No balcão do bar, o bêbado vira-se para a mulher ao lado e diz:
- Quer ouvir uma piada de loira?
A mulher responde:
- Olha, antes de começar, aviso-o que sou loira, tenho 1,8 m, peso 70 kg, sou triatleta e faço musculação. A loira aqui ao meu lado mede 1,85 m, pesa 75 kg e é campeã olímpica de luta greco-romana. A outra loira ao lado dela mede 1,9 m, 80 kg e luta Jiu Jitsu. Agora, se ainda assim você quiser contar a sua piada, vá em frente…
O bêbado pensa um pouco e:
- Não, se tiver que explicar três vezes prefiro nem contar.
Anedotas de Loiras
Mais anedotas de Loiras
Um a dez
Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.
Entra o primeiro candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Por que é que contou de trás para a frente?
- É que eu trabalhava na NASA.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
- Porque eu trabalhava como carteiro.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
- Era funcionário público.
- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.
Entra o primeiro candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Por que é que contou de trás para a frente?
- É que eu trabalhava na NASA.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
- Porque eu trabalhava como carteiro.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
- Era funcionário público.
- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.
A piscina
O hospício estava lotado, e os médicos precisavam urgentemente de saber quem é que já podia ir embora.
Então eles colocaram todos os loucos para saltar de um trampolim para uma piscina.
Só que ela estava vazia.
O primeiro saltou e caiu no chão.
O segundo, o terceiro, e todos os outros também caíram para o fundo da piscina.
Depois chega a vez de mais um louco.
Ele sobe ao trampolim, olha para baixo e volta para trás.
O médico pensou:
- "Olha, este pode sair. Não saltou."
- Porque é que não saltaste? - pergunta o médico ao louco.
- Não conte a ninguém, mas é que eu não sei nadar.
Então eles colocaram todos os loucos para saltar de um trampolim para uma piscina.
Só que ela estava vazia.
O primeiro saltou e caiu no chão.
O segundo, o terceiro, e todos os outros também caíram para o fundo da piscina.
Depois chega a vez de mais um louco.
Ele sobe ao trampolim, olha para baixo e volta para trás.
O médico pensou:
- "Olha, este pode sair. Não saltou."
- Porque é que não saltaste? - pergunta o médico ao louco.
- Não conte a ninguém, mas é que eu não sei nadar.
Árabes e judeus
O árabe vai à loja do judeu para comprar soutiens pretos.
O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.
O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.
O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.
Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.
O judeu, curioso, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.
Diz o árabe:
- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.
O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.
O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.
O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.
Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.
O judeu, curioso, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.
Diz o árabe:
- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.