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Anedotas de Loucos

A luz de uma lâmpada

Um médico entra num manicômio e se depara com um louco pendurado no lustre e outro deitado no sofá, e pergunta para o que está no sofá:

- O que é que ele está fazendo no lustre?

- Ele acha que é uma lâmpada!

- E porque é que não tiras ele de lá?

- E porque é que quer que eu fique no escuro?

Mais anedotas de Loucos

Precisamos de mais um médico

Toca o telefone e o médico reconhece a voz de um colega do outro lado da linha:

- Precisamos de mais um jogador para jogar às cartas.

- Estou a caminho.

Enquanto ele veste uma blusa, a sua mulher pergunta:

- O caso é grave?

- É sim - responde ele, muito sério - é tão grave, que já há outros três médicos no local.

Que grande traquinice!

Desesperado, o diretor olhou para o relógio e, já sem acreditar que o assistente chegaria a tempo de lhe entregar um documento importante para a reunião que estava prestes começar, ligou ao dito cujo.

Atendeu uma voz de criança meio sussurrante.

- 'Tá?

- O teu pai está?

- 'Tá… - ainda a sussurrar.

- Posso falar com ele?

- Não.

Desconcertado, o diretor tentou falar com outro adulto:

- E a tua mãe? Está aí?

- 'Tá.

- Ela pode falar comigo?

- Não. 'Tá ocupada.

- Há mais alguém aí?

- Sim… - sussurrou.

- Quem?

- Um polícia.

Um pouco surpreendido, o diretor continuou:

- O que é que o polícia está a fazer aí?

- Ele 'tá a conversar com o papá, com a mamã e com o bombeiro.

Ao ouvir um grande barulho do outro lado da linha, o diretor perguntou assustado:

- Que barulho é esse?

- É do helicóptero que acabou de chegar.

- Um helicóptero!?

- É… ele trouxe uma equipa de busca.

- Meu Deus! O que é que está a acontecer aí? - perguntou o diretor já muito assustado.

E o miúdo sussurrou com um risinho malandro:

- Eles 'tão à minha procura…

Beijinhos

Num comboio, à frente de um velhinho, ia um casal de namorados na brincadeira.

O rapaz aperta o nariz da namorada e pergunta:

- Dói amorzinho?

- Dói - responde ela.

E então ele dá um beijo no nariz da rapariga e pergunta:

- E agora?

- Agora já passou.

Passados alguns instantes, ele aperta a bochecha da rapariga e pergunta:

- Dói?

- Dói.

Então ele dá-lhe um beijo na bochecha e pergunta:

- E agora?

- Agora já passou.

E continuam assim até que o velho que ia atrás deles, já cansado daquilo, diz:

- Ouve lá, boquinha do Espírito Santo, curas hemorroidas?