Dois morcegos estavam a falar um com o outro:
- Vou sair à procura de sangue OK?
- OK. Mas eu fico por aqui!
E lá foi o morcego todo sorridente, alguns minutos depois volta o morcego com a cara toda cheia de sangue e também partes do corpo; o outro rapidamente se interessa:
- Hei que espetáculo, onde é que conseguiste tanto sangue assim?
- Simples, estás a ver aquela árvore ali à esquerda?
- Sim.
- E estás a ver a outra ali mais à direita?
- Sim, estou a ver.
- Tás vendo aquela ali bem no meio das outras duas?
- Sim também a estou a ver.
- Pois, eu é que NÃO VI!
Anedotas de Animais
Mais anedotas de Animais
Lugares estranhos
O paciente chega ao médico a chorar com dores e diz:
- Doutor, parti o meu braço em dois lugares. Preciso de ajuda. O que eu faço?
O médico olha nos olhos do paciente e diz:
- Olha, rapaz, eu acho melhor você não voltar a esses lugares.
- Doutor, parti o meu braço em dois lugares. Preciso de ajuda. O que eu faço?
O médico olha nos olhos do paciente e diz:
- Olha, rapaz, eu acho melhor você não voltar a esses lugares.
Escorregamento na calçada
Numa certa paróquia havia, para as confissões, um código conhecido por todos os moradores, que era utilizado pelas mulheres quando se confessavam, fazendo com que em vez de dizerem que tinham praticado o adultério diziam antes que tinham escorregado na calçada.
Após alguns anos no serviço, o padre dessa paróquia, já com alguma idade, decidiu reformar-se mas esqueceu-se de falar sobre o código ao substituto.
Durante o confessionário, e sem saber da existência do código, o padre não sabia que penitência dar porque não via qualquer mal numa escorregadela na calçada.
Ao longo das semanas a ouvir sempre a mesma expressão decidiu que tinha de intervir.
Assim acabou por ir falar com o Presidente da Câmara da região:
- Boa tarde Sr. Presidente, eu vim falar consigo para resolver o problema das calçadas do município. Eu acho que elas estão a precisar de obras, muita gente anda a queixar-se de escorregar na calçada.
O Presidente, sabendo do significado, nada disse, apenas começou a rir-se.
O padre inconformado nem esperou por uma resposta:
- Olhe que não se devia rir de assuntos sérios, é só perguntar à sua esposa, que só esta semana já escorregou três vezes.
Após alguns anos no serviço, o padre dessa paróquia, já com alguma idade, decidiu reformar-se mas esqueceu-se de falar sobre o código ao substituto.
Durante o confessionário, e sem saber da existência do código, o padre não sabia que penitência dar porque não via qualquer mal numa escorregadela na calçada.
Ao longo das semanas a ouvir sempre a mesma expressão decidiu que tinha de intervir.
Assim acabou por ir falar com o Presidente da Câmara da região:
- Boa tarde Sr. Presidente, eu vim falar consigo para resolver o problema das calçadas do município. Eu acho que elas estão a precisar de obras, muita gente anda a queixar-se de escorregar na calçada.
O Presidente, sabendo do significado, nada disse, apenas começou a rir-se.
O padre inconformado nem esperou por uma resposta:
- Olhe que não se devia rir de assuntos sérios, é só perguntar à sua esposa, que só esta semana já escorregou três vezes.
Últimas palavras
Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.
Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.
O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.
O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.
No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.
Ele aproveita a presença de todos e diz:
- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.
Ele abre o bloco e lê em voz alta:
- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!
Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.
O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.
O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.
No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.
Ele aproveita a presença de todos e diz:
- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.
Ele abre o bloco e lê em voz alta:
- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!