O professor diz aos alunos:
- Hoje estou feliz, e por isso, quem responder corretamente à próxima pergunta que eu farei, pode sair de imediato.
Ouvindo isto, o Joãozinho, traquinas como é, atira o lápis para o fundo da sala!
- Quem é que fez isso? - pergunta o professor.
- Fui eu! - responde o Joãozinho - sempre já posso sair?
Anedotas de Joãozinho
Mais anedotas de Joãozinho
O caminho
Dois padres estão perdidos e um deles pergunta para um homem que está visivelmente bêbado:
- Com licença, você sabe me informar onde fica a farmácia?
E o bêbado explica:
- Claro, fica ali na esquina virando à direita.
Os padres agradecem, começam a seguir o caminho mas um pergunta ao outro:
- Será que não deveríamos ajudar aquele pobre homem que tomou o caminho da bebida?
E o padre responde:
- É verdade. Temos o dever de ensinar a palavra do Senhor e ajudar aquele homem.
Eles voltam até ao bêbado e perguntam:
- Caro senhor, você gostaria que lhe ensinássemos o caminho de Deus?
Ao que o bêbado responde:
- Vocês não sabem nem o caminho da farmácia, imagino o caminho de Deus!
- Com licença, você sabe me informar onde fica a farmácia?
E o bêbado explica:
- Claro, fica ali na esquina virando à direita.
Os padres agradecem, começam a seguir o caminho mas um pergunta ao outro:
- Será que não deveríamos ajudar aquele pobre homem que tomou o caminho da bebida?
E o padre responde:
- É verdade. Temos o dever de ensinar a palavra do Senhor e ajudar aquele homem.
Eles voltam até ao bêbado e perguntam:
- Caro senhor, você gostaria que lhe ensinássemos o caminho de Deus?
Ao que o bêbado responde:
- Vocês não sabem nem o caminho da farmácia, imagino o caminho de Deus!
Alentejanos fazem um ralizito
Estão dois alentejanos sentados numa esplanada e pedem duas latas de refrigerante.
Um deles pega na sua lata, deita-a no copo e, depois, amassa a lata toda.
O outro pega na lata, sopra com força e endireita-a.
Passado um pouco, o primeiro diz:
- Compadri, tenho aí o carro do mê primo que está cá de férias. Aquilo anda mesmo… Quer ir fazer um ralizito?
E vão para uma estrada cheia de curvas, a acelerar mesmo a fundo, mas não conseguem fazer uma curva e espatifam o carro.
Um deles sai, então, do carro e começa a soprar pelo tubo de escape, e o outro pergunta:
- Atão, compadri, que está fazendo?
- É para ver se endireito o carro como a lata!
- Atão, ó compadri, está bêbado ou quê? Nã está vendo que os vidros estão partidos?
Um deles pega na sua lata, deita-a no copo e, depois, amassa a lata toda.
O outro pega na lata, sopra com força e endireita-a.
Passado um pouco, o primeiro diz:
- Compadri, tenho aí o carro do mê primo que está cá de férias. Aquilo anda mesmo… Quer ir fazer um ralizito?
E vão para uma estrada cheia de curvas, a acelerar mesmo a fundo, mas não conseguem fazer uma curva e espatifam o carro.
Um deles sai, então, do carro e começa a soprar pelo tubo de escape, e o outro pergunta:
- Atão, compadri, que está fazendo?
- É para ver se endireito o carro como a lata!
- Atão, ó compadri, está bêbado ou quê? Nã está vendo que os vidros estão partidos?
Maldita carne!
A esposa, grávida, acorda durante a noite e chama o marido:
- Amor… amor!
- O quê?!
- Acorda!
- O que é?!
- Acorda!
Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:
- O que é que aconteceu?!
- Estou com um desejo.
- Desejo?
- Sim… de comer carne de corvo!
- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?
- Vai ao zoo.
- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.
- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.
Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.
Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:
- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.
A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:
- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.
- Amor… amor!
- O quê?!
- Acorda!
- O que é?!
- Acorda!
Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:
- O que é que aconteceu?!
- Estou com um desejo.
- Desejo?
- Sim… de comer carne de corvo!
- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?
- Vai ao zoo.
- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.
- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.
Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.
Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:
- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.
A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:
- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.