Uma loira ligou para a polícia para avisar que ladrões tinham entrado em seu carro:
- Eles levaram o painel do carro, o volante, o pedal do freio, do acelerador e até a alavanca do câmbio! - reclamou ela, irada.
Antes que uma viatura saísse para a ajudar, o telefone tocou de novo e a mesma loira explicou:
- Desculpem-me… sou eu de novo! É que sem querer eu entrei pela porta errada e sentei-me no banco de trás… dá para retirar a queixa?
Anedotas de Loiras
Mais anedotas de Loiras
Erros à alentejana
Para testar a personalidade de um alentejano, o dono da empresa mandou pagar 500 euros a mais no salário dele.
Os dias passam e o funcionário não diz nada.
No mês seguinte, o patrão faz o inverso: manda tirar 500 euros.
Nesse mesmo dia, o funcionário entra na sala para falar com ele:
- Engenheiro, acho que houve um engano e tiraram-me 500 euros do meu salário.
- Ah?! Curioso porque no mês passado eu paguei-lhe 500 euros a mais e você não comentou nada!
- Pois, mas um erro eu ainda tolero, agora dois acho um abuso!
Os dias passam e o funcionário não diz nada.
No mês seguinte, o patrão faz o inverso: manda tirar 500 euros.
Nesse mesmo dia, o funcionário entra na sala para falar com ele:
- Engenheiro, acho que houve um engano e tiraram-me 500 euros do meu salário.
- Ah?! Curioso porque no mês passado eu paguei-lhe 500 euros a mais e você não comentou nada!
- Pois, mas um erro eu ainda tolero, agora dois acho um abuso!
Alvoroço a bordo
Um português vai no voo de Lisboa para Nova Iorque quando de repente se dá um tremendo alvoroço a bordo.
O homem no lugar ao lado do seu começa a gritar:
- Fogo! Fogo!
O português continua calmamente a ver o seu filmezito.
O homem no lugar ao lado grita-lhe:
- Você é surdo? Há fogo a bordo!
- E eu quero lá saber! O avião não é meu!
O homem no lugar ao lado do seu começa a gritar:
- Fogo! Fogo!
O português continua calmamente a ver o seu filmezito.
O homem no lugar ao lado grita-lhe:
- Você é surdo? Há fogo a bordo!
- E eu quero lá saber! O avião não é meu!
Amigos, amigos, porcos à parte
Há dois alentejanos que vão à feira de Beja e compram dois porcos, um para cada um.
Então, chegam à aldeia e metem os dois porcos na mesma pocilga.
Entretanto, anoitece e um dos compadres começa-se a lembrar:
"Os dois porcos estão na pocilga. Temos de fazer um sinal aos porcos para saber qual é o porco de um e o porco do outro."
No outro dia, diz um compadre para o outro:
- Compadre, temos de fazer um sinal aos porcos para saber qual é o porco de um e o porco do outro!
- Tá bem!
No outro dia encontram-se, e diz um para o outro:
- Então compadre, já fez o sinal ao porco?
- Já sim senhor! Cortei-lhe metade do rabo.
- Ó compadre, você não quer lá ver que eu fiz o mesmo ao meu?!
- Não há problema compadre! A gente faz outro sinal.
No outro dia:
- Então compadre, qual foi o sinal que fez desta vez ao porco?
- Olhe compadre, cortei-lhe metade da orelha direita!
- Ó compadre, você não quer lá ver que eu fiz o mesmo ao meu?!
- Mas olhe! Deixe lá isso, você fica com o branco que eu fico com o preto!…
Então, chegam à aldeia e metem os dois porcos na mesma pocilga.
Entretanto, anoitece e um dos compadres começa-se a lembrar:
"Os dois porcos estão na pocilga. Temos de fazer um sinal aos porcos para saber qual é o porco de um e o porco do outro."
No outro dia, diz um compadre para o outro:
- Compadre, temos de fazer um sinal aos porcos para saber qual é o porco de um e o porco do outro!
- Tá bem!
No outro dia encontram-se, e diz um para o outro:
- Então compadre, já fez o sinal ao porco?
- Já sim senhor! Cortei-lhe metade do rabo.
- Ó compadre, você não quer lá ver que eu fiz o mesmo ao meu?!
- Não há problema compadre! A gente faz outro sinal.
No outro dia:
- Então compadre, qual foi o sinal que fez desta vez ao porco?
- Olhe compadre, cortei-lhe metade da orelha direita!
- Ó compadre, você não quer lá ver que eu fiz o mesmo ao meu?!
- Mas olhe! Deixe lá isso, você fica com o branco que eu fico com o preto!…