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Anedotas de Políticos

São todos do mesmo

O Joãozinho estuda numa escola pública.

Um dia destes chega contente à escola.

A diretora, vendo a alegria do menino, pergunta:

- Joãozinho, de onde vem tanta alegria?

Joãozinho responde:

- É que a minha cachorrinha ganhou 8 cachorrinhos e são todos do partido do Primeiro-Ministro.

A diretora ficou esfuziante, e disse:

- Que bom, Joãozinho. Na próxima semana seremos visitados pelo Primeiro-Ministro e ele ficará contente em saber isso. Quando ele estiver aqui, tu vens e contas a nós. Certo Joãozinho?

Na semana seguinte, o Primeiro-Ministro visita a escola e, conforme o combinado, o Joãozinho diz:

- Primeiro-Ministro, diretora, sabiam que a minha cachorrinha ganhou 8 cachorrinhos e 4 são do seu partido?

A diretora, espantada, pergunta:

- Mas, Joãozinho, tu não me tinhas dito que eram 8?

Responde o menino:

- Eram sim, diretora, mas é que 4 já abriram os olhinhos.

Mais anedotas de Políticos

Problemas monetários

Uma mulher vai ao médico preocupada:

- Sr. Doutor a minha filha comeu um euro, será que vai ter problemas?

E responde o médico tranquilamente:

- Esteja descansada, os políticos já comeram milhões e não têm problemas nenhuns!

Médico de família

Um médico urologista atende o próprio avô no consultório:

- Como está indo a vida, meu neto?

- Está tudo, avô. E o senhor? Como vai a avó?

- Vai indo, vai indo. Filho, quer dizer, neto, eu vim aqui falar contigo porque quero saber tudo sobre Viagra!

- Ah, avô… O Viagra é um remédio bom, mas é bem caro.

- Quanto custa?

- São sessenta euros cada comprimido, avô!

- Tens razão. É caro.

- Não disse?

- Mas mesmo assim eu quero experimentar! Eu te pago amanhã, sem falta!

Assim o neto entrega o comprimido para o avô, que sai de lá todo contente.

No dia seguinte ele está de volta ao consultório com quinhentos e sessenta euros!

- Avô, o senhor entendeu errado! Eu disse que o comprimido era sessenta e não quinhentos e sessenta.

- Eu sei. Os sessenta euros são meus. Os outros quinhentos foi a sua avó que mandou!

Que pena!

Duas amigas encontram-se no céu e uma pergunta para a outra:

- Como morreste?

- Congelada.

- Ai que horror! Deve ter sido horrível! Como é morrer congelada?

- É péssimo: primeiro são os arrepios, depois as dores nos dedos das mãos e dos pés, tudo a congelar! Mas, depois veio um sono muito forte. E depois perdi a consciência! E tu, como morreste?

- Eu? De ataque cardíaco. Eu estava desconfiada que o meu marido me traía. Um dia cheguei a casa mais cedo! Corri até ao quarto e ele estava na cama, calmamente a ver televisão. Desconfiada, corro até à cave, para ver se encontrava alguma mulher escondida, mas não encontrei ninguém. Corri até ao segundo andar, mas também não vi ninguém. Subi até ao sótão e, ao subir as escadas, esbaforida, tive um ataque cardíaco e caí morta!

- Oh, que pena! Se tivesses procurado na arca congeladora, estaríamos ambas vivas!