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Anedotas de Joãozinho

Resposta correta

O professor diz aos alunos:

- Hoje estou feliz, e por isso, quem responder corretamente à próxima pergunta que eu farei, pode sair de imediato.

Ouvindo isto, o Joãozinho, traquinas como é, atira o lápis para o fundo da sala!

- Quem é que fez isso? - pergunta o professor.

- Fui eu! - responde o Joãozinho - sempre já posso sair?

Mais anedotas de Joãozinho

A caixa de correio

Num domingo pela manhã, um homem cortava a relva calmamente quando a sua vizinha loira caminhou até à caixa de correio, abriu-a, fechou-a com força e voltou furiosa para casa.

O homem continuou a aparar a relva quando de repente, a loira voltou.

Ela caminhou a bufar até à caixa de correio, abriu, fechou, deu um soco na caixa e voltou para casa com cara de furiosa.

Poucos minutos passaram quando ela aparece novamente.

Com o andar impaciente, abre a caixa de correio, bate na caixa, grita e volta para casa a resmungar.

O homem, já bastante curioso com a situação, pergunta:

- Algum problema?

Ao que ela responde:

- Problema é pouco! Aquele computador estúpido não para de dizer que a minha caixa de correio está cheia!

Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador.

Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.

Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções.

Ele pegou na arma e entrou na sala.

Durante 5 minutos tudo muito calmo.

Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português!

Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.

Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.

A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.

Após alguns minutos fica tudo muito calmo.

A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.

Uma simples boleia

Uma freira estava andando pela rua quando de repente uma loira lhe ofereceu boleia.

Muito agradecida, ela aceitou e entrou no carro.

Um reluzente carro desportivo vermelho com estofo de couro.

- Que belo carro a senhora tem - comentou a irmã - deve ter trabalhado ardentemente para tê-lo comprado, não é mesmo?

- Não foi bem assim não, irmã - respondeu a loira - na verdade eu ganhei de um empresário que dormiu comigo por um tempo!

A freira não diz nada.

Então ela olha para o banco traseiro e vê um belo casaco de vison…

- O seu casaco de peles é muito bonito! Deve ter custado uma fortuna, não?

- Na verdade não me custou muito… Ganhei por causa de algumas noites que eu passei com um jogador de futebol…

Então a freira não falou mais nada durante toda a viagem.

Chegando ao convento ela foi para o quarto e de repente alguém bate na porta.

- Quem é?

- Sou eu! O Padre Osvaldo!

- Vai-te lixar, tu e as tuas pastilhas de menta!