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Anedotas de Ignorância

Não há razão para alarme!

Num avião de uma companhia internacional, um dos reatores rebenta no ar.

Os passageiros entram em pânico.

Logo a seguir rebenta outro.

O pânico acentua-se.

Da cabine dos pilotos vem a mensagem apaziguadora do comandante:

- Senhores passageiros, não há razão para alarme, agradeço que permaneçam nos seus lugares, a situação está completamente controlada.

Nisto rebenta o terceiro reator.

O chefe da cabine sai a correr do fundo do avião com três mochilas na mão.

Um dos aflitos passageiros arranja interpela-o:

- Desculpe, isso que leva aí é o quê?

- São para-quedas para a tripulação… - responde o tripulante.

Exclama o passageiro:

- Mas o capitão acabou de dizer que está tudo sob controle!

E responde o tripulante:

- E está! Nós vamos só sair um bocadinho para ir buscar ajuda…

Mais anedotas de Ignorância

A caixa de correio

Num domingo pela manhã, um homem cortava a relva calmamente quando a sua vizinha loira caminhou até à caixa de correio, abriu-a, fechou-a com força e voltou furiosa para casa.

O homem continuou a aparar a relva quando de repente, a loira voltou.

Ela caminhou a bufar até à caixa de correio, abriu, fechou, deu um soco na caixa e voltou para casa com cara de furiosa.

Poucos minutos passaram quando ela aparece novamente.

Com o andar impaciente, abre a caixa de correio, bate na caixa, grita e volta para casa a resmungar.

O homem, já bastante curioso com a situação, pergunta:

- Algum problema?

Ao que ela responde:

- Problema é pouco! Aquele computador estúpido não para de dizer que a minha caixa de correio está cheia!

Ajuda de quem

A professora diz aos alunos:

- Quem fez o trabalho de casa sem ajuda, que ponha o dedo no ar!

O Joãozinho não põe o dedo no ar.

- Agora quem fez com a ajuda da família, que ponha o dedo no ar! - pede a professora.

O Joãozinho não põe o dedo no ar.

- E quem fez com ajuda de outras pessoas, que ponha o dedo no ar! - diz a professora.

O Joãozinho não põe o dedo no ar.

A professora então pergunta:

- Então Joãozinho, qual foi a tua ajuda?

À qual o Joãozinho responde:

- A calculadora!

Um a dez

Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.

Entra o primeiro candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.

- Por que é que contou de trás para a frente?

- É que eu trabalhava na NASA.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o segundo candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!

- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?

- Porque eu trabalhava como carteiro.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o terceiro e último candidato:

- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?

- Era funcionário público.

- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?

- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.