Um amigo diz a outro:
- Sabes aquela obra que há ali à frente?
- Sei.
- Há umas semanas atrás ia a passar lá, à beira dos andaimes, e caiu-me um saco de cimento em cima!
- Xi! E não ficaste todo partido?
- Não! Fiquei direitinho, como estou hoje!
- Ora… impossível! Como?
- O saco estava vazio!
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Alta golpada
Um alentejano apanha um comboio até ao Porto e senta-se ao lado de um senhor muito bem vestido.
Mete conversa:
- Por acaso o senhor nunca apareceu na televisão?
- Sim, eu costumo ir a muitos concursos de cultura geral. Como a viagem vai ser longa, não quer fazer um jogo comigo?
- Vamos a isso!
- Então fazemos assim: como eu tenho mais cultura do que o meu amigo, você faz-me uma pergunta sobre um assunto qualquer e se eu não souber responder, dou-lhe 20 euros. A seguir faço-lhe eu uma pergunta e se não souber a resposta, dá-me só 10 euros. Concorda?
- Parece-me bem…
- Então, eu faço-lhe a primeira pergunta: diga-me o nome do autor da peça "Who's afraid of Virgínia Wolf"…
- Por acaso não estou a ver quem seja…
- A resposta era Edward Albee… Dê-me os 10 euros e faça-me uma pergunta qualquer.
- Tome lá o dinheiro. Bem, agora é a minha vez: qual o animal que vive na planície alentejana, tem dois focinhos e cinco patas?
- Olhe, essa nem eu sei.
- Então, passe para cá 20 euros.
- Faz favor. Mas agora diga-me, que raio de animal é esse?
- Também não sei. Tome lá 10 euros.
Mete conversa:
- Por acaso o senhor nunca apareceu na televisão?
- Sim, eu costumo ir a muitos concursos de cultura geral. Como a viagem vai ser longa, não quer fazer um jogo comigo?
- Vamos a isso!
- Então fazemos assim: como eu tenho mais cultura do que o meu amigo, você faz-me uma pergunta sobre um assunto qualquer e se eu não souber responder, dou-lhe 20 euros. A seguir faço-lhe eu uma pergunta e se não souber a resposta, dá-me só 10 euros. Concorda?
- Parece-me bem…
- Então, eu faço-lhe a primeira pergunta: diga-me o nome do autor da peça "Who's afraid of Virgínia Wolf"…
- Por acaso não estou a ver quem seja…
- A resposta era Edward Albee… Dê-me os 10 euros e faça-me uma pergunta qualquer.
- Tome lá o dinheiro. Bem, agora é a minha vez: qual o animal que vive na planície alentejana, tem dois focinhos e cinco patas?
- Olhe, essa nem eu sei.
- Então, passe para cá 20 euros.
- Faz favor. Mas agora diga-me, que raio de animal é esse?
- Também não sei. Tome lá 10 euros.
Maldita carne!
A esposa, grávida, acorda durante a noite e chama o marido:
- Amor… amor!
- O quê?!
- Acorda!
- O que é?!
- Acorda!
Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:
- O que é que aconteceu?!
- Estou com um desejo.
- Desejo?
- Sim… de comer carne de corvo!
- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?
- Vai ao zoo.
- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.
- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.
Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.
Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:
- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.
A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:
- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.
- Amor… amor!
- O quê?!
- Acorda!
- O que é?!
- Acorda!
Desorientado e assustado, o marido levanta-se e pergunta:
- O que é que aconteceu?!
- Estou com um desejo.
- Desejo?
- Sim… de comer carne de corvo!
- Corvo? Mas onde é que eu vou arranjar um corvo agora?
- Vai ao zoo.
- Estás maluca?! Não vou agora ao zoo. Vou, mas é pintar um frango de preto e depois comes.
- Não vou comer carne de corvo, mas vais-te arrepender se o nosso filho nascer com carinha de corvo.
Passam-se nove meses, chega o dia do parto e, quando o homem vai ver o seu querido filho, vê que o seu herdeiro é negro.
Meio apanhado, cheio de remorsos, corre para casa da mãe a lamentar-se:
- Mãe, eu não quis dar carne de corvo à minha mulher quando ela estava grávida e sentiu esse desejo, e agora o meu filho nasceu negro como o corvo.
A mãe, bem-humorada, acaba por tentar consolar o filho:
- Não chores meu filho! Quando eu estava grávida de ti, tive desejo de comer carne de boi, não consegui… e tu nasceste assim… corno, mas só agora é que se começou a notar.
Estiveste sempre comigo!
Um homem estava em coma algum tempo, a sua esposa ficava ao pé dele dia e noite.
Até que um dia o homem acorda, faz um sinal para a mulher, para se aproximar e sussurrar-lhe:
- Durante todos estes anos você esteve ao meu lado. Quando me licenciei, você ficou comigo. Quando a minha empresa faliu, só você ficou lá e me apoiou. Quando perdemos a casa você ficou perto de mim. Quando perdemos o carro também estavas comigo. E desde que fiquei com todos estes problemas de saúde, você nunca me abandonou. Sabes uma coisa?
Os olhos da mulher encheram-se de lágrimas:
- Diz amor!
- Acho que tu me dás azar!
Até que um dia o homem acorda, faz um sinal para a mulher, para se aproximar e sussurrar-lhe:
- Durante todos estes anos você esteve ao meu lado. Quando me licenciei, você ficou comigo. Quando a minha empresa faliu, só você ficou lá e me apoiou. Quando perdemos a casa você ficou perto de mim. Quando perdemos o carro também estavas comigo. E desde que fiquei com todos estes problemas de saúde, você nunca me abandonou. Sabes uma coisa?
Os olhos da mulher encheram-se de lágrimas:
- Diz amor!
- Acho que tu me dás azar!