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Anedotas de Família

Um crime pouco grave

Na esquadra da polícia, aparece um cidadão e diz que quer se confessar.

O polícia pergunta:

- O que aconteceu?

E o homem:

- Doutor! Eu matei a minha sogra!

- Bem meu filho, você cometeu esse crime mas deveria estar muito alterado! Não se preocupe, vá para casa e descanse. Está tudo bem!

- Mas doutor, eu enterrei a velha!

- Ah meu filho, viu que boa alma você é? Enterrou a sua sogra e assim já evitou muita burocracia!

- Doutor! Mas quando eu estava enterrando, ela gritava que ainda estava viva!

- Ó meu filho! E você não sabe que todas as sogras são mentirosas?

Mais anedotas de Família

O prazer de uma dança

Começa a música e um bêbado vai cambaleando e trocando as pernas.

Ele dirige-se a uma senhora de preto e pede:

- Madame, a senhora dá-me o prazer desta dança?

A senhora responde:

- Não, e por três motivos!

O bêbado diz:

- Três? E que motivos são esses?

A senhora muito séria explica:

- Primeiro, o senhor está bêbado num funeral. Segundo, não se dança o hino nacional. E terceiro, não sou Madame, sou sim o padre!

Jesus e Judas

Jesus reuniu os seus discípulos para subirem a montanha.

Antes de começarem a caminhada, Jesus pediu que cada um levasse consigo uma pedra.

Todos os apóstolos carregaram grandes pedras, como forma de sacrifício.

Judas, no entanto, levou apenas uma pedrinha na mão e ia atirando-a ao ar pelo caminho, brincando com ela.

Findas as quatro horas de caminhada, Jesus rodeou-se dos 12 e transformou as pedras de cada um em pão.

Todos comeram e se saciaram menos Judas, que passou fome, já que tinha apenas uma bucha de pão para comer.

No dia seguinte, Jesus chamou-os novamente para subir a montanha.

Judas, desta vez, levou um grande pedregulho com ele, ao passo que os outros, ainda com dores nas costas do dia anterior, levaram apenas pequenas pedras.

Judas esforçou-se para carregar o pedregulho.

Chegou ao fim completamente suado, cheio de dores e com bolhas nas mãos e nos pés.

Jesus reuniu os 12 em seu redor, olhou para Judas, viu o tamanho do pedregulho que ele carregava e o estado em que ele se encontrava e disse:

- Ó Judas! Mas nós hoje trouxemos lanche!

Sou uma ervilha!

Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.

De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.

Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.

Então levaram o homem a um psiquiatra.

- Diga-me, qual é o seu problema?

- Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.

- Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?

- Sim, mas e daí?

- O senhor já viu uma ervilha com braços?

- Não…

- Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?

- Não… nunca pensei nisso…

- Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!

- Não acredito doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!

Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.

Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.

Foi para o hospital todo magoado e entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:

- Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?

- Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?