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Anedotas de Loucos

A piscina

O hospício estava lotado, e os médicos precisavam urgentemente de saber quem é que já podia ir embora.

Então eles colocaram todos os loucos para saltar de um trampolim para uma piscina.

Só que ela estava vazia.

O primeiro saltou e caiu no chão.

O segundo, o terceiro, e todos os outros também caíram para o fundo da piscina.

Depois chega a vez de mais um louco.

Ele sobe ao trampolim, olha para baixo e volta para trás.

O médico pensou:

- "Olha, este pode sair. Não saltou."

- Porque é que não saltaste? - pergunta o médico ao louco.

- Não conte a ninguém, mas é que eu não sei nadar.

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Uma grande surpresa

Três cegonhas estão a voar e uma pergunta a outra:

- Para onde é que vais?

- Vou a casa dum casal que há dez anos está a tentar ter um filho.

- Que bom!

- E tu?

- Eu vou a casa duma senhora que nunca teve filhos. Levo-lhe aqui um lindo rapaz.

- Que bom! Vais deixá-la muito feliz.

- E tu? - perguntaram as duas à terceira cegonha.

- Eu? Eu vou a um convento de freiras. Nunca levo nada, mas sempre lhes prego um susto do caraças!

Professora pede boas ações

Uma professora:

- Hoje é o dia mundial das boas ações, portanto, o Joãozinho, o Carlinhos e o Zezinho - que eram os três "melhores" alunos da turma - vão lá fora praticar uma boa ação, e voltam para contar aos colegas o que fizeram, está bem?

Os miúdos lá foram e passado quase uma hora voltaram.

- Então Joãozinho, qual foi a boa ação que praticaste?

- Eu ajudei uma velhinha a atravessar a rua!

- Muito bem, e tu Carlinhos?

- Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!

- Ah sim? E tu Zezinho?

- Pois… Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!

- O quê? Os três!? Então e demoraram tanto tempo porquê?

- Não havia maneira do raio da velha querer atravessar a rua!

Uma simples boleia

Uma freira estava andando pela rua quando de repente uma loira lhe ofereceu boleia.

Muito agradecida, ela aceitou e entrou no carro.

Um reluzente carro desportivo vermelho com estofo de couro.

- Que belo carro a senhora tem - comentou a irmã - deve ter trabalhado ardentemente para tê-lo comprado, não é mesmo?

- Não foi bem assim não, irmã - respondeu a loira - na verdade eu ganhei de um empresário que dormiu comigo por um tempo!

A freira não diz nada.

Então ela olha para o banco traseiro e vê um belo casaco de vison…

- O seu casaco de peles é muito bonito! Deve ter custado uma fortuna, não?

- Na verdade não me custou muito… Ganhei por causa de algumas noites que eu passei com um jogador de futebol…

Então a freira não falou mais nada durante toda a viagem.

Chegando ao convento ela foi para o quarto e de repente alguém bate na porta.

- Quem é?

- Sou eu! O Padre Osvaldo!

- Vai-te lixar, tu e as tuas pastilhas de menta!