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Anedotas de Família

Têm de me ajudar

Um rapaz morava no 15.º andar de um prédio.

Certo dia a sua sogra teve um ataque de nervos e queria se matar.

Ele corre com o telemóvel:

- Pelo amor de Deus, alguém tem de me ajudar! A minha sogra quer se atirar pela janela do apartamento!

Do outro lado da linha respondem:

- Meu senhor, o senhor deve estar enganado, aqui é uma carpintaria.

E o rapaz:

- Eu sei! A janela não está a abrir!

Mais anedotas de Família

Um encontro

Jesus e Moisés encontram-se, mas não se reconhecem.

- Quem és tu?

- Eu sou Moisés!

- Então prova-o!

Moisés aproxima-se de um rio e afasta as águas.

- Vês?

- Ah, és Moisés, sim. Olha, eu sou Jesus.

- Então prova-o!

Jesus aproxima-se do rio e caminha em direção à água, mas vai ao fundo.

Moisés ajuda-o a sair da água e diz-lhe:

- Ah, afinal não és Jesus!

- Sou, sou! Só que desde que me fizeram estes buracos nos pés que tem sido complicado.

"Meu filho"

Quatro homens e uma mulher, católicos, estavam tomando café na Praça de São Pedro.

O primeiro homem falou:

- O meu filho é um padre. Quando entra num recinto o tratam de Padre.

O segundo homem bradou:

- O meu filho é um bispo, e quando ele entra num recinto o tratam de "Sua Graça".

O terceiro homem disse:

- O meu filho é um Cardeal. Quando ele entra num recinto todos inclinam a cabeça e o tratam de "Sua Eminência".

O quarto homem disse orgulhosamente:

- O meu filho é o Papa. Quando entra num recinto o tratam de "Sua Santidade".

Como a única mulher estava saboreando o café em silêncio, os quatro homens dirigiram-se a ela um sutil:

- Então?

Ela orgulhosamente respondeu:

- Eu tenho uma filha, alta, elegante e com 24 polegadas de cintura, e quando ela entra num recinto todos exclamam: "Oh! Meu Deus!".

Últimas palavras

Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.

Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.

O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.

O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.

No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.

Ele aproveita a presença de todos e diz:

- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.

Ele abre o bloco e lê em voz alta:

- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!