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Anedotas de Loiras

Fui roubada!

Uma loira ligou para a polícia para avisar que ladrões tinham entrado em seu carro:

- Eles levaram o painel do carro, o volante, o pedal do freio, do acelerador e até a alavanca do câmbio! - reclamou ela, irada.

Antes que uma viatura saísse para a ajudar, o telefone tocou de novo e a mesma loira explicou:

- Desculpem-me… sou eu de novo! É que sem querer eu entrei pela porta errada e sentei-me no banco de trás… dá para retirar a queixa?

Mais anedotas de Loiras

Crianças a bordo de um avião

No avião, o piloto já está farto de ouvir os miúdos de uma escola que não param de fazer barulho.

O homem chama uma hospedeira, que era nova no ofício, e diz-lhe para tratar do assunto.

Ela vai lá atrás e, quando regressa, já não há barulho.

Diz-lhe o piloto:

- Você é fantástica. Como é que fez?

- Ah, foi fácil. Abri a porta e disse-lhes que podiam ir para o recreio.

Uma idosa vai a tribunal

Numa sessão, a defesa da vítima chama a sua avó.

Logo que ela chega para testemunhar, o advogado aproxima-se e pergunta:

- Sra. Joana, a senhora conhece-me?

E ela responde:

- Sim, eu te conheço, Guilherme. Eu te conheço desde jovem, e francamente, tu foste uma grande desilusão para mim. Tu mentiste, traíste a tua mulher e manipulas as pessoas para falarem mal das outras por detrás das suas costas. Tu pensas que és grande coisa, mas não passas de um idiota. E sim, eu conheço-te.

O advogado ficou paralisado.

Sem saber o que fazer, ele atravessa a sala e pergunta:

- Sra. Joana, a senhora conhece a vítima?

- Sim, eu o conheço, é meu neto. Eu conheço-o desde criança. Ele é preguiçoso, antipático e tem um problema com a bebida. Ele não consegue ter uma relação normal com ninguém e é a pior pessoa do estado porque nunca cumpre com a lei. E para não falar que ele já traiu a sua mulher com outras três. Uma delas é a tua mulher, Guilherme. E sim, eu conheço-o.

A defesa voltou a sentar.

O juiz aproxima-se dos seus colegas de trabalho e dos advogados e exclama baixinho:

- Se algum de vocês pergunta a ela se me conhece, eu vos garanto, e muito bem, que vocês todos passam pela cadeira elétrica, ouviram bem?!

Que dores de cabeça!

Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.

O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.

O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.

Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:

- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?

O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.

Afinal de contas era o papagaio do capitão.

Então, um dia o navio afundou.

O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.

Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.

Isto continuou por vários dias.

Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:

- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?