Um muçulmano durante o período do Ramadão senta-se junto a um alentejano num voo.
Quando o avião desloca começam a servir as bebidas aos passageiros.
O alentejano pede um tinto de Borba reserva.
A hospedeira depois de servir o vinho pergunta ao muçulmano se quer beber alguma coisa.
Este responde com ar ofendido:
- Prefiro ser raptado por dezenas de mulheres da Babilónia antes que uma gota de álcool toque nos meus lábios.
- O alentejano engasgando-se, devolve rapidamente o copo de tinto à hospedeira e diz:
- Eu também prefiro. Não sabia é que se podia escolher!
Anedotas de Religião
Mais anedotas de Religião
De férias no Alentejo
Um casal em férias passeava pelo Alentejo.
Diz o marido:
- Querida, estamos perto de Barrancos, aquela terra onde matam os touros. Queres aproveitar e ir até lá?
- Não vale a pena, querido. Tu nem sequer tens seguro de vida…
Diz o marido:
- Querida, estamos perto de Barrancos, aquela terra onde matam os touros. Queres aproveitar e ir até lá?
- Não vale a pena, querido. Tu nem sequer tens seguro de vida…
Risco no sete
Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.
Qual será a origem desse costume?
Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.
Quando chegou no sete, Moisés disse:
- Não desejarás a mulher do próximo!
Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:
- Risca o sete, risca o sete!
Qual será a origem desse costume?
Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.
Quando chegou no sete, Moisés disse:
- Não desejarás a mulher do próximo!
Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:
- Risca o sete, risca o sete!
Filhos sem nada para comer
Havia uma família em que o marido chegava a casa e os filhos estavam todos a chorar com fome.
E a mulher dizia sempre assim:
- Então Joaquim, o que trouxestes hoje para a gente comer?
- Não trouxe nada!
- Então os miúdos estão a chorar com fome?!
- Espera aí, que eu vou já resolver! Chama lá o mais pequeno!
Ele puxa uma cadeira, põe o miúdo ao colo e diz:
- Então filho?! O que é que dizias agora a um bife com batatas fritas?
- Aí, meu pai! Era tão bom!
- Ah, então depois uma sopa assim bem quentinha?!
- Aí, era uma maravilha!
- Ah, e depois da sopa assim um gelado?!
O miúdo não disse nada.
O homem, ao ver que este já estava a dormir diz:
- Maria, traz-me o outro que este já jantou!
E a mulher dizia sempre assim:
- Então Joaquim, o que trouxestes hoje para a gente comer?
- Não trouxe nada!
- Então os miúdos estão a chorar com fome?!
- Espera aí, que eu vou já resolver! Chama lá o mais pequeno!
Ele puxa uma cadeira, põe o miúdo ao colo e diz:
- Então filho?! O que é que dizias agora a um bife com batatas fritas?
- Aí, meu pai! Era tão bom!
- Ah, então depois uma sopa assim bem quentinha?!
- Aí, era uma maravilha!
- Ah, e depois da sopa assim um gelado?!
O miúdo não disse nada.
O homem, ao ver que este já estava a dormir diz:
- Maria, traz-me o outro que este já jantou!