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Anedotas de Loiras

Viagem para as Caraíbas

Uma loira entra num avião com bilhete de classe económica e senta-se nos lugares de classe executiva.

A hospedeira diz-lhe que tem de se sentar na parte de três do avião, ao que a loira responde:

- Deve haver algum engano porque eu sou super loira, super inteligente e vou para as Caraíbas.

A hospedeira percebeu que não consegue resolver o caso e chama o comandante.

Este diz à loira para se sentar na parte de três do avião que são os lugares de classe económica.

Ela responde:

- Deve haver algum engano porque eu sou super loira, super inteligente e vou para as Caraíbas.

O comandante então, diz-lhe umas palavras ao ouvido, a loira levanta-se e dirige-se para os últimos lugares do avião.

A hospedeira, curiosa, pergunta ao comandante:

- O que é que lhe disse?

O comandante responde:

- Disse-lhe que esta parte do avião não vai para as Caraíbas.

Mais anedotas de Loiras

O sonho

Um homem estava na cozinha, quando veio a sua esposa toda contente:

- Sabes querido, hoje sonhei que estava a andar de bicicleta!

- Ai sim? Eu sonhei que estava na cama com uma mulher lindíssima, super inteligente, e muito interessante…

- Essa mulher era eu, querido? - interrompe.

- Não, tu estavas a andar de bicicleta!

Peixinho frito

Um homem muito pobre, que passava os dias a pedir de porta em porta, um dia bate à porta de uma senhora bastante rica…

- Minha senhora, dê-me qualquer coisa para comer…

A senhora:

- Gosta de peixe frito de um dia para o outro?

- Gosto sim - prontamente responde o pobre…

Ao qual a senhora diz:

- Então venha cá amanhã que eu vou fritá-lo hoje!

Sou uma ervilha!

Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.

De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.

Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.

Então levaram o homem a um psiquiatra.

- Diga-me, qual é o seu problema?

- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.

- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?

- Sim, mas e daí?

- O senhor já viu uma ervilha com braços?

- Não…

- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?

- Não… nunca pensei nisso…

- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!

- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!

Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.

Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.

Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:

- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?

- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?