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Anedotas de Polícia

Qual peixe?

Havia uma pessoa que adorava pescar num rio perto da sua casa.

Já lá ia durante muitos anos, até que certo dia ao chegar ao local depara-se com um sinal a proibir a pesca naquela zona, mas como já pescava por ali durante tanto tempo acabou por ignorar o sinal e deu início à pesca.

Algumas horas mais tarde, já com alguns peixes no seu balde, aparece um agente da GNR:

- Boa tarde, o senhor tem conhecimento da proibição de pesca neste local?

- Por acaso sim sabia, mas eu também não estou a pescar.

- Não? E esses peixes aí no balde, são o quê?

- Eu ando a treinar estes peixes. Eu atiro-os ao rio e assim que assobiar, eles nadam até mim e saltam para o balde.

O agente da GNR, intrigado e a rir, comenta:

- Gostaria de ver isso!

Então o pescador acaba por atirar o peixe de volta ao rio e o agente fica à espera.

Alguns minutos depois o agente pergunta:

- Então?! Não vai chamar o peixe de volta?

Ao que o pescador responde:

- Peixe? Qual peixe?

Mais anedotas de Polícia

Vaca ou vitela?

O cliente diz ao empregado:

- Ouça lá… Isto é vaca ou é vitela?

- O senhor não consegue distinguir pelo sabor?

- Eu? Não!

- Então se não consegue distinguir, que diferença faz?

Maldita carne!

A esposa, grávida, acorda durante a noite e chama o marido:

- Amor… amor!

- O quê?!

- Acorda!

- O que é?!

- Acorda!

Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:

- O que é que aconteceu?!

- Estou com um desejo.

- Desejo?

- Sim… de comer carne de corvo!

- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?

- Vai ao zoo.

- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.

- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.

Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.

Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:

- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.

A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:

- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.

Estado de saúde

- Bom dia, é da receção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre um paciente. Queria saber se certa pessoa está melhor ou piorou.

- Qual é o nome do paciente?

- Chama-se Pedro e está no quarto 302.

- Um momento, eu vou transferir a ligação para o setor de enfermagem.

- Bom dia, sou a enfermeira Lourdes. O que deseja?

- Gostaria de saber as condições clínicas do paciente Pedro do quarto 302, por favor!

- Um minuto, vou localizar o médico de plantão.

- Aqui é o Dr. Carlos. Em que posso ajudar?

- Olá, doutor. Precisaria que alguém me informasse sobre a saúde do Pedro que está internado há três semanas no quarto 302.

- Ok, vou consultar o prontuário do paciente. Um instante! Aqui está, ele se alimentou bem hoje, a pressão arterial e pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado do monitor cardíaco até amanhã. Continuando bem, o médico responsável assinará alta em três dias.

- Ahhhh, graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!

- Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da família?

- Não, sou o próprio Pedro telefonando aqui do quarto 302! É que todo mundo entra e sai desta deste quarto e ninguém me diz nada. Eu só queria saber como estou!