Havia uma pessoa que adorava pescar num rio perto da sua casa.
Já lá ia durante muitos anos, até que certo dia ao chegar ao local depara-se com um sinal a proibir a pesca naquela zona, mas como já pescava por ali durante tanto tempo acabou por ignorar o sinal e deu início à pesca.
Algumas horas mais tarde, já com alguns peixes no seu balde, aparece um agente da GNR:
- Boa tarde, o senhor tem conhecimento da proibição de pesca neste local?
- Por acaso sim sabia, mas eu também não estou a pescar.
- Não? E esses peixes aí no balde, são o quê?
- Eu ando a treinar estes peixes. Eu atiro-os ao rio e assim que assobiar, eles nadam até mim e saltam para o balde.
O agente da GNR, intrigado e a rir, comenta:
- Gostaria de ver isso!
Então o pescador acaba por atirar o peixe de volta ao rio e o agente fica à espera.
Alguns minutos depois o agente pergunta:
- Então?! Não vai chamar o peixe de volta?
Ao que o pescador responde:
- Peixe? Qual peixe?
Anedotas de Polícia
Mais anedotas de Polícia
Segundos de loucura
Um tipo comprou um carro topo de gama e estava a dar uma volta numa estrada municipal à noite.
A capota estava recolhida, a brisa soprava levemente pelo seu cabelo e ele decidiu puxar um bocado pelo carro.
Assim que a agulha chegou aos 130 km, ele de repente reparou nas luzes azuis por trás dele.
- "De maneira alguma conseguem acompanhar um Mercedes" - pensou ele para consigo mesmo, e acelerou ainda mais.
A agulha bateu os 150, 170, 180 e, finalmente, os 200 km/h, sempre com as luzes atrás dele.
Entretanto teve um momento de lucidez e pensou:
- "Mas que raio é que eu estou a fazer?!" - e logo de seguida encostou.
O polícia chegou ao pé dele, pegou na carta de condução sem dizer uma palavra e examinou o carro.
- Eu tive um turno bastante longo e esta é a minha última paragem. Não estou com vontade de tratar de mais papeladas, por isso, se me der uma desculpa pela forma como conduziu que eu ainda não tenha ouvido, deixo-o ir!
- Na semana passada a minha mulher fugiu de casa com um polícia - disse o homem - e eu estava com medo que a quisesse devolver!
Diz o polícia:
- Tenha uma boa noite!
A capota estava recolhida, a brisa soprava levemente pelo seu cabelo e ele decidiu puxar um bocado pelo carro.
Assim que a agulha chegou aos 130 km, ele de repente reparou nas luzes azuis por trás dele.
- "De maneira alguma conseguem acompanhar um Mercedes" - pensou ele para consigo mesmo, e acelerou ainda mais.
A agulha bateu os 150, 170, 180 e, finalmente, os 200 km/h, sempre com as luzes atrás dele.
Entretanto teve um momento de lucidez e pensou:
- "Mas que raio é que eu estou a fazer?!" - e logo de seguida encostou.
O polícia chegou ao pé dele, pegou na carta de condução sem dizer uma palavra e examinou o carro.
- Eu tive um turno bastante longo e esta é a minha última paragem. Não estou com vontade de tratar de mais papeladas, por isso, se me der uma desculpa pela forma como conduziu que eu ainda não tenha ouvido, deixo-o ir!
- Na semana passada a minha mulher fugiu de casa com um polícia - disse o homem - e eu estava com medo que a quisesse devolver!
Diz o polícia:
- Tenha uma boa noite!
Sou uma ervilha!
Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.
De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.
Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.
Então levaram o homem a um psiquiatra.
- Diga-me, qual é o seu problema?
- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
- Sim, mas e daí?
- O senhor já viu uma ervilha com braços?
- Não…
- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?
- Não… nunca pensei nisso…
- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!
- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!
Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.
Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:
- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?
- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?
De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.
Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.
Então levaram o homem a um psiquiatra.
- Diga-me, qual é o seu problema?
- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
- Sim, mas e daí?
- O senhor já viu uma ervilha com braços?
- Não…
- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?
- Não… nunca pensei nisso…
- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!
- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!
Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.
Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:
- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?
- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?
Maquilhagem
Um bêbado olha para uma senhora e diz:
- Porque é que pôs tanta maquilhagem?
- Ora, para ficar bonita.
- E porque é que não ficou?
- Porque é que pôs tanta maquilhagem?
- Ora, para ficar bonita.
- E porque é que não ficou?