Entre amigos, um deles desabafa:
- Tenho mesmo quase tudo para ser rico!
- E o que te falta? - pergunta o amigo.
Responde o primeiro:
- Dinheiro!
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Dois é demais
O chefe de uma empresa foi testar a bondade de seus funcionários: aumentou 500 euros no salário de um deles.
Passou um mês assim.
No outro mês foi diferente: tirou 500 euros de seu salário.
Um dia o funcionário foi reclamar:
- Patrão, por que esse mês foi diferente? Teve algum problema? O senhor tirou 500 euros do meu salário?
- Estranho. No mês passado eu aumentei seu salário 500 euros. Por que você não veio reclamar mês passado?
- Porque um erro tudo bem, mas dois já é demais!
Passou um mês assim.
No outro mês foi diferente: tirou 500 euros de seu salário.
Um dia o funcionário foi reclamar:
- Patrão, por que esse mês foi diferente? Teve algum problema? O senhor tirou 500 euros do meu salário?
- Estranho. No mês passado eu aumentei seu salário 500 euros. Por que você não veio reclamar mês passado?
- Porque um erro tudo bem, mas dois já é demais!
Encontrei uma carteira!
O Joãozinho chega a casa com uma carteira e diz:
- Pai, achei essa carteira com dinheiro dentro, mas tem o nome do dono nela. Eu devolvo para o dono ou gasto o dinheiro?
O pai diz:
- Não devolvas nada, podes gastar tudo, é teu. O dono que se dane.
Joãozinho, seguindo a dica do pai, gasta tudo. Algumas horas depois, o pai curioso pergunta:
- Você disse que aquela carteira tinha o nome do dono nela, afinal de contas de quem ela era?
E o Joãozinho responde:
- Tua.
- Pai, achei essa carteira com dinheiro dentro, mas tem o nome do dono nela. Eu devolvo para o dono ou gasto o dinheiro?
O pai diz:
- Não devolvas nada, podes gastar tudo, é teu. O dono que se dane.
Joãozinho, seguindo a dica do pai, gasta tudo. Algumas horas depois, o pai curioso pergunta:
- Você disse que aquela carteira tinha o nome do dono nela, afinal de contas de quem ela era?
E o Joãozinho responde:
- Tua.
Quem conseguirá?
A CIA resolveu recrutar um atirador.
Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.
Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.
Responde o francês:
- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!
- Então você não serve, responde a CIA.
Ao inglês deram as mesmas instruções.
Ele pegou na arma e entrou na sala.
Durante 5 minutos tudo muito calmo.
Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.
- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.
Chegou enfim a vez do português!
Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.
Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.
A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.
Após alguns minutos fica tudo muito calmo.
A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:
- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.
Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.
Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.
Responde o francês:
- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!
- Então você não serve, responde a CIA.
Ao inglês deram as mesmas instruções.
Ele pegou na arma e entrou na sala.
Durante 5 minutos tudo muito calmo.
Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.
- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.
Chegou enfim a vez do português!
Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.
Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.
A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.
Após alguns minutos fica tudo muito calmo.
A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:
- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.