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Anedotas de Ignorância

Quase rico

Entre amigos, um deles desabafa:

- Tenho mesmo quase tudo para ser rico!

- E o que te falta? - pergunta o amigo.

Responde o primeiro:

- Dinheiro!

Mais anedotas de Ignorância

Isso é demais!

Um empresário encontra o amigo Ministro:

- Então, pá? Há quanto tempo?!

- Olha, olha… Está tudo bem?!

- Nem por isso. O meu filho está desempregado. Eras homem para desenrascar o miúdo?

- E que habilitações ele tem?

- Tem o 12.º completo.

- E o que ele sabe fazer?

- Nada. Sabe ir para a discoteca e deitar-se às tantas da manhã!

- Posso arranjar-lhe um lugar como assessor. Fica a ganhar 4.000 euros. Agrada-te?

- Isso é muito dinheiro. Com a cabeça que ele tem, era uma desgraça…

- E um lugar de secretário? Ganha 3.000.

- Ainda é muito. Não tens nada para 600 euros?

- Eh, pá… Para esse ordenado tem de ser licenciado, falar Inglês, dominar informática e tem que ir a concurso.

Problemas em selos

O Presidente queria um selo com uma foto sua para celebrar o seu primeiro ano de governo.

Ele exigiu um selo de altíssima qualidade.

Os selos são criados, impressos e vendidos.

O Presidente fica radiante!

Alguns dias depois, o Presidente fica furioso ao ouvir reclamações de que o selo não adere aos envelopes.

O Presidente convoca os responsáveis e ordena que investiguem o assunto.

Eles pesquisam as agências dos correios de todo o país e relatam o problema.

Todos dizem:

- Não há nada de errado com a qualidade dos selos. O problema é que as pessoas andam a cuspir do lado errado.

Que dores de cabeça!

Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.

O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.

O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.

Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:

- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?

O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.

Afinal de contas era o papagaio do capitão.

Então, um dia o navio afundou.

O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.

Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.

Isto continuou por vários dias.

Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:

- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?