Num avião de uma companhia internacional, um dos reatores rebenta no ar.
Os passageiros entram em pânico.
Logo a seguir rebenta outro.
O pânico acentua-se.
Da cabine dos pilotos vem a mensagem apaziguadora do comandante:
- Senhores passageiros, não há razão para alarme, agradeço que permaneçam nos seus lugares, a situação está completamente controlada.
Nisto rebenta o terceiro reator.
O chefe da cabine sai a correr do fundo do avião com três mochilas na mão.
Um dos aflitos passageiros arranja interpela-o:
- Desculpe, isso que leva aí é o quê?
- São para-quedas para a tripulação… - responde o tripulante.
Exclama o passageiro:
- Mas o capitão acabou de dizer que está tudo sob controle!
E responde o tripulante:
- E está! Nós vamos só sair um bocadinho para ir buscar ajuda…
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Porque razão?
Numa cidade do interior, o Presidente da Câmara vai ter com um famoso advogado.
- Doutor - começa ele - segundo informações do nosso departamento financeiro o senhor obteve no ano passado quase 1 milhão de euros, é verdade?
- Sim, é verdade - confirma o advogado.
- E segundo esse mesmo departamento o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.
- Isso também é verdade, Presidente. Mas, me diz uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de cancro o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil euros?
- Nã… nã… não, doutor!
- E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está paraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem rendimento nenhum?
- Nã… não… me informaram, doutor!
- E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis numa cheia?
- Não, não sabia, desculpe-me… eu…
- E se eu não dei nenhum cêntimo para eles, você acha que eu vou dar para as suas obras sociais?
- Doutor - começa ele - segundo informações do nosso departamento financeiro o senhor obteve no ano passado quase 1 milhão de euros, é verdade?
- Sim, é verdade - confirma o advogado.
- E segundo esse mesmo departamento o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.
- Isso também é verdade, Presidente. Mas, me diz uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de cancro o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil euros?
- Nã… nã… não, doutor!
- E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está paraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem rendimento nenhum?
- Nã… não… me informaram, doutor!
- E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis numa cheia?
- Não, não sabia, desculpe-me… eu…
- E se eu não dei nenhum cêntimo para eles, você acha que eu vou dar para as suas obras sociais?
Esposa na discoteca
Um senhor bem vestido, acabado de chegar de viagem, apanha um táxi e pede ao taxista para o levar para a morada da sua casa.
No caminho, vê uma senhora, também com muito bom aspeto, com um vestido vermelho e a entrar numa discoteca.
De repente reconhece que se trata da sua própria mulher!
O senhor fica desvairado e pede ao taxista que volte até à porta da discoteca.
Chegado lá, tira do bolso um maço de notas e diz para o taxista:
- Aqui estão mil euros. São seus se você tirar de dentro desta discoteca uma mulher vestida de vermelho que acaba de entrar. Mas não se preocupe, que ela é a minha esposa!
O taxista, que vivia com grandes dificuldades financeiras, aceita sem pensar duas vezes e entra pela discoteca dentro.
Cinco minutos depois, o taxista surge a sair pela porta da discoteca, arrastando uma mulher e a gritar todas as asneiras que se possa imaginar.
O senhor bem vestido, que tinha ficado no táxi vê a cena e percebe, horrorizado, que a mulher está vestida de verde!
Sai do táxi a correr e grita para alertar o taxista do terrível erro:
- Pare! Pare! O senhor enganou-se. Não é essa senhora! Como é que você confundiu vermelho com verde? O senhor é daltónico?
Ao que o taxista responde:
- Daltónico o tanas! Esta de verde é a minha! Já volto lá dentro para trazer a sua!
No caminho, vê uma senhora, também com muito bom aspeto, com um vestido vermelho e a entrar numa discoteca.
De repente reconhece que se trata da sua própria mulher!
O senhor fica desvairado e pede ao taxista que volte até à porta da discoteca.
Chegado lá, tira do bolso um maço de notas e diz para o taxista:
- Aqui estão mil euros. São seus se você tirar de dentro desta discoteca uma mulher vestida de vermelho que acaba de entrar. Mas não se preocupe, que ela é a minha esposa!
O taxista, que vivia com grandes dificuldades financeiras, aceita sem pensar duas vezes e entra pela discoteca dentro.
Cinco minutos depois, o taxista surge a sair pela porta da discoteca, arrastando uma mulher e a gritar todas as asneiras que se possa imaginar.
O senhor bem vestido, que tinha ficado no táxi vê a cena e percebe, horrorizado, que a mulher está vestida de verde!
Sai do táxi a correr e grita para alertar o taxista do terrível erro:
- Pare! Pare! O senhor enganou-se. Não é essa senhora! Como é que você confundiu vermelho com verde? O senhor é daltónico?
Ao que o taxista responde:
- Daltónico o tanas! Esta de verde é a minha! Já volto lá dentro para trazer a sua!
Aluno "bom" para o pai
O miúdo chega a casa todo contente e diz ao pai:
- Pai, tenho boas notícias!
- Aí sim? Ora conta lá.
- Lembras-te do computador que me prometeste se eu passasse de ano?
- Sim…
- Já não precisas de gastar dinheiro!
- Pai, tenho boas notícias!
- Aí sim? Ora conta lá.
- Lembras-te do computador que me prometeste se eu passasse de ano?
- Sim…
- Já não precisas de gastar dinheiro!