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Anedotas de Religião

Não havia!

Um muçulmano devoto entra num táxi.

Uma vez sentado, pede ao taxista para desligar o rádio, porque não quer ouvir música, como decretado na sua religião, e porque no tempo do profeta não havia música, especialmente música ocidental, que é música dos infiéis.

O motorista do táxi educadamente desliga o rádio, sai do carro, dirige-se à porta do lado do cliente e abre-a.

O árabe pergunta:

- O que é que você está a fazer?

- No tempo do profeta não havia táxis, por isso saia e espere pelo próximo camelo!

Mais anedotas de Religião

Casamento

Faltavam dois dias para o casamento, e o noivo vai procurar o padre:

- Padre, eu vim aqui propor um negócio. Eu trouxe mil euros, mas em troca gostava que o senhor tirasse algumas palavras do discurso de casamento, como "amar, honrar, ser fiel, …" Basta não dizer essas partes!

O padre aceita o dinheiro, e o noivo fica satisfeito.

Quando chega o dia do casamento, o padre olha para o noivo e diz:

- Promete viver apenas para ela, obedecer a cada uma das suas ordens, levar o café à cama todos os dias e jurar perante Deus que nunca terá olhos para outra mulher?

O noivo, sem palavras, acaba por concordar.

Mais tarde, durante a festa, chama o padre para um canto:

- Então? Eu pensei que tínhamos feito um acordo?!

O padre devolve-lhe os mil euros:

- Sinto muito, meu filho. Mas ela triplicou a tua oferta!

Precisamos de mais um médico

Toca o telefone e o médico reconhece a voz de um colega do outro lado da linha:

- Precisamos de mais um jogador para jogar às cartas.

- Estou a caminho.

Enquanto ele veste uma blusa, a sua mulher pergunta:

- O caso é grave?

- É sim - responde ele, muito sério - é tão grave, que já há outros três médicos no local.

Alentejano no aeroporto

Um alentejano ia pela primeira vez fazer uma viagem de avião, quando um computador com voz, que fazia a identificação dos passageiros, lhe cativa atenção.

Mal o alentejano passou, o computador acusou: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".

Impressionado, o Manuel vai ao WC, rapa o bigode e muda de camisa.

Ao passar pelo computador a voz acusou novamente: "Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do voo 1455".

Mas o Manuel não se deu por vencido.

Voltou ao WC, fez uma maquilhagem perfeita, colocou uma peruca e um vestido de mulher.

E pensou:

- "Agora sempre quero ver se a porcaria da máquina me reconhece…"

Ao passar, o computador diz: "Manuel, 52 anos, português, casado, por causa das suas tretas, acaba de perder o voo 1455".