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Anedotas de Religião

Não havia!

Um muçulmano devoto entra num táxi.

Uma vez sentado, pede ao taxista para desligar o rádio, porque não quer ouvir música, como decretado na sua religião, e porque no tempo do profeta não havia música, especialmente música ocidental, que é música dos infiéis.

O motorista do táxi educadamente desliga o rádio, sai do carro, dirige-se à porta do lado do cliente e abre-a.

O árabe pergunta:

- O que é que você está a fazer?

- No tempo do profeta não havia táxis, por isso saia e espere pelo próximo camelo!

Mais anedotas de Religião

Roncos…

Um vendedor, que precisa repousar, chega a uma cidade do interior, já cansado do seu dia de trabalho e vai para o único hotel da cidade, mas que, infelizmente, não tem mais vaga.

O sujeito entra e diz:

- Dê um jeito, por favor, que preciso dormir, nem que seja uma cama apenas.

O rececionista responde:

- Olha, tenho um quarto com duas camas, onde está hospedado um sujeito que me disse que gostaria de dividir as despesas com alguém. Mas tenho que avisá-lo, o sujeito ronca até não mais poder… Tanto que os vizinhos telefonam queixando-se de que não conseguem dormir.

- Sem problema, fico com o quarto, preciso dormir!

O rececionista apresenta os hóspedes um ao outro e diz que o jantar está servido, para quem quiser.

No dia seguinte, o vendedor desce ao restaurante para tomar café e, contrariando as expectativas, estava bem disposto.

O rececionista pergunta:

- O senhor conseguiu dormir?

- Sem problema!

- Mas os roncos não o atrapalharam?

- Nada! Ele não roncou nem por um minuto.

- Como assim?

- Bom, foi simples. O sujeito já estava dormindo quando entrei no quarto. Então me aproximei da cama dele e beijei o rabo dele, dizendo: "Boa noite, coisa linda…", e o sujeito passou a noite toda, sentado na cama, olhando-me assustado, com medo de dormir.

Estou a vê-lo!

Num discurso político, um dos eleitores telefona aflito para a polícia e diz:

- Polícia? O homem que me tem vindo a roubar está neste momento a discursar na televisão!

"Meu filho"

Quatro homens e uma mulher, católicos, estavam tomando café na Praça de São Pedro.

O primeiro homem falou:

- O meu filho é um padre. Quando entra num recinto o tratam de Padre.

O segundo homem bradou:

- O meu filho é um bispo, e quando ele entra num recinto o tratam de "Sua Graça".

O terceiro homem disse:

- O meu filho é um Cardeal. Quando ele entra num recinto todos inclinam a cabeça e o tratam de "Sua Eminência".

O quarto homem disse orgulhosamente:

- O meu filho é o Papa. Quando entra num recinto o tratam de "Sua Santidade".

Como a única mulher estava saboreando o café em silêncio, os quatro homens dirigiram-se a ela um sutil:

- Então?

Ela orgulhosamente respondeu:

- Eu tenho uma filha, alta, elegante e com 24 polegadas de cintura, e quando ela entra num recinto todos exclamam: "Oh! Meu Deus!".