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Anedotas de Ignorância

Cartão roubado

Dois amigos conversam:

- Roubaram o cartão de crédito à minha mulher.

- E já avisaste o banco?

- Não. O ladrão está a gastar muito menos que ela.

Mais anedotas de Ignorância

Isso é demais!

Um empresário encontra o amigo Ministro:

- Então, pá? Há quanto tempo?!

- Olha, olha… Está tudo bem?!

- Nem por isso. O meu filho está desempregado. Eras homem para desenrascar o miúdo?

- E que habilitações ele tem?

- Tem o 12.º completo.

- E o que ele sabe fazer?

- Nada. Sabe ir para a discoteca e deitar-se às tantas da manhã!

- Posso arranjar-lhe um lugar como assessor. Fica a ganhar 4.000 euros. Agrada-te?

- Isso é muito dinheiro. Com a cabeça que ele tem, era uma desgraça…

- E um lugar de secretário? Ganha 3.000.

- Ainda é muito. Não tens nada para 600 euros?

- Eh, pá… Para esse ordenado tem de ser licenciado, falar Inglês, dominar informática e tem que ir a concurso.

Um veterinário vai ao médico

Um veterinário sentia-se doente e foi ao médico.

O médico faz-lhe uma série de perguntas: quais os sintomas, qual a frequência dos mesmos, há quanto tempo os tem, etc.

A dada altura o veterinário chateia-se de estar a responder às perguntas e diz:

- Olhe lá! Eu sou veterinário e consigo descobrir o que os meus pacientes têm sem lhes fazer perguntas! Porque é que você não consegue fazer o mesmo?

O médico faz uma pausa, sem saber o que dizer.

Depois olha para os seus papéis e começa a escrever.

Quando termina, passa uma receita para as mãos do veterinário e diz-lhe:

- Aqui tem. Isto deve resolver o seu problema.

- Ótimo!

- Claro que se não resolver… vamos ter que o abater…

Quem conseguirá?

A CIA resolveu recrutar um atirador.

Após uma série de seleções, entrevistas e testes escolheram três candidatos: 1 francês, 1 inglês e 1 português.

Para a escolha final, os agentes da CIA colocaram os candidatos diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.

- Queremos ter as certezas que seguem as instruções, quaisquer que sejam as circunstâncias. Por trás desta porta vocês vão encontrar a vossa mulher sentada numa cadeira. Têm que a matar.

Responde o francês:

- Estão a falar a sério? Eu jamais mataria a minha mulher!

- Então você não serve, responde a CIA.

Ao inglês deram as mesmas instruções.

Ele pegou na arma e entrou na sala.

Durante 5 minutos tudo muito calmo.

Depois ele regressou com lágrimas nos olhos.

- Tentei, mas não posso matar a minha mulher.

- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência. Pegue na sua mulher e vá embora.

Chegou enfim a vez do português!

Deram-lhe as mesmas instruções indicando-lhe que teria de matar a sua mulher.

Ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro.

A seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis a partir.

Após alguns minutos fica tudo muito calmo.

A porta abre-se lentamente e o Português sai, limpa o suor e diz:

- Bem me podiam ter dito que os tiros eram de pólvora seca, não me deram opção, tive de a matar com a cadeira.