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Anedotas de Religião

Risco no sete

Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.

Qual será a origem desse costume?

Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.

Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.

Quando chegou no sete, Moisés disse:

- Não desejarás a mulher do próximo!

Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:

- Risca o sete, risca o sete!

Mais anedotas de Religião

Precisamos de mais um médico

Toca o telefone e o médico reconhece a voz de um colega do outro lado da linha:

- Precisamos de mais um jogador para jogar às cartas.

- Estou a caminho.

Enquanto ele veste uma blusa, a sua mulher pergunta:

- O caso é grave?

- É sim - responde ele, muito sério - é tão grave, que já há outros três médicos no local.

O que aconteceu?

O cara acorda morrendo de ressaca e encontra no criado mudo um copo de água e duas aspirinas.

Olha em volta e vê sua roupa passada e pendurada.

O quarto está em perfeita ordem.

Há um bilhete de sua mulher:

"Querido, deixei teu café pronto na copa. Fui ao supermercado. Beijos!"

Ele desce, encontra o café esperando por ele, não entende o fato de estar tudo tão perfeito e pergunta ao filho:

- Filho! O que aconteceu ontem?

- Foi normal, pai… Você chegou às 3 da madrugada, completamente bêbado, vomitou no tapete da sala, quebrou alguns móveis, mijou no guarda-roupa e machucou teu olho ao bater na porta do quarto.

- E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da tua mãe?

- Ah, é que quando você chegou a mamãe te arrastou até a cama e quando estava tirando tuas calças, você disse: "Não faça isso moça, eu sou casado!"

Política alentejana

Uns alentejanos estavam debaixo de uma árvore a conversar.

Passam uns deputados e perguntam:

- Vocês viram um acidente de carro, em que iam uns deputados?

- Vimos sim! Estava o carro a passar, com as bandeirinhas e com o megafone, e de repente despistou-se.

- E os corpos, onde estão?

- Enterramos.

- Não estavam vivos, pois não?

- Uns diziam que sim, mas como os políticos são todos uns mentirosos, enterramos na mesma.