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Anedotas de Alentejanos

Cinquenta anos de casado

Dois alentejanos encontram-se na rua.

- Atão compadre, que cara é essa?

- Ah Zé, tou aqui que na sei! Hoje faço cinquenta anos de casado!…

- Eh Maneli, parabéns, e atão o que vais dar a tua Maria?

- Olha quando fizemos vinte e cinco anos levei-a a Lisboa…

- Grande ideia…

- Agora na sei se a vá buscari.

Mais anedotas de Alentejanos

Excesso de velocidade

O polícia de uma pequena cidade apanha um motorista por excesso de velocidade.

- Mas Guarda, eu posso explicar - responde o motorista.

- Fique quieto! Vou colocá-lo na cadeia até o chefe chegar! - diz o polícia.

- Mas, por favor, eu só queria dizer que…

- Silêncio! Você está preso!

Então, ele põe o homem numa cela, sozinho, e vai embora sem lhe dar atenção.

Horas mais tarde, o Guarda volta:

- O chefe está chegando! Sorte a sua que ele foi ao casamento da filha dele. Deve estar de bom humor.

- Duvido muito… Se tivesse me deixado falar, saberia que o noivo sou eu!

Mesmo ninguém?

Um tipo fez análise durante cinco anos, até que descobriu que ele, o pai, o avô e os cinco tios tinham tendências homossexuais.

O psicólogo estupefacto perguntou-lhe:

- Mas não há ninguém na sua família que goste de mulheres?

- Claro que há! As minhas quatro irmãs!

Que dores de cabeça!

Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.

O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.

O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.

Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:

- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?

O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.

Afinal de contas era o papagaio do capitão.

Então, um dia o navio afundou.

O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.

Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.

Isto continuou por vários dias.

Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:

- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?