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Anedotas de Ignorância

Obra cria acidente

Um amigo diz a outro:

- Sabes aquela obra que há ali à frente?

- Sei.

- Há umas semanas atrás ia a passar lá, à beira dos andaimes, e caiu-me um saco de cimento em cima!

- Xi! E não ficaste todo partido?

- Não! Fiquei direitinho, como estou hoje!

- Ora… impossível! Como?

- O saco estava vazio!

Mais anedotas de Ignorância

Parece mesmo

O sujeito vivia tirando a pachorra de um novo colega de trabalho que era totalmente careca.

O sujeito, muito tímido, ficava na dele, mas se contorcia de raiva por dentro.

Um dia, durante a comemoração de aniversário de um dos funcionários, estava todo mundo reunido, aí o sujeito dá um pancada na careca do pobre coitado e fala bem alto:

- Porra, como está lisa essa careca! Até parece o traseiro da minha mulher!

E o careca, passando a mão na cabeça:

- É… você tem razão… tá parecendo mesmo!

Um cheiro a álcool

Um homem bêbedo senta-se numa paragem de autocarro entre duas boazonas e diz uma delas:

- Credo! Que cheiro a álcool!

E ele responde:

- Mau… Mau… Também me cheirou a p*** e não disse nada!

Risco no sete

Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.

Qual será a origem desse costume?

Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.

Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.

Quando chegou no sete, Moisés disse:

- Não desejarás a mulher do próximo!

Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:

- Risca o sete, risca o sete!