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Anedotas de Polícia

Segundos de loucura

Um tipo comprou um carro topo de gama e estava a dar uma volta numa estrada municipal à noite.

A capota estava recolhida, a brisa soprava levemente pelo seu cabelo e ele decidiu puxar um bocado pelo carro.

Assim que a agulha chegou aos 130 km, ele de repente reparou nas luzes azuis por trás dele.

- "De maneira alguma conseguem acompanhar um Mercedes" - pensou ele para consigo mesmo, e acelerou ainda mais.

A agulha bateu os 150, 170, 180 e, finalmente, os 200 km/h, sempre com as luzes atrás dele.

Entretanto teve um momento de lucidez e pensou:

- "Mas que raio é que eu estou a fazer?!" - e logo de seguida encostou.

O polícia chegou ao pé dele, pegou na carta de condução sem dizer uma palavra e examinou o carro.

- Eu tive um turno bastante longo e esta é a minha última paragem. Não estou com vontade de tratar de mais papeladas, por isso, se me der uma desculpa pela forma como conduziu que eu ainda não tenha ouvido, deixo-o ir!

- Na semana passada a minha mulher fugiu de casa com um polícia - disse o homem - e eu estava com medo que a quisesse devolver!

Diz o polícia:

- Tenha uma boa noite!

Mais anedotas de Polícia

Não havia!

Um muçulmano devoto entra num táxi.

Uma vez sentado, pede ao taxista para desligar o rádio, porque não quer ouvir música, como decretado na sua religião, e porque no tempo do profeta não havia música, especialmente música ocidental, que é música dos infiéis.

O motorista do táxi educadamente desliga o rádio, sai do carro, dirige-se à porta do lado do cliente e abre-a.

O árabe pergunta:

- O que é que você está a fazer?

- No tempo do profeta não havia táxis, por isso saia e espere pelo próximo camelo!

Precisamos de mais um médico

Toca o telefone e o médico reconhece a voz de um colega do outro lado da linha:

- Precisamos de mais um jogador para jogar às cartas.

- Estou a caminho.

Enquanto ele veste uma blusa, a sua mulher pergunta:

- O caso é grave?

- É sim - responde ele, muito sério - é tão grave, que já há outros três médicos no local.

Porque razão?

Numa cidade do interior, o Presidente da Câmara vai ter com um famoso advogado.

- Doutor - começa ele - segundo informações do nosso departamento financeiro o senhor obteve no ano passado quase 1 milhão de euros, é verdade?

- Sim, é verdade - confirma o advogado.

- E segundo esse mesmo departamento o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.

- Isso também é verdade, Presidente. Mas, me diz uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de cancro o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil euros?

- Nã… nã… não, doutor!

- E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está paraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem rendimento nenhum?

- Nã… não… me informaram, doutor!

- E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis numa cheia?

- Não, não sabia, desculpe-me… eu…

- E se eu não dei nenhum cêntimo para eles, você acha que eu vou dar para as suas obras sociais?