Um amigo diz a outro:
- Sabes aquela obra que há ali à frente?
- Sei.
- Há umas semanas atrás ia a passar lá, à beira dos andaimes, e caiu-me um saco de cimento em cima!
- Xi! E não ficaste todo partido?
- Não! Fiquei direitinho, como estou hoje!
- Ora… impossível! Como?
- O saco estava vazio!
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Um jantar na selva
O leão e a gazela entram num restaurante na selva e chamam o empregado:
- Eu queria uma salada mista de grama, relva e capim - pede a gazela.
- Pois não. E o senhor, o que vai pedir? - diz o empregado ao leão.
- Nada, obrigado.
- Ele não está com fome? - pergunta o empregado para a gazela acompanhante.
- Você acha que se ele estivesse com fome eu estaria aqui sentada?
- Eu queria uma salada mista de grama, relva e capim - pede a gazela.
- Pois não. E o senhor, o que vai pedir? - diz o empregado ao leão.
- Nada, obrigado.
- Ele não está com fome? - pergunta o empregado para a gazela acompanhante.
- Você acha que se ele estivesse com fome eu estaria aqui sentada?
Que dores de cabeça!
Um mágico trabalhava num navio, fazendo espetáculos para os passageiros.
O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.
Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:
- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?
O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.
Afinal de contas era o papagaio do capitão.
Então, um dia o navio afundou.
O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.
Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por vários dias.
Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?
O público era diferente a cada semana, pois o mágico repetia sempre os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.
Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do espetáculo:
- Olha, não olhem para o mesmo chapéu!
- Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!
- Hei, porque é que todas as cartas são Às de Espada?
O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada.
Afinal de contas era o papagaio do capitão.
Então, um dia o navio afundou.
O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto do papagaio.
Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por vários dias.
Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
- Ok, eu desisto! Onde é que enfiaste o navio?
"Meu filho"
Quatro homens e uma mulher, católicos, estavam tomando café na Praça de São Pedro.
O primeiro homem falou:
- O meu filho é um padre. Quando entra num recinto o tratam de Padre.
O segundo homem bradou:
- O meu filho é um bispo, e quando ele entra num recinto o tratam de "Sua Graça".
O terceiro homem disse:
- O meu filho é um Cardeal. Quando ele entra num recinto todos inclinam a cabeça e o tratam de "Sua Eminência".
O quarto homem disse orgulhosamente:
- O meu filho é o Papa. Quando entra num recinto o tratam de "Sua Santidade".
Como a única mulher estava saboreando o café em silêncio, os quatro homens dirigiram-se a ela um sutil:
- Então?
Ela orgulhosamente respondeu:
- Eu tenho uma filha, alta, elegante e com 24 polegadas de cintura, e quando ela entra num recinto todos exclamam: "Oh! Meu Deus!".
O primeiro homem falou:
- O meu filho é um padre. Quando entra num recinto o tratam de Padre.
O segundo homem bradou:
- O meu filho é um bispo, e quando ele entra num recinto o tratam de "Sua Graça".
O terceiro homem disse:
- O meu filho é um Cardeal. Quando ele entra num recinto todos inclinam a cabeça e o tratam de "Sua Eminência".
O quarto homem disse orgulhosamente:
- O meu filho é o Papa. Quando entra num recinto o tratam de "Sua Santidade".
Como a única mulher estava saboreando o café em silêncio, os quatro homens dirigiram-se a ela um sutil:
- Então?
Ela orgulhosamente respondeu:
- Eu tenho uma filha, alta, elegante e com 24 polegadas de cintura, e quando ela entra num recinto todos exclamam: "Oh! Meu Deus!".