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Anedotas de Loiras

Não há peixes!

Uma loira ouviu dizer que o máximo da diversão é pescar no gelo.

Ela compra todos os livros a respeito, vai para Nova Iorque, compra o equipamento necessário e escolhe um bom lugar para começar a pescaria.

Depois de se instalar, ela começa a fazer um buraco no gelo. De repente uma voz vinda do céu avisa:

- "NÃO HÁ PEIXES DEBAIXO DO GELO".

Estupefacta, a loira se desloca para o lado e começa a fazer outro buraco.

Outra vez uma voz vinda do céu avisa:

- "NÃO HÁ PEIXES DEBAIXO DO GELO".

Preocupada, a loira levanta-se, vai para o lado oposto do gelo, e começa a fazer outro buraco.

E, mais uma vez, uma voz vinda do céu avisa:

- "NÃO HÁ PEIXES DEBAIXO DO GELO".

Ela para, olha para o céu e diz:

- É o Senhor, meu Deus?

A voz responde:

- Não, daqui é o gerente do ringue de patinação.

Mais anedotas de Loiras

Como conseguiu?

Num tribunal, pergunta o juiz:

- Então, explique-me como conseguiu arrombar o cofre.

Diz o ladrão:

- Não vale a pena tentar, senhor doutor juiz.

- Não vale? Para seu bem, é melhor que o diga! - avisa o juiz.

E diz o ladrão:

- Não é isso, o senhor é que nunca será capaz de o fazer…

Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador.

Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.

Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções.

Ele pegou na arma e entrou na sala.

Durante 5 minutos tudo muito calmo.

Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português!

Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.

Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.

A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.

Após alguns minutos fica tudo muito calmo.

A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.

Inspeção a uma quinta

Um agente da ASAE vai a uma propriedade e diz ao dono, um velho agricultor:

- Preciso inspecionar a sua propriedade. Há uma denúncia de plantação ilegal.

O agricultor diz:

- Ok! Inspecione o que quiser, mas não vá àquele campo ali.

E aponta para uma determinada área.

O agente da ASAE diz indignado:

- O senhor sabe que tenho o poder da autoridade comigo?

E tira do bolso um crachá mostrando ao agricultor:

- Este crachá dá-me a autoridade de ir onde quero e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Fiz-me entender?

O agricultor, muito educado, pede desculpa e volta para o que estava a fazer.

Poucos minutos depois, ouve uma gritaria e vê o agente de autoridade a correr para salvar e sua própria vida perseguido pelo Asdrúbal, o maior touro da quinta.

A cada passo o touro vai chegando mais perto do agente, que parece que será apanhado antes de conseguir alcançar um lugar seguro.

O agente está apavorado.

O agricultor larga as ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças de seus pulmões:

- O Crachá, mostre-lhe o CRACHÁ!