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Anedotas de Religião

Risco no sete

Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.

Qual será a origem desse costume?

Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.

Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.

Quando chegou no sete, Moisés disse:

- Não desejarás a mulher do próximo!

Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:

- Risca o sete, risca o sete!

Mais anedotas de Religião

Tudo é relativo

Um macaquinho perguntou à mãe:

- Ó mãe! Porque somos tão feios?

A mãe respondeu:

- Filho, deves agradecer a Deus por sermos assim. Devias ver a pessoa que está a ler esta anedota.

Ferramentas

Chamado às pressas no meio da noite, o médico chega todo cansado à casa de um empresário, cuja esposa estava acamada.

- Com licença - diz ele, expulsando todas as pessoas do quarto. - preciso ficar só, com a paciente!

Apreensivo, o marido fica do lado de fora do quarto.

Ouve alguns barulhos estranhos, e depois de alguns minutos o médico enfia a cabeça pela porta e pergunta ao marido:

- O senhor tem um alicate?

O marido vai buscar um alicate.

A porta torna a se fechar.

Mais barulhos estranhos e alguns minutos depois, novamente a cabeça do médico aparece na soleira da porta:

- O senhor tem uma chave de fendas?

Espantado, o marido vai buscar a chave de fendas.

Passam-se mais alguns minutos:

- O senhor tem um serrote?

E o marido, desesperado:

- Serrote? O caso dela é tão grave assim?

- Ainda não sei - explica o médico - não consigo abrir a minha mala!

Presidente da República e a tragédia

O Presidente da República faz uma visita a uma escola e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras.

A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia".

Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.

Um garoto se levanta e diz:

- Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.

- Não - diz o Presidente - isto seria um acidente.

Uma rapariga levanta a mão.

- Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças - pergunta ela - caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?

- Também não - explica o Presidente - Neste caso, seria uma grande perda.

A sala fica em silêncio.

Nenhum voluntário.

O Presidente olha para a turma:

- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?

Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.

Com uma voz tranquila ele diz:

- Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!

- Fantástico! - exclama o Presidente - correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?

- Bem, - diz o Joãozinho - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!