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Anedotas de Religião

"Meu filho"

Quatro homens e uma mulher, católicos, estavam tomando café na Praça de São Pedro.

O primeiro homem falou:

- O meu filho é um padre. Quando entra num recinto o tratam de Padre.

O segundo homem bradou:

- O meu filho é um bispo, e quando ele entra num recinto o tratam de "Sua Graça".

O terceiro homem disse:

- O meu filho é um Cardeal. Quando ele entra num recinto todos inclinam a cabeça e o tratam de "Sua Eminência".

O quarto homem disse orgulhosamente:

- O meu filho é o Papa. Quando entra num recinto o tratam de "Sua Santidade".

Como a única mulher estava saboreando o café em silêncio, os quatro homens dirigiram-se a ela um sutil:

- Então?

Ela orgulhosamente respondeu:

- Eu tenho uma filha, alta, elegante e com 24 polegadas de cintura, e quando ela entra num recinto todos exclamam: "Oh! Meu Deus!".

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Nem pensar!

Depois de vários anos de casado e depois de muito relutar, o marido concorda em levar a sogra e a esposa para conhecer Jerusalém.

Assim que desceram do avião, a velha teve um ataque cardíaco e morreu abruptamente.

Passado o susto inicial, o sujeito foi verificar os procedimentos necessários para mandar o corpo de volta ao Brasil.

- Você vai gastar aproximadamente dez mil dólares - informou-lhe uma funcionária.

- Dez mil?

Com medo de que o marido também tivesse um enfarte, a esposa tentou aliviar:

- Querido, se você quiser enterrá-la aqui mesmo, eu não me importo.

- Enterrá-la aqui em Jerusalém? De jeito nenhum!

- Por que não?

- Há dois mil anos atrás teve um sujeito que foi enterrado aqui e ressuscitou depois de três dias!

Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador.

Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.

Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções.

Ele pegou na arma e entrou na sala.

Durante 5 minutos tudo muito calmo.

Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português!

Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.

Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.

A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.

Após alguns minutos fica tudo muito calmo.

A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.

Alvoroço a bordo

Um português vai no voo de Lisboa para Nova Iorque quando de repente se dá um tremendo alvoroço a bordo.

O homem no lugar ao lado do seu começa a gritar:

- Fogo! Fogo!

O português continua calmamente a ver o seu filmezito.

O homem no lugar ao lado grita-lhe:

- Você é surdo? Há fogo a bordo!

- E eu quero lá saber! O avião não é meu!