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Anedotas de Ignorância

Um anão mole

Estava eu num bar quando entrou um anão e sentou no meu lado.

Depois de alguns minutos, ele escorregou do banco, e aí eu peguei rapidamente nele pelo braço e o coloquei sentado de novo!

Depois o anão escorregou de novo e consegui ajudá-lo outra vez!

Acaba por escorregar uma terceira vez e eu, já fulo, puxei ele para o banco de novo e disse:

- Tás feito fresco é? Vê se te seguras! Ou vais ficar escorregando toda a hora?

Aí o anão respondeu:

- Vai-te lixar! Já três vezes que eu tento descer e tu não deixas!

Mais anedotas de Ignorância

Nem pensar!

Depois de vários anos de casado e depois de muito relutar, o marido concorda em levar a sogra e a esposa para conhecer Jerusalém.

Assim que desceram do avião, a velha teve um ataque cardíaco e morreu abruptamente.

Passado o susto inicial, o sujeito foi verificar os procedimentos necessários para mandar o corpo de volta ao Brasil.

- Você vai gastar aproximadamente dez mil dólares - informou-lhe uma funcionária.

- Dez mil?

Com medo de que o marido também tivesse um enfarte, a esposa tentou aliviar:

- Querido, se você quiser enterrá-la aqui mesmo, eu não me importo.

- Enterrá-la aqui em Jerusalém? De jeito nenhum!

- Por que não?

- Há dois mil anos atrás teve um sujeito que foi enterrado aqui e ressuscitou depois de três dias!

A luz de uma lâmpada

Um médico entra num manicômio e se depara com um louco pendurado no lustre e outro deitado no sofá, e pergunta para o que está no sofá:

- O que é que ele está fazendo no lustre?

- Ele acha que é uma lâmpada!

- E porque é que não tiras ele de lá?

- E porque é que quer que eu fique no escuro?

Se não é uma, é outra!

O Joãozinho pergunta à mãe:

- Mãe, posso fazer-te uma pergunta?

- Claro que sim, filho.

- Preferias que eu partisse a perna ou o vaso de prata?

- Que pergunta tão tola, Joãozinho. Claro que preferia que partisses o vaso de prata.

- Então podes ficar contente!

- Porquê?

- Porque eu não parti a perna.