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Anedotas de Polícia

Segundos de loucura

Um tipo comprou um carro topo de gama e estava a dar uma volta numa estrada municipal à noite.

A capota estava recolhida, a brisa soprava levemente pelo seu cabelo e ele decidiu puxar um bocado pelo carro.

Assim que a agulha chegou aos 130 km, ele de repente reparou nas luzes azuis por trás dele.

- "De maneira alguma conseguem acompanhar um Mercedes" - pensou ele para consigo mesmo, e acelerou ainda mais.

A agulha bateu os 150, 170, 180 e, finalmente, os 200 km/h, sempre com as luzes atrás dele.

Entretanto teve um momento de lucidez e pensou:

- "Mas que raio é que eu estou a fazer?!" - e logo de seguida encostou.

O polícia chegou ao pé dele, pegou na carta de condução sem dizer uma palavra e examinou o carro.

- Eu tive um turno bastante longo e esta é a minha última paragem. Não estou com vontade de tratar de mais papeladas, por isso, se me der uma desculpa pela forma como conduziu que eu ainda não tenha ouvido, deixo-o ir!

- Na semana passada a minha mulher fugiu de casa com um polícia - disse o homem - e eu estava com medo que a quisesse devolver!

Diz o polícia:

- Tenha uma boa noite!

Mais anedotas de Polícia

Bêbado e assombração

O bêbado chega a casa cambaleando.

Mal encontra a porta.

Entra, faz xixi e diz à mulher que estava no quarto:

- Querida, acho que a nossa casa de banho está assombrada.

- Porquê, querido? - pergunta a mulher admirada.

- Não acreditas que quando eu abri a porta, a luz acendeu-se sozinha? Depois, quando a fechei, ela apagou-se. Deve ter alguma assombração!

- Oh não! Mijaste no frigorifico novamente!

Escorregamento na calçada

Numa certa paróquia havia, para as confissões, um código conhecido por todos os moradores, que era utilizado pelas mulheres quando se confessavam, fazendo com que em vez de dizerem que tinham praticado o adultério diziam antes que tinham escorregado na calçada.

Após alguns anos no serviço, o padre dessa paróquia, já com alguma idade, decidiu reformar-se mas esqueceu-se de falar sobre o código ao substituto.

Durante o confessionário, e sem saber da existência do código, o padre não sabia que penitência dar porque não via qualquer mal numa escorregadela na calçada.

Ao longo das semanas a ouvir sempre a mesma expressão decidiu que tinha de intervir.

Assim acabou por ir falar com o Presidente da Câmara da região:

- Boa tarde Sr. Presidente, eu vim falar consigo para resolver o problema das calçadas do município. Eu acho que elas estão a precisar de obras, muita gente anda a queixar-se de escorregar na calçada.

O Presidente, sabendo do significado, nada disse, apenas começou a rir-se.

O padre inconformado nem esperou por uma resposta:

- Olhe que não se devia rir de assuntos sérios, é só perguntar à sua esposa, que só esta semana já escorregou três vezes.

Um idoso muito romântico

Um casal de idosos resolve ir a um restaurante para comemorar os 65 anos de casamento.

Dizem ao empregado qual o tipo de comemoração que estão a fazer, e ele dá-lhes um lugar romântico para aproveitar o jantar.

O velho diz:

- Minha Rainha, onde queres sentar-te?

- Aqui, diz a senhora de idade.

- Minha princesa, queres um aperitivo para começar?

- Sim, um Porto, obrigada.

- Meu anjo, o que vais comer?

- Ela pediu a ementa e encomendou.

- Meu Doce, que vinho queres?

O empregado não podia acreditar nos seus ouvidos.

A certa altura, a senhora vai à casa de banho, e o marido diz:

- Vai, minha vida, fico à espera.

O rapaz, surpreendido, pergunta ao velho:

- Há quanto tempo o senhor chama a patroa com palavras tão bonitas? "Minha rainha, meu anjo, minha vida princesa", eu estou admirado.

O velho olha para ele e responde:

- Não consigo lembrar-me do nome dela!