Manuel entrou num bar por volta das 20 horas.
Escolheu um lugar junto de uma loira esplendorosa.
Sua atenção foi atraída para o aparelho de TV no momento em que começavam as notícias do dia.
A reportagem cobria a notícia de um homem que estava prestes a atirar-se do alto de um enorme edifício.
A loira voltou-se para o Manuel e disse:
- Você acha que ele vai saltar?
Manuel respondeu:
- Eu aposto que vai saltar.
A loira respondeu:
- Bem, eu aposto que não vai.
Manuel pôs uma nota de 20 euros na mesa e exclamou:
- Vamos apostar?
- Sim!
Logo que a loira colocou o seu dinheiro na mesa, o homem atirou-se e morreu no momento em que se esborrachou no solo.
A loira ficou muito aborrecida, mas aceitou a derrota:
- Aposta é aposta. É justo. Fique com meus 20 euros.
Manuel respondeu:
- Não posso aceitar seu dinheiro. Eu já tinha visto o incidente no noticiário das 18 horas. Eu sabia que ele iria saltar.
A loira respondeu:
- Também vi, mas nunca pensei que ele saltasse outra vez.
Anedotas de Loiras
Mais anedotas de Loiras
O incêndio
Uma morena, uma ruiva e uma loira escapam a um incêndio fugindo para o telhado do prédio.
Os bombeiros estão na rua, 10 andares abaixo, com um grande pano para que elas saltem.
Os bombeiros gritam à morena:
- Salte! Salte! É a sua única hipótese de sobreviver!
A morena salta e… OOOOLLLÉÉ! Os bombeiros puxam o pano no último instante e… a morena esborracha-se como um tomate.
- Força! Salte! Tem que saltar! - dizem os bombeiros à ruiva.
- Oh não! Vocês vão me fazer a mesma coisa! - responde a ruiva.
- Não! Nós só não gostamos é de morenas! De ruivas gostamos!
- OK - diz a ruiva, ao mesmo tempo que salta.
OOOOOOOOOOOLÉ! Os bombeiros desviam o pano e a ruiva espeta-se no chão, mesmo ao lado da morena.
Finalmente, a loira chega-se à beira do telhado. Mais uma vez, os bombeiros gritam:
- Salte! Tem que saltar!
- Nem pensem! Vocês vão tirar o pano de baixo quando eu saltar! - grita a loira.
- Não! De maneira nenhuma! Tem que saltar! Nós não vamos tirar o pano!
- Olhem - diz a loira - nada do que possam dizer me vai convencer que não vão tirar o pano! Por isso, o que eu quero que façam é que pousem o pano e se afastem todos dele…
Os bombeiros estão na rua, 10 andares abaixo, com um grande pano para que elas saltem.
Os bombeiros gritam à morena:
- Salte! Salte! É a sua única hipótese de sobreviver!
A morena salta e… OOOOLLLÉÉ! Os bombeiros puxam o pano no último instante e… a morena esborracha-se como um tomate.
- Força! Salte! Tem que saltar! - dizem os bombeiros à ruiva.
- Oh não! Vocês vão me fazer a mesma coisa! - responde a ruiva.
- Não! Nós só não gostamos é de morenas! De ruivas gostamos!
- OK - diz a ruiva, ao mesmo tempo que salta.
OOOOOOOOOOOLÉ! Os bombeiros desviam o pano e a ruiva espeta-se no chão, mesmo ao lado da morena.
Finalmente, a loira chega-se à beira do telhado. Mais uma vez, os bombeiros gritam:
- Salte! Tem que saltar!
- Nem pensem! Vocês vão tirar o pano de baixo quando eu saltar! - grita a loira.
- Não! De maneira nenhuma! Tem que saltar! Nós não vamos tirar o pano!
- Olhem - diz a loira - nada do que possam dizer me vai convencer que não vão tirar o pano! Por isso, o que eu quero que façam é que pousem o pano e se afastem todos dele…
Que grande traquinice!
Desesperado, o diretor olhou para o relógio e, já sem acreditar que o assistente chegaria a tempo de lhe entregar um documento importante para a reunião que estava prestes começar, ligou ao dito cujo.
Atendeu uma voz de criança meio sussurrante.
- 'Tá?
- O teu pai está?
- 'Tá… - ainda a sussurrar.
- Posso falar com ele?
- Não.
Desconcertado, o diretor tentou falar com outro adulto:
- E a tua mãe? Está aí?
- 'Tá.
- Ela pode falar comigo?
- Não. 'Tá ocupada.
- Há mais alguém aí?
- Sim… - sussurrou.
- Quem?
- Um polícia.
Um pouco surpreendido, o diretor continuou:
- O que é que o polícia está a fazer aí?
- Ele 'tá a conversar com o papá, com a mamã e com o bombeiro.
Ao ouvir um grande barulho do outro lado da linha, o diretor perguntou assustado:
- Que barulho é esse?
- É do helicóptero que acabou de chegar.
- Um helicóptero!?
- É… ele trouxe uma equipa de busca.
- Meu Deus! O que é que está a acontecer aí? - perguntou o diretor já muito assustado.
E o miúdo sussurrou com um risinho malandro:
- Eles 'tão à minha procura…
Atendeu uma voz de criança meio sussurrante.
- 'Tá?
- O teu pai está?
- 'Tá… - ainda a sussurrar.
- Posso falar com ele?
- Não.
Desconcertado, o diretor tentou falar com outro adulto:
- E a tua mãe? Está aí?
- 'Tá.
- Ela pode falar comigo?
- Não. 'Tá ocupada.
- Há mais alguém aí?
- Sim… - sussurrou.
- Quem?
- Um polícia.
Um pouco surpreendido, o diretor continuou:
- O que é que o polícia está a fazer aí?
- Ele 'tá a conversar com o papá, com a mamã e com o bombeiro.
Ao ouvir um grande barulho do outro lado da linha, o diretor perguntou assustado:
- Que barulho é esse?
- É do helicóptero que acabou de chegar.
- Um helicóptero!?
- É… ele trouxe uma equipa de busca.
- Meu Deus! O que é que está a acontecer aí? - perguntou o diretor já muito assustado.
E o miúdo sussurrou com um risinho malandro:
- Eles 'tão à minha procura…
Dificuldade na cama
Um homem tem dificuldades com a mulher na cama. No entanto, quando vai ao campo tratar da vinha, fica com vontade… Mas, quando tenta aproveitar, e volta a casa, durante o percurso, fica murcho outra vez.
Um amigo diz-lhe:
- Olha, faz o seguinte: levas a caçadeira e quando tiveres vontade no campo, disparas dois tiros, ela ouve e vai ter contigo à vinha.
Ele assim fez. Meses depois, o amigo pergunta:
- Então, como correu a ideia da caçadeira que eu te disse?
O homem responde:
- Muito bem no início. Entretanto, começou a época da caça e desde então nunca mais a vi…
Um amigo diz-lhe:
- Olha, faz o seguinte: levas a caçadeira e quando tiveres vontade no campo, disparas dois tiros, ela ouve e vai ter contigo à vinha.
Ele assim fez. Meses depois, o amigo pergunta:
- Então, como correu a ideia da caçadeira que eu te disse?
O homem responde:
- Muito bem no início. Entretanto, começou a época da caça e desde então nunca mais a vi…