Um rapaz morava no 15.º andar de um prédio.
Certo dia a sua sogra teve um ataque de nervos e queria se matar.
Ele corre com o telemóvel:
- Pelo amor de Deus, alguém tem de me ajudar! A minha sogra quer se atirar pela janela do apartamento!
Do outro lado da linha respondem:
- Meu senhor, o senhor deve estar enganado, aqui é uma carpintaria.
E o rapaz:
- Eu sei! A janela não está a abrir!
Anedotas de Família
Mais anedotas de Família
Ajuda de quem
A professora diz aos alunos:
- Quem fez o trabalho de casa sem ajuda, que ponha o dedo no ar!
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
- Agora quem fez com a ajuda da família, que ponha o dedo no ar! - pede a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
- E quem fez com ajuda de outras pessoas, que ponha o dedo no ar! - diz a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
A professora então pergunta:
- Então Joãozinho, qual foi a tua ajuda?
À qual o Joãozinho responde:
- A calculadora!
- Quem fez o trabalho de casa sem ajuda, que ponha o dedo no ar!
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
- Agora quem fez com a ajuda da família, que ponha o dedo no ar! - pede a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
- E quem fez com ajuda de outras pessoas, que ponha o dedo no ar! - diz a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
A professora então pergunta:
- Então Joãozinho, qual foi a tua ajuda?
À qual o Joãozinho responde:
- A calculadora!
Metades
Um tipo encontra um amigo que lhe devia uma certa importância em dinheiro e diz-lhe:
- Mais vale perder algum dinheiro, que perder um amigo. E, para que vejas como estou a ser sincero, eu esqueço metade da importância que me deves.
O outro:
- Obrigado! De facto, os verdadeiros amigos são mesmo assim! E eu, como não quero ficar atrás, também esqueço a outra metade!
- Mais vale perder algum dinheiro, que perder um amigo. E, para que vejas como estou a ser sincero, eu esqueço metade da importância que me deves.
O outro:
- Obrigado! De facto, os verdadeiros amigos são mesmo assim! E eu, como não quero ficar atrás, também esqueço a outra metade!
O acidente
Uma loira estava a passear e viu um acidente de alguém que tinha sido atropelado.
Esta queria ver mais perto mas estava lá muita gente, e então começou a gritar:
- Sou parente da vítima, sou parente da vítima! Deixem passar, sou parente da vítima!
Depois, quando finalmente chegou mais perto, reparou que afinal quem tinha sido atropelado tinha sido um burro.
Esta queria ver mais perto mas estava lá muita gente, e então começou a gritar:
- Sou parente da vítima, sou parente da vítima! Deixem passar, sou parente da vítima!
Depois, quando finalmente chegou mais perto, reparou que afinal quem tinha sido atropelado tinha sido um burro.