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Anedotas de Loiras

Viagem para as Caraíbas

Uma loira entra num avião com bilhete de classe económica e senta-se nos lugares de classe executiva.

A hospedeira diz-lhe que tem de se sentar na parte de três do avião, ao que a loira responde:

- Deve haver algum engano porque eu sou super loira, super inteligente e vou para as Caraíbas.

A hospedeira percebeu que não consegue resolver o caso e chama o comandante.

Este diz à loira para se sentar na parte de três do avião que são os lugares de classe económica.

Ela responde:

- Deve haver algum engano porque eu sou super loira, super inteligente e vou para as Caraíbas.

O comandante então, diz-lhe umas palavras ao ouvido, a loira levanta-se e dirige-se para os últimos lugares do avião.

A hospedeira, curiosa, pergunta ao comandante:

- O que é que lhe disse?

O comandante responde:

- Disse-lhe que esta parte do avião não vai para as Caraíbas.

Mais anedotas de Loiras

Têm de me ajudar

Um rapaz morava no 15.º andar de um prédio.

Certo dia a sua sogra teve um ataque de nervos e queria se matar.

Ele corre com o telemóvel:

- Pelo amor de Deus, alguém tem de me ajudar! A minha sogra quer se atirar pela janela do apartamento!

Do outro lado da linha respondem:

- Meu senhor, o senhor deve estar enganado, aqui é uma carpintaria.

E o rapaz:

- Eu sei! A janela não está a abrir!

Excesso de velocidade

O polícia de uma pequena cidade apanha um motorista por excesso de velocidade.

- Mas Guarda, eu posso explicar - responde o motorista.

- Fique quieto! Vou colocá-lo na cadeia até o chefe chegar! - diz o polícia.

- Mas, por favor, eu só queria dizer que…

- Silêncio! Você está preso!

Então, ele põe o homem numa cela, sozinho, e vai embora sem lhe dar atenção.

Horas mais tarde, o Guarda volta:

- O chefe está chegando! Sorte a sua que ele foi ao casamento da filha dele. Deve estar de bom humor.

- Duvido muito… Se tivesse me deixado falar, saberia que o noivo sou eu!

Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador.

Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.

Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções.

Ele pegou na arma e entrou na sala.

Durante 5 minutos tudo muito calmo.

Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português!

Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.

Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.

A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.

Após alguns minutos fica tudo muito calmo.

A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.