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Anedotas de Bêbados

São todos uns animais!

Um bêbado entra num autocarro e desata a gritar:

- Aqui à minha frente, são todos palermas! Os desgraçados lá atrás são todos cabrões! Os merdas aqui ao meu lado são todos filhos da m**.

O motorista, indignado com a conversa, faz uma travagem brusca, as pessoas desequilibram-se, algumas até caem.

O motorista agarra o bêbado pelos colarinhos e ameaça:

- Quem é palerma e cabrão aqui?

Responde o bêbado de mansinho:

- Não sei. Agora, com a travagem, misturaste tudo!

Mais anedotas de Bêbados

Promessas e promessas

Certo dia um político, em plena campanha eleitoral deslocou-se ao Alentejo.

O homem falava e ninguém batia palmas, então passou a fazer promessas e mesmo assim… nada, ninguém se manifestava.

Já desesperado tentou a última promessa que no Alentejo não devia falhar… o homem disse em plenos pulmões:

- E eu… prometo… que… se for eleito… aqui no Alentejo… os Alentejanos… só trabalham 1 dia por ano…

Mesmo assim ninguém se mexeu, apenas se ouviu uma voz lá no fundo:

- ATÃO E AS FÉRIAS PAH… NÃO HÀ?

Viagem para as Caraíbas

Uma loira entra num avião com bilhete de classe económica e senta-se nos lugares de classe executiva.

A hospedeira diz-lhe que tem de se sentar na parte de três do avião, ao que a loira responde:

- Deve haver algum engano porque eu sou super loira, super inteligente e vou para as Caraíbas.

A hospedeira percebeu que não consegue resolver o caso e chama o comandante.

Este diz à loira para se sentar na parte de três do avião que são os lugares de classe económica.

Ela responde:

- Deve haver algum engano porque eu sou super loira, super inteligente e vou para as Caraíbas.

O comandante então, diz-lhe umas palavras ao ouvido, a loira levanta-se e dirige-se para os últimos lugares do avião.

A hospedeira, curiosa, pergunta ao comandante:

- O que é que lhe disse?

O comandante responde:

- Disse-lhe que esta parte do avião não vai para as Caraíbas.

Tristezas da vida

Uma loira chega ao trabalho num pranto.

- O que se passa? - pergunta-lhe o patrão.

- A minha mãe morreu - diz a loira a soluçar.

- Os meus sentimentos - diz o patrão - olhe, vá para casa, descanse.

- Não - replica a loira - se for para casa é pior. Se ficar aqui, ao menos não penso nisso.

Passado umas horas, o patrão repara que a loura está a chorar compulsivamente.

Preocupado, diz-lhe o patrão:

- Sente-se bem?

- Não - responde a loira - acabo de falar ao telefone com a minha irmã que disse que a mãe dela também morreu.