Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.
Qual será a origem desse costume?
Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.
Quando chegou no sete, Moisés disse:
- Não desejarás a mulher do próximo!
Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:
- Risca o sete, risca o sete!
Anedotas de Religião
Mais anedotas de Religião
Estivemos
O Joãozinho estava a fazer os trabalhos das férias em casa da avó, quando se depara com a seguinte tarefa: "Escrever uma frase acerca de um passeio dado."
A avó, que estava ao lado, aconselha-o a dizer a frase em voz alta, antes de ela a escrever.
- Está bem - diz o rapaz - Então a frase é: "No domingo passado, eu e os meus pais estivamos na praia."
- "Estivemos" - corrige a avó.
- Não avó! - contraria o Joãozinho - tu não estavas!
A avó, que estava ao lado, aconselha-o a dizer a frase em voz alta, antes de ela a escrever.
- Está bem - diz o rapaz - Então a frase é: "No domingo passado, eu e os meus pais estivamos na praia."
- "Estivemos" - corrige a avó.
- Não avó! - contraria o Joãozinho - tu não estavas!
Canivete perdido
O Joãozinho chega a casa e diz:
- Olá pai! Encontrei um canivete perdido!
- Ai, foi e estava mesmo perdido?
- Sim, sim, tenho a certeza, pois eu bem vi como o dono estava à procura dele!
- Olá pai! Encontrei um canivete perdido!
- Ai, foi e estava mesmo perdido?
- Sim, sim, tenho a certeza, pois eu bem vi como o dono estava à procura dele!
O julgamento da toupeira
Um dia na floresta houve um julgamento de uma toupeira que acabou condenada à morte.
Quando o dia da execução chegou, perguntaram-lhe:
- Tem algum último desejo?
Ao que a toupeira respondeu:
- Enterrem-me viva!
Quando o dia da execução chegou, perguntaram-lhe:
- Tem algum último desejo?
Ao que a toupeira respondeu:
- Enterrem-me viva!