Um compadre perguntou ao outro:
- O que aconteceu compadre? Porque está tanta gente assim na sua casa? Morreu alguém?
- Sim, compadre, meu burro matou a minha sogra com um coice!
- Haaaa, e toda essa gente conhecia a tua sogra?
- Não compadre, vieram comprar o burro!
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Que jogador péssimo!
Num jogo de futebol, o filho pergunta ao pai:
- Pai, porque é que os adeptos estão chateados com aquele jogador?
- Porque ele atirou uma pedra ao árbitro e foi expulso - responde ao filho.
E diz a criança:
- Mas ele nem acertou!
E explica o pai:
- Por isso mesmo, filho!
- Pai, porque é que os adeptos estão chateados com aquele jogador?
- Porque ele atirou uma pedra ao árbitro e foi expulso - responde ao filho.
E diz a criança:
- Mas ele nem acertou!
E explica o pai:
- Por isso mesmo, filho!
Não havia!
Um muçulmano devoto entra num táxi.
Uma vez sentado, pede ao taxista para desligar o rádio, porque não quer ouvir música, como decretado na sua religião, e porque no tempo do profeta não havia música, especialmente música ocidental, que é música dos infiéis.
O motorista do táxi educadamente desliga o rádio, sai do carro, dirige-se à porta do lado do cliente e abre-a.
O árabe pergunta:
- O que é que você está a fazer?
- No tempo do profeta não havia táxis, por isso saia e espere pelo próximo camelo!
Uma vez sentado, pede ao taxista para desligar o rádio, porque não quer ouvir música, como decretado na sua religião, e porque no tempo do profeta não havia música, especialmente música ocidental, que é música dos infiéis.
O motorista do táxi educadamente desliga o rádio, sai do carro, dirige-se à porta do lado do cliente e abre-a.
O árabe pergunta:
- O que é que você está a fazer?
- No tempo do profeta não havia táxis, por isso saia e espere pelo próximo camelo!
Jardins zoológicos
Um menino pede à mãe:
- Mãe, pode me levar hoje no jardim zoológico?
E a mãe responde:
- Não, filho. Quem quiser te ver, que venha aqui a casa.
- Mãe, pode me levar hoje no jardim zoológico?
E a mãe responde:
- Não, filho. Quem quiser te ver, que venha aqui a casa.