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Anedotas de Religião

"Meu filho"

Quatro homens e uma mulher, católicos, estavam tomando café na Praça de São Pedro.

O primeiro homem falou:

- O meu filho é um padre. Quando entra num recinto o tratam de Padre.

O segundo homem bradou:

- O meu filho é um bispo, e quando ele entra num recinto o tratam de "Sua Graça".

O terceiro homem disse:

- O meu filho é um Cardeal. Quando ele entra num recinto todos inclinam a cabeça e o tratam de "Sua Eminência".

O quarto homem disse orgulhosamente:

- O meu filho é o Papa. Quando entra num recinto o tratam de "Sua Santidade".

Como a única mulher estava saboreando o café em silêncio, os quatro homens dirigiram-se a ela um sutil:

- Então?

Ela orgulhosamente respondeu:

- Eu tenho uma filha, alta, elegante e com 24 polegadas de cintura, e quando ela entra num recinto todos exclamam: "Oh! Meu Deus!".

Mais anedotas de Religião

Alentejano contratado para pintar autoestrada

Um alentejano é contratado para pintar uma estrada.

O chefe explica-lhe como fazer o seu trabalho:

- Pegas nesta trincha e tens aqui este balde de tinta. Só tens que molhar a trincha no balde, pintas uma linha no centro da estrada, assim, e tornas a molhar a trincha na tinta para continuares a pintar.

O alentejano começa então a trabalhar.

No primeiro dia, o alentejano pintou 3 quilómetros de estrada.

No segundo dia, 2 quilómetros.

No terceiro dia, 500 metros.

E todos os dias o alentejano pintava menos um bocado, até ao dia em que já só pintou 2 metros.

Diz-lhe o patrão:

- Então? Como é? Andas a mandriar? Porque é que cada vez pintas menos?

- Ora essa, patrão… É que o balde está cada vez mais longe!

Problemas em selos

O Presidente queria um selo com uma foto sua para celebrar o seu primeiro ano de governo.

Ele exigiu um selo de altíssima qualidade.

Os selos são criados, impressos e vendidos.

O Presidente fica radiante!

Alguns dias depois, o Presidente fica furioso ao ouvir reclamações de que o selo não adere aos envelopes.

O Presidente convoca os responsáveis e ordena que investiguem o assunto.

Eles pesquisam as agências dos correios de todo o país e relatam o problema.

Todos dizem:

- Não há nada de errado com a qualidade dos selos. O problema é que as pessoas andam a cuspir do lado errado.

Que grande traquinice!

Desesperado, o diretor olhou para o relógio e, já sem acreditar que o assistente chegaria a tempo de lhe entregar um documento importante para a reunião que estava prestes começar, ligou ao dito cujo.

Atendeu uma voz de criança meio sussurrante.

- 'Tá?

- O teu pai está?

- 'Tá… - ainda a sussurrar.

- Posso falar com ele?

- Não.

Desconcertado, o diretor tentou falar com outro adulto:

- E a tua mãe? Está aí?

- 'Tá.

- Ela pode falar comigo?

- Não. 'Tá ocupada.

- Há mais alguém aí?

- Sim… - sussurrou.

- Quem?

- Um polícia.

Um pouco surpreendido, o diretor continuou:

- O que é que o polícia está a fazer aí?

- Ele 'tá a conversar com o papá, com a mamã e com o bombeiro.

Ao ouvir um grande barulho do outro lado da linha, o diretor perguntou assustado:

- Que barulho é esse?

- É do helicóptero que acabou de chegar.

- Um helicóptero!?

- É… ele trouxe uma equipa de busca.

- Meu Deus! O que é que está a acontecer aí? - perguntou o diretor já muito assustado.

E o miúdo sussurrou com um risinho malandro:

- Eles 'tão à minha procura…