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Anedotas de Polícia

Segundos de loucura

Um tipo comprou um carro topo de gama e estava a dar uma volta numa estrada municipal à noite.

A capota estava recolhida, a brisa soprava levemente pelo seu cabelo e ele decidiu puxar um bocado pelo carro.

Assim que a agulha chegou aos 130 km, ele de repente reparou nas luzes azuis por trás dele.

- "De maneira alguma conseguem acompanhar um Mercedes" - pensou ele para consigo mesmo, e acelerou ainda mais.

A agulha bateu os 150, 170, 180 e, finalmente, os 200 km/h, sempre com as luzes atrás dele.

Entretanto teve um momento de lucidez e pensou:

- "Mas que raio é que eu estou a fazer?!" - e logo de seguida encostou.

O polícia chegou ao pé dele, pegou na carta de condução sem dizer uma palavra e examinou o carro.

- Eu tive um turno bastante longo e esta é a minha última paragem. Não estou com vontade de tratar de mais papeladas, por isso, se me der uma desculpa pela forma como conduziu que eu ainda não tenha ouvido, deixo-o ir!

- Na semana passada a minha mulher fugiu de casa com um polícia - disse o homem - e eu estava com medo que a quisesse devolver!

Diz o polícia:

- Tenha uma boa noite!

Mais anedotas de Polícia

Professora pede boas ações

Uma professora:

- Hoje é o dia mundial das boas ações, portanto, o Joãozinho, o Carlinhos e o Zezinho - que eram os três "melhores" alunos da turma - vão lá fora praticar uma boa ação, e voltam para contar aos colegas o que fizeram, está bem?

Os miúdos lá foram e passado quase uma hora voltaram.

- Então Joãozinho, qual foi a boa ação que praticaste?

- Eu ajudei uma velhinha a atravessar a rua!

- Muito bem, e tu Carlinhos?

- Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!

- Ah sim? E tu Zezinho?

- Pois… Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!

- O quê? Os três!? Então e demoraram tanto tempo porquê?

- Não havia maneira do raio da velha querer atravessar a rua!

Obra cria acidente

Um amigo diz a outro:

- Sabes aquela obra que há ali à frente?

- Sei.

- Há umas semanas atrás ia a passar lá, à beira dos andaimes, e caiu-me um saco de cimento em cima!

- Xi! E não ficaste todo partido?

- Não! Fiquei direitinho, como estou hoje!

- Ora… impossível! Como?

- O saco estava vazio!

Risco no sete

Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.

Qual será a origem desse costume?

Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.

Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.

Quando chegou no sete, Moisés disse:

- Não desejarás a mulher do próximo!

Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:

- Risca o sete, risca o sete!