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Anedotas de Ignorância

Cartão roubado

Dois amigos conversam:

- Roubaram o cartão de crédito à minha mulher.

- E já avisaste o banco?

- Não. O ladrão está a gastar muito menos que ela.

Mais anedotas de Ignorância

Estiveste sempre comigo!

Um homem estava em coma algum tempo, a sua esposa ficava ao pé dele dia e noite.

Até que um dia o homem acorda, faz um sinal para a mulher, para se aproximar e sussurrar-lhe:

- Durante todos estes anos você esteve ao meu lado. Quando me licenciei, você ficou comigo. Quando a minha empresa faliu, só você ficou lá e me apoiou. Quando perdemos a casa você ficou perto de mim. Quando perdemos o carro também estavas comigo. E desde que fiquei com todos estes problemas de saúde, você nunca me abandonou. Sabes uma coisa?

Os olhos da mulher encheram-se de lágrimas:

- Diz amor!

- Acho que tu me dás azar!

São todos do mesmo

O Joãozinho estuda numa escola pública.

Um dia destes chega contente à escola.

A diretora, vendo a alegria do menino, pergunta:

- Joãozinho, de onde vem tanta alegria?

Joãozinho responde:

- É que a minha cachorrinha ganhou 8 cachorrinhos e são todos do partido do Primeiro-Ministro.

A diretora ficou esfuziante, e disse:

- Que bom, Joãozinho. Na próxima semana seremos visitados pelo Primeiro-Ministro e ele ficará contente em saber isso. Quando ele estiver aqui, tu vens e contas a nós. Certo Joãozinho?

Na semana seguinte, o Primeiro-Ministro visita a escola e, conforme o combinado, o Joãozinho diz:

- Primeiro-Ministro, diretora, sabiam que a minha cachorrinha ganhou 8 cachorrinhos e 4 são do seu partido?

A diretora, espantada, pergunta:

- Mas, Joãozinho, tu não me tinhas dito que eram 8?

Responde o menino:

- Eram sim, diretora, mas é que 4 já abriram os olhinhos.

Nem aumenta, nem diminui!

Depois de dez anos, a moça do Censo voltou a uma pacata cidade e, depois de falar com todos os habitantes chegou à surpreendente conclusão que a população continuava exatamente a mesma!

Nem aumentou, nem diminuiu!

Espantada com o fato a moça foi perguntar à moradora mais antiga da cidade:

- Por acaso a senhora sabe explicar como isso pode acontecer?

- É muito simples! - afirmou a velhinha - Cada vez que nasce um bebê na cidade, foge um rapaz!