Um muçulmano devoto entra num táxi.
Uma vez sentado, pede ao taxista para desligar o rádio, porque não quer ouvir música, como decretado na sua religião, e porque no tempo do profeta não havia música, especialmente música ocidental, que é música dos infiéis.
O motorista do táxi educadamente desliga o rádio, sai do carro, dirige-se à porta do lado do cliente e abre-a.
O árabe pergunta:
- O que é que você está a fazer?
- No tempo do profeta não havia táxis, por isso saia e espere pelo próximo camelo!
Anedotas de Religião
Mais anedotas de Religião
Gabinete do diretor
Estão três meninos no gabinete do diretor por se terem portado mal.
O diretor perguntou ao primeiro:
- Carlos, o que fizeste?
- Eu pintei grafites nas paredes da sala.
- Vai já imediatamente limpar essas bagunças e ficarás, como castigo, sem recreio durante uma semana. E tu, Henrique?
- Eu pus três alfinetes no assento do professor.
- Vai imediatamente pedir desculpa ao professor e ficarás, como castigo, sem recreio durante duas semanas. E tu, Filipe?
- Eu atirei o Caixote pela janela fora.
- Bem, para comparar com o que fizeram os teus amigos, isso não é grave. Não serás castigado. Agora depressa, desapareçam da minha vista e portem-se bem.
Os meninos saíram do gabinete, quando entra um quarto miúdo, coberto de pensos e ligaduras.
O diretor perguntou:
- O que te aconteceu? Como te chamas?
- Chamo-me Pedro, mas os meus amigos chamam-me Caixote por eu gostar muito de colecionar caixas!
O diretor perguntou ao primeiro:
- Carlos, o que fizeste?
- Eu pintei grafites nas paredes da sala.
- Vai já imediatamente limpar essas bagunças e ficarás, como castigo, sem recreio durante uma semana. E tu, Henrique?
- Eu pus três alfinetes no assento do professor.
- Vai imediatamente pedir desculpa ao professor e ficarás, como castigo, sem recreio durante duas semanas. E tu, Filipe?
- Eu atirei o Caixote pela janela fora.
- Bem, para comparar com o que fizeram os teus amigos, isso não é grave. Não serás castigado. Agora depressa, desapareçam da minha vista e portem-se bem.
Os meninos saíram do gabinete, quando entra um quarto miúdo, coberto de pensos e ligaduras.
O diretor perguntou:
- O que te aconteceu? Como te chamas?
- Chamo-me Pedro, mas os meus amigos chamam-me Caixote por eu gostar muito de colecionar caixas!
Parece mesmo
O sujeito vivia tirando a pachorra de um novo colega de trabalho que era totalmente careca.
O sujeito, muito tímido, ficava na dele, mas se contorcia de raiva por dentro.
Um dia, durante a comemoração de aniversário de um dos funcionários, estava todo mundo reunido, aí o sujeito dá um pancada na careca do pobre coitado e fala bem alto:
- Porra, como está lisa essa careca! Até parece o traseiro da minha mulher!
E o careca, passando a mão na cabeça:
- É… você tem razão… tá parecendo mesmo!
O sujeito, muito tímido, ficava na dele, mas se contorcia de raiva por dentro.
Um dia, durante a comemoração de aniversário de um dos funcionários, estava todo mundo reunido, aí o sujeito dá um pancada na careca do pobre coitado e fala bem alto:
- Porra, como está lisa essa careca! Até parece o traseiro da minha mulher!
E o careca, passando a mão na cabeça:
- É… você tem razão… tá parecendo mesmo!
Professora pede boas ações
Uma professora:
- Hoje é o dia mundial das boas ações, portanto, o Joãozinho, o Carlinhos e o Zezinho - que eram os três "melhores" alunos da turma - vão lá fora praticar uma boa ação, e voltam para contar aos colegas o que fizeram, está bem?
Os miúdos lá foram e passado quase uma hora voltaram.
- Então Joãozinho, qual foi a boa ação que praticaste?
- Eu ajudei uma velhinha a atravessar a rua!
- Muito bem, e tu Carlinhos?
- Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
- Ah sim? E tu Zezinho?
- Pois… Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
- O quê? Os três!? Então e demoraram tanto tempo porquê?
- Não havia maneira do raio da velha querer atravessar a rua!
- Hoje é o dia mundial das boas ações, portanto, o Joãozinho, o Carlinhos e o Zezinho - que eram os três "melhores" alunos da turma - vão lá fora praticar uma boa ação, e voltam para contar aos colegas o que fizeram, está bem?
Os miúdos lá foram e passado quase uma hora voltaram.
- Então Joãozinho, qual foi a boa ação que praticaste?
- Eu ajudei uma velhinha a atravessar a rua!
- Muito bem, e tu Carlinhos?
- Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
- Ah sim? E tu Zezinho?
- Pois… Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
- O quê? Os três!? Então e demoraram tanto tempo porquê?
- Não havia maneira do raio da velha querer atravessar a rua!