Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.
Qual será a origem desse costume?
Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.
Quando chegou no sete, Moisés disse:
- Não desejarás a mulher do próximo!
Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:
- Risca o sete, risca o sete!
Anedotas de Religião
Mais anedotas de Religião
À espera
Era dia de exames de rotina no hospício para ver se havia algum louco que podia ser libertado.
Assim que foi dado o sinal, todos os funcionários começaram a gritar:
- O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO! O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO!
Imediatamente os loucos atiraram-se ao chão e começaram a nadar freneticamente.
Ao ver que um continuava sentado num banco, com um ar de sossego, o médico perguntou:
- Por que é que tu não estás a nadar?
E o louco respondeu:
- Você pensa que eu sou tonto?
Aí o médico pensou:
- "Este já deve estar bom."
E o louco continua:
- Vou esperar pelo barco!
Assim que foi dado o sinal, todos os funcionários começaram a gritar:
- O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO! O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO!
Imediatamente os loucos atiraram-se ao chão e começaram a nadar freneticamente.
Ao ver que um continuava sentado num banco, com um ar de sossego, o médico perguntou:
- Por que é que tu não estás a nadar?
E o louco respondeu:
- Você pensa que eu sou tonto?
Aí o médico pensou:
- "Este já deve estar bom."
E o louco continua:
- Vou esperar pelo barco!
Burrice é passado!
Cansada das brincadeiras sobre a sua burrice, a loira resolveu pintar o cabelo de preto.
Para comemorar o novo visual, foi dar uma volta de carro pelo campo e lá encontrou um pastor de ovelhas.
- Bom dia, senhor pastor! Que lindo rebanho o senhor tem!
- Obrigado!
- Se eu acertar quantas ovelhas há no seu rebanho, eu ganho uma?
- Claro! Duvido que a senhora seja capaz!
- São 627!
- Impressionante! Esse é o número exato de ovelhas do meu rebanho! Pode escolher uma, e ela é sua!
A loira olhou com atenção todas aquelas ovelhas macias e, depois de muito acariciá-las, selecionou uma e quando a estava levando para o carro quando o pastor chamou:
- Senhora! Se eu adivinhar a cor original do seu cabelo, a menina devolve o meu cachorro?
Para comemorar o novo visual, foi dar uma volta de carro pelo campo e lá encontrou um pastor de ovelhas.
- Bom dia, senhor pastor! Que lindo rebanho o senhor tem!
- Obrigado!
- Se eu acertar quantas ovelhas há no seu rebanho, eu ganho uma?
- Claro! Duvido que a senhora seja capaz!
- São 627!
- Impressionante! Esse é o número exato de ovelhas do meu rebanho! Pode escolher uma, e ela é sua!
A loira olhou com atenção todas aquelas ovelhas macias e, depois de muito acariciá-las, selecionou uma e quando a estava levando para o carro quando o pastor chamou:
- Senhora! Se eu adivinhar a cor original do seu cabelo, a menina devolve o meu cachorro?
Sou uma ervilha!
Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.
De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.
Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.
Então levaram o homem a um psiquiatra.
- Diga-me, qual é o seu problema?
- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
- Sim, mas e daí?
- O senhor já viu uma ervilha com braços?
- Não…
- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?
- Não… nunca pensei nisso…
- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!
- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!
Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.
Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:
- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?
- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?
De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.
Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.
Então levaram o homem a um psiquiatra.
- Diga-me, qual é o seu problema?
- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
- Sim, mas e daí?
- O senhor já viu uma ervilha com braços?
- Não…
- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?
- Não… nunca pensei nisso…
- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!
- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!
Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.
Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:
- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?
- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?