Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.
Qual será a origem desse costume?
Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.
Quando chegou no sete, Moisés disse:
- Não desejarás a mulher do próximo!
Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:
- Risca o sete, risca o sete!
Anedotas de Religião
Mais anedotas de Religião
No WC
Num WC público, daqueles antigos, com a sentina rente ao chão, um homem está muito aflito a tentar fazer as necessidades.
Repara num desenho na porta em frente, com um dístico, e aproxima-se um pouco para o conseguir ler:
- Já comi a Claudia Shiffer!
Mais acima, outro desenho e outra legenda:
- Já comi a Michelle Pfeiffer!
Há ainda outro mais acima.
O homem bastante curioso aproxima-se ainda mais:
- Olha, tem cuidado que estás a cag*r fora do buraco!
Repara num desenho na porta em frente, com um dístico, e aproxima-se um pouco para o conseguir ler:
- Já comi a Claudia Shiffer!
Mais acima, outro desenho e outra legenda:
- Já comi a Michelle Pfeiffer!
Há ainda outro mais acima.
O homem bastante curioso aproxima-se ainda mais:
- Olha, tem cuidado que estás a cag*r fora do buraco!
Alentejano telefona para a GNR
- Estouuuu… é da GNR?
- É sim, em que posso ajudá-lo?
- Queria fazer quexa do mê vizinho Maneli. Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira pra larera.
- Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.
No dia seguinte os guardas da GNR estavam em casa do Manel.
Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha, e usando machados abriram ao meio todos os troncos que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma.
Praguejaram e foram-se embora.
Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel:
- Oh Maneli, já aí foram os tipos da GNR?
- Já.
- E racharam-te a lenha toda?
- Sim!
- Então feliz Natal, amigo! Esse foi o mê presente deste ano!
- É sim, em que posso ajudá-lo?
- Queria fazer quexa do mê vizinho Maneli. Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira pra larera.
- Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.
No dia seguinte os guardas da GNR estavam em casa do Manel.
Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha, e usando machados abriram ao meio todos os troncos que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma.
Praguejaram e foram-se embora.
Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel:
- Oh Maneli, já aí foram os tipos da GNR?
- Já.
- E racharam-te a lenha toda?
- Sim!
- Então feliz Natal, amigo! Esse foi o mê presente deste ano!
À espera
Era dia de exames de rotina no hospício para ver se havia algum louco que podia ser libertado.
Assim que foi dado o sinal, todos os funcionários começaram a gritar:
- O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO! O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO!
Imediatamente os loucos atiraram-se ao chão e começaram a nadar freneticamente.
Ao ver que um continuava sentado num banco, com um ar de sossego, o médico perguntou:
- Por que é que tu não estás a nadar?
E o louco respondeu:
- Você pensa que eu sou tonto?
Aí o médico pensou:
- "Este já deve estar bom."
E o louco continua:
- Vou esperar pelo barco!
Assim que foi dado o sinal, todos os funcionários começaram a gritar:
- O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO! O HOSPÍCIO ESTÁ INUNDANDO!
Imediatamente os loucos atiraram-se ao chão e começaram a nadar freneticamente.
Ao ver que um continuava sentado num banco, com um ar de sossego, o médico perguntou:
- Por que é que tu não estás a nadar?
E o louco respondeu:
- Você pensa que eu sou tonto?
Aí o médico pensou:
- "Este já deve estar bom."
E o louco continua:
- Vou esperar pelo barco!