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Anedotas de Família

Com que então, com que então!

Um senhor já de idade estava lendo o seu jornal sentado na cadeira de balanço na varanda da sua casa.

De repente chega a sua mulher e mete a panela bem forte na cabeça de seu marido.

- Páaaaaaaaaaaaaaa!

Ele assustado pergunta:

- Mas o que foi?!

Ela responde:

- O que era aquele papel escrito com números e o nome de uma mulher chamada Marylu?

Ele explica:

- Mas amor do meu coração! Não te lembras daquele dia?

- Qual dia?

- Aquele em que apostei num cavalo!

- E então?

- O número era da quantia e o nome era do cavalo!

- Desculpa, por favor!

Passa alguns dias e ela volta a bater com a panela na cabeça dele!

- Então pá?!

- O cavalo está-te a ligar!

Mais anedotas de Família

Passou num vermelho!

Um homem é parado pela polícia:

- O senhor passou num semáforo vermelho!

- O quê? Não passei nada! Eu não vi!

- Passou sim, que eu vi! Quero ver os documentos do carro!

- Não tenho!

- Não tem?! Como não tem?!

- Como é que eu ia ter se o carro é roubado?!

- Roubado?! Saia já do carro!

- Afinal lembrei-me! Eu tenho os documentos! Estão no porta-luvas ao lado da pistola!

- O quê?! Uma pistola?

- Então?! Para matar o dono do carro!

- Você matou o dono do carro?!

- Sim, e pus o corpo no porta-bagagens!

Com a situação, o polícia chama reforços.

Quando o chefe do polícia chega, ele abre o porta-bagagens e não encontra nenhum corpo.

Abre o porta-luvas, não encontra pistola e encontra os documentos.

O chefe confuso pergunta:

- Então não tinha dito que tinha morto um homem, tinha uma pistola e tinha roubado o carro?!

- Não! O polícia que me parou é que é um mentiroso! Se calhar também lhe disse que eu parei no vermelho…

Napoleão Bonaparte

O Manuel foi fazer uma excursão pela Europa e, ao visitar Paris, não pôde deixar de ir até à Igreja des Invalides.

E o guia explicou:

- Aqui neste caixão, estão as cinzas de Napoleão Bonaparte!

E o português:

- Caramba! Como fumava este gajo!

Governos

Numa rua iam dois bêbados, um atrás do outro.

O bêbado da frente diz:

- Se eu fosse o primeiro-ministro, isto era uma maravilha. As casas eram de borla, não havia inflação, toda a gente recebia bem, não existia pobreza, …

Falando sem parar, o homem caminha em direção a uma tampa do esgoto aberta e cai lá dentro.

Então o bêbado de trás diz:

- É sempre a mesma coisa. Um governo que prometia e já caiu!