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Anedotas de Ignorância

Camisas de noite

Uma mulher entra numa loja de roupa e pergunta:

- Vendem camisas de noite?

- Não, de noite estamos fechados.

Mais anedotas de Ignorância

Morcegos sedentos

Dois morcegos estavam a falar um com o outro:

- Vou sair à procura de sangue OK?

- OK. Mas eu fico por aqui!

E lá foi o morcego todo sorridente, alguns minutos depois volta o morcego com a cara toda cheia de sangue e também partes do corpo; o outro rapidamente se interessa:

- Hei que espetáculo, onde é que conseguiste tanto sangue assim?

- Simples, estás a ver aquela árvore ali à esquerda?

- Sim.

- E estás a ver a outra ali mais à direita?

- Sim, estou a ver.

- Tás vendo aquela ali bem no meio das outras duas?

- Sim também a estou a ver.

- Pois, eu é que NÃO VI!

O que é que se passa aqui?!

Ao chegar mais cedo a casa, o marido encontra a mulher despida, deitada na cama e respirando ofegantemente.

- O que houve, querida? Tu estás a sentir-te mal?

- Acho que estou a ter um ataque cardíaco!

O marido corre como um louco para pegar o telefone e chamar a ambulância.

Enquanto tentava desesperadamente discar, o filho diz:

- Pai, há um fantasma no banheiro.

O marido vai até ao banheiro, abre a porta e encontra uma pessoa coberta por um lençol.

Ele puxa o pano e dá de caras com o seu melhor amigo totalmente despido.

Indignado, o marido diz:

- Pelo amor de Deus, Ricardo! A minha mulher está a ter um enfarte e tu ficas aí a assustar as crianças!

Final feliz

Um homem e uma mulher se envolvem num acidente de grandes proporções: os carros são inteiramente destruídos, mas, por sorte, nenhum dos dois fica ferido.

Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:

- Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente destes! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida!

- Concordo - responde o homem - isto deve ser um sinal divino!

A mulher continua:

- E olha só, um outro milagre: o meu carro ficou totalmente destruído, mas esta garrafa de uísque não partiu! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.

E ela entrega a garrafa ao homem.

Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente da garrafa e devolve o frasco à mulher.

Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem.

Ele não entende o gesto e pergunta:

- Você não vai querer beber?

- Não! Eu vou esperar que a polícia chegue com o bafômetro…