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está paraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem rendimento nenhum?
- Nã… não… me informaram, doutor!
- E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis numa cheia?
- Não, não sabia, desculpe-me… eu…
- E se eu não dei nenhum cêntimo para eles, você acha que eu vou dar para as suas obras sociais?
- Doutor - começa ele - segundo informações do nosso departamento financeiro o senhor obteve no ano passado quase 1 milhão de euros, é verdade?
- Sim, é verdade - confirma o advogado.
- E segundo esse mesmo departamento o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.
- Isso também é verdade, Presidente. Mas, me diz uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de cancro o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil euros?
- Nã… nã… não, doutor!
- E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está paraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem rendimento nenhum?
- Nã… não… me informaram, doutor!
- E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis numa cheia?
- Não, não sabia, desculpe-me… eu…
- E se eu não dei nenhum cêntimo para eles, você acha que eu vou dar para as suas obras sociais?