O professor diz aos alunos:
- Hoje estou feliz, e por isso, quem responder corretamente à próxima pergunta que eu farei, pode sair de imediato.
Ouvindo isto, o Joãozinho, traquinas como é, atira o lápis para o fundo da sala!
- Quem é que fez isso? - pergunta o professor.
- Fui eu! - responde o Joãozinho - sempre já posso sair?
Anedotas de Joãozinho
Mais anedotas de Joãozinho
Erros à alentejana
Para testar a personalidade de um alentejano, o dono da empresa mandou pagar 500 euros a mais no salário dele.
Os dias passam e o funcionário não diz nada.
No mês seguinte, o patrão faz o inverso: manda tirar 500 euros.
Nesse mesmo dia, o funcionário entra na sala para falar com ele:
- Engenheiro, acho que houve um engano e tiraram-me 500 euros do meu salário.
- Ah?! Curioso porque no mês passado eu paguei-lhe 500 euros a mais e você não comentou nada!
- Pois, mas um erro eu ainda tolero, agora dois acho um abuso!
Os dias passam e o funcionário não diz nada.
No mês seguinte, o patrão faz o inverso: manda tirar 500 euros.
Nesse mesmo dia, o funcionário entra na sala para falar com ele:
- Engenheiro, acho que houve um engano e tiraram-me 500 euros do meu salário.
- Ah?! Curioso porque no mês passado eu paguei-lhe 500 euros a mais e você não comentou nada!
- Pois, mas um erro eu ainda tolero, agora dois acho um abuso!
Isso é pecado!
Um agricultor que estava trabalhando pesado, vê um alentejano deitado numa rede, no maior descanso.
O agricultor não resiste e diz:
- Sabia que a preguiça é um dos setes pecado capitais?
E o alentejano, sem se mexer, responde:
- E a inveja é o quê?
O agricultor não resiste e diz:
- Sabia que a preguiça é um dos setes pecado capitais?
E o alentejano, sem se mexer, responde:
- E a inveja é o quê?
Últimas palavras
Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.
Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.
O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.
O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.
No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.
Ele aproveita a presença de todos e diz:
- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.
Ele abre o bloco e lê em voz alta:
- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!
Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.
O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.
O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.
No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.
Ele aproveita a presença de todos e diz:
- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.
Ele abre o bloco e lê em voz alta:
- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!