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Anedotas de Polícia

Não voltou

- Sr. polícia, o meu marido saiu de casa ontem à noite, disse que ia comprar arroz, e até agora ainda não voltou. O que faço agora?

- Sei lá! Faça macarrão!

Mais anedotas de Polícia

As promessas do político

Certo dia um político, em plena campanha eleitoral deslocou-se ao Alentejo.

O homem falava e ninguém batia palmas, então passou a fazer promessas e mesmo assim… nada, ninguém se manifestava.

Já desesperado tentou a última promessa que no Alentejo não devia falhar… o homem disse em plenos pulmões:

- E eu… prometo… que… se for eleito… aqui no Alentejo… os Alentejanos… só trabalham 1 dia por ano…

Mesmo assim ninguém se mexeu, apenas se ouviu uma voz lá no fundo:

- ATÃO E AS FÉRIAS PAH… NÃO HÀ?

Aposta com uma loira

Manuel entrou num bar por volta das 20 horas.

Escolheu um lugar junto de uma loira esplendorosa.

Sua atenção foi atraída para o aparelho de TV no momento em que começavam as notícias do dia.

A reportagem cobria a notícia de um homem que estava prestes a atirar-se do alto de um enorme edifício.

A loira voltou-se para o Manuel e disse:

- Você acha que ele vai saltar?

Manuel respondeu:

- Eu aposto que vai saltar.

A loira respondeu:

- Bem, eu aposto que não vai.

Manuel pôs uma nota de 20 euros na mesa e exclamou:

- Vamos apostar?

- Sim!

Logo que a loira colocou o seu dinheiro na mesa, o homem atirou-se e morreu no momento em que se esborrachou no solo.

A loira ficou muito aborrecida, mas aceitou a derrota:

- Aposta é aposta. É justo. Fique com meus 20 euros.

Manuel respondeu:

- Não posso aceitar seu dinheiro. Eu já tinha visto o incidente no noticiário das 18 horas. Eu sabia que ele iria saltar.

A loira respondeu:

- Também vi, mas nunca pensei que ele saltasse outra vez.

Que pena!

Duas amigas encontram-se no céu e uma pergunta para a outra:

- Como morreste?

- Congelada.

- Ai que horror! Deve ter sido horrível! Como é morrer congelada?

- É péssimo: primeiro são os arrepios, depois as dores nos dedos das mãos e dos pés, tudo a congelar! Mas, depois veio um sono muito forte. E depois perdi a consciência! E tu, como morreste?

- Eu? De ataque cardíaco. Eu estava desconfiada que o meu marido me traía. Um dia cheguei a casa mais cedo! Corri até ao quarto e ele estava na cama, calmamente a ver televisão. Desconfiada, corro até à cave, para ver se encontrava alguma mulher escondida, mas não encontrei ninguém. Corri até ao segundo andar, mas também não vi ninguém. Subi até ao sótão e, ao subir as escadas, esbaforida, tive um ataque cardíaco e caí morta!

- Oh, que pena! Se tivesses procurado na arca congeladora, estaríamos ambas vivas!