O Manuel foi fazer uma excursão pela Europa e, ao visitar Paris, não pôde deixar de ir até à Igreja des Invalides.
E o guia explicou:
- Aqui neste caixão, estão as cinzas de Napoleão Bonaparte!
E o português:
- Caramba! Como fumava este gajo!
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
O que diriam?
Uma loira vai ao zoo com o novo namorado, e pergunta a ele:
- Que diriam estes tigres, se pudessem falar?
Responde o namorado:
- Olha, certamente, diriam assim: “Oh tonta, não vês que somos zebras!”
- Que diriam estes tigres, se pudessem falar?
Responde o namorado:
- Olha, certamente, diriam assim: “Oh tonta, não vês que somos zebras!”
Morcegos sedentos
Dois morcegos estavam a falar um com o outro:
- Vou sair à procura de sangue OK?
- OK. Mas eu fico por aqui!
E lá foi o morcego todo sorridente, alguns minutos depois volta o morcego com a cara toda cheia de sangue e também partes do corpo; o outro rapidamente se interessa:
- Hei que espetáculo, onde é que conseguiste tanto sangue assim?
- Simples, estás a ver aquela árvore ali à esquerda?
- Sim.
- E estás a ver a outra ali mais à direita?
- Sim, estou a ver.
- Tás vendo aquela ali bem no meio das outras duas?
- Sim também a estou a ver.
- Pois, eu é que NÃO VI!
- Vou sair à procura de sangue OK?
- OK. Mas eu fico por aqui!
E lá foi o morcego todo sorridente, alguns minutos depois volta o morcego com a cara toda cheia de sangue e também partes do corpo; o outro rapidamente se interessa:
- Hei que espetáculo, onde é que conseguiste tanto sangue assim?
- Simples, estás a ver aquela árvore ali à esquerda?
- Sim.
- E estás a ver a outra ali mais à direita?
- Sim, estou a ver.
- Tás vendo aquela ali bem no meio das outras duas?
- Sim também a estou a ver.
- Pois, eu é que NÃO VI!
Ausências
Diz o chefe da repartição pública para a sua nova secretária particular:
- Espero que, nas minhas ausências esporádicas, a senhora não fique para aí de braços cruzados.
A funcionária:
- Ah, não senhor! Isto agora com os telemóveis nunca nos aborrecemos…
- Espero que, nas minhas ausências esporádicas, a senhora não fique para aí de braços cruzados.
A funcionária:
- Ah, não senhor! Isto agora com os telemóveis nunca nos aborrecemos…