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Anedotas de Família

Um crime pouco grave

Na esquadra da polícia, aparece um cidadão e diz que quer se confessar.

O polícia pergunta:

- O que aconteceu?

E o homem:

- Doutor! Eu matei a minha sogra!

- Bem meu filho, você cometeu esse crime mas deveria estar muito alterado! Não se preocupe, vá para casa e descanse. Está tudo bem!

- Mas doutor, eu enterrei a velha!

- Ah meu filho, viu que boa alma você é? Enterrou a sua sogra e assim já evitou muita burocracia!

- Doutor! Mas quando eu estava enterrando, ela gritava que ainda estava viva!

- Ó meu filho! E você não sabe que todas as sogras são mentirosas?

Mais anedotas de Família

A luz de uma lâmpada

Um médico entra num manicômio e se depara com um louco pendurado no lustre e outro deitado no sofá, e pergunta para o que está no sofá:

- O que é que ele está fazendo no lustre?

- Ele acha que é uma lâmpada!

- E porque é que não tiras ele de lá?

- E porque é que quer que eu fique no escuro?

Quanto custará?

Um Prefeito queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros: um japonês, um norte-americano e um brasileiro.

- Faço por 3 milhões de reais - disse o japonês - 1 milhão pela mão-de-obra, 1 milhão pelo material e 1 milhão para meu lucro.

- Faço por 6 milhões de reais - propôs o norte-americano - 2 pela mão-de-obra, 2 pelo material e 2 para mim. Mas o serviço é de primeira!

- Faço por 9 milhões de reais - disse o brasileiro.

- Nove?! - espantou-se o Prefeito. - Isso é demais! Por quê?

- 3 para mim, 3 para você e 3 para o japonês fazer a obra!

Promessas e promessas

Certo dia um político, em plena campanha eleitoral deslocou-se ao Alentejo.

O homem falava e ninguém batia palmas, então passou a fazer promessas e mesmo assim… nada, ninguém se manifestava.

Já desesperado tentou a última promessa que no Alentejo não devia falhar… o homem disse em plenos pulmões:

- E eu… prometo… que… se for eleito… aqui no Alentejo… os Alentejanos… só trabalham 1 dia por ano…

Mesmo assim ninguém se mexeu, apenas se ouviu uma voz lá no fundo:

- ATÃO E AS FÉRIAS PAH… NÃO HÀ?