No balcão do bar, o bêbado vira-se para a mulher ao lado e diz:
- Quer ouvir uma piada de loira?
A mulher responde:
- Olha, antes de começar, aviso-o que sou loira, tenho 1,8 m, peso 70 kg, sou triatleta e faço musculação. A loira aqui ao meu lado mede 1,85 m, pesa 75 kg e é campeã olímpica de luta greco-romana. A outra loira ao lado dela mede 1,9 m, 80 kg e luta Jiu Jitsu. Agora, se ainda assim você quiser contar a sua piada, vá em frente…
O bêbado pensa um pouco e:
- Não, se tiver que explicar três vezes prefiro nem contar.
Anedotas de Loiras
Mais anedotas de Loiras
Que dores de cabeça!
Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.
O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.
Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:
- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?
O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.
Afinal de contas era o papagaio do capitão.
Então, um dia o navio afundou.
O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.
Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por vários dias.
Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?
O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.
Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:
- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?
O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.
Afinal de contas era o papagaio do capitão.
Então, um dia o navio afundou.
O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.
Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por vários dias.
Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?
Risco no sete
Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.
Qual será a origem desse costume?
Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.
Quando chegou no sete, Moisés disse:
- Não desejarás a mulher do próximo!
Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:
- Risca o sete, risca o sete!
Qual será a origem desse costume?
Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.
Quando chegou no sete, Moisés disse:
- Não desejarás a mulher do próximo!
Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:
- Risca o sete, risca o sete!
Um idoso muito romântico
Um casal de idosos resolve ir a um restaurante para comemorar os 65 anos de casamento.
Dizem ao empregado qual o tipo de comemoração que estão a fazer, e ele dá-lhes um lugar romântico para aproveitar o jantar.
O velho diz:
- Minha Rainha, onde queres sentar-te?
- Aqui, diz a senhora de idade.
- Minha princesa, queres um aperitivo para começar?
- Sim, um Porto, obrigada.
- Meu anjo, o que vais comer?
- Ela pediu a ementa e encomendou.
- Meu Doce, que vinho queres?
O empregado não podia acreditar nos seus ouvidos.
A certa altura, a senhora vai à casa de banho, e o marido diz:
- Vai, minha vida, fico à espera.
O rapaz, surpreendido, pergunta ao velho:
- Há quanto tempo o senhor chama a patroa com palavras tão bonitas? "Minha rainha, meu anjo, minha vida princesa", eu estou admirado.
O velho olha para ele e responde:
- Não consigo lembrar-me do nome dela!
Dizem ao empregado qual o tipo de comemoração que estão a fazer, e ele dá-lhes um lugar romântico para aproveitar o jantar.
O velho diz:
- Minha Rainha, onde queres sentar-te?
- Aqui, diz a senhora de idade.
- Minha princesa, queres um aperitivo para começar?
- Sim, um Porto, obrigada.
- Meu anjo, o que vais comer?
- Ela pediu a ementa e encomendou.
- Meu Doce, que vinho queres?
O empregado não podia acreditar nos seus ouvidos.
A certa altura, a senhora vai à casa de banho, e o marido diz:
- Vai, minha vida, fico à espera.
O rapaz, surpreendido, pergunta ao velho:
- Há quanto tempo o senhor chama a patroa com palavras tão bonitas? "Minha rainha, meu anjo, minha vida princesa", eu estou admirado.
O velho olha para ele e responde:
- Não consigo lembrar-me do nome dela!