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Anedotas de Joãozinho

Encontrei uma carteira!

O Joãozinho chega a casa com uma carteira e diz:

- Pai, achei essa carteira com dinheiro dentro, mas tem o nome do dono nela. Eu devolvo para o dono ou gasto o dinheiro?

O pai diz:

- Não devolvas nada, podes gastar tudo, é teu. O dono que se dane.

Joãozinho, seguindo a dica do pai, gasta tudo. Algumas horas depois, o pai curioso pergunta:

- Você disse que aquela carteira tinha o nome do dono nela, afinal de contas de quem ela era?

E o Joãozinho responde:

- Tua.

Mais anedotas de Joãozinho

Consola nova

Joaquim chega a casa muito cansado com um pacote nas mãos.

O filho dele corre para ver o que é.

Ao ver que é um presente para ele, o filho abre o pacote e vê que é uma consola nova.

- Fixe! Ganhei uma consola nova!

- Sim, é uma consola - respondeu o pai - mas joga com cuidado porque tivemos que vender a televisão para a comprar.

Gabinete do diretor

Estão três meninos no gabinete do diretor por se terem portado mal.

O diretor perguntou ao primeiro:

- Carlos, o que fizeste?

- Eu pintei grafites nas paredes da sala.

- Vai já imediatamente limpar essas bagunças e ficarás, como castigo, sem recreio durante uma semana. E tu, Henrique?

- Eu pus três alfinetes no assento do professor.

- Vai imediatamente pedir desculpa ao professor e ficarás, como castigo, sem recreio durante duas semanas. E tu, Filipe?

- Eu atirei o Caixote pela janela fora.

- Bem, para comparar com o que fizeram os teus amigos, isso não é grave. Não serás castigado. Agora depressa, desapareçam da minha vista e portem-se bem.

Os meninos saíram do gabinete, quando entra um quarto miúdo, coberto de pensos e ligaduras.

O diretor perguntou:

- O que te aconteceu? Como te chamas?

- Chamo-me Pedro, mas os meus amigos chamam-me Caixote por eu gostar muito de colecionar caixas!

Beijinhos

Num comboio, à frente de um velhinho, ia um casal de namorados na brincadeira.

O rapaz aperta o nariz da namorada e pergunta:

- Dói amorzinho?

- Dói - responde ela.

E então ele dá um beijo no nariz da rapariga e pergunta:

- E agora?

- Agora já passou.

Passados alguns instantes, ele aperta a bochecha da rapariga e pergunta:

- Dói?

- Dói.

Então ele dá-lhe um beijo na bochecha e pergunta:

- E agora?

- Agora já passou.

E continuam assim até que o velho que ia atrás deles, já cansado daquilo, diz:

- Ouve lá, boquinha do Espírito Santo, curas hemorroidas?