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Anedotas de Idosos

Médico atende avô

Um médico urologista atende o próprio avô no consultório:

- Como está indo a vida, meu neto?

- Está tudo, avô. E o senhor? Como vai a avó?

- Vai indo, vai indo. Filho, quer dizer, neto, eu vim aqui falar contigo porque quero saber tudo sobre Viagra!

- Ah, avô… O Viagra é um remédio bom, mas é bem caro.

- Quanto custa?

- São sessenta euros cada comprimido, avô!

- Tens razão. É caro.

- Não disse?

- Mas mesmo assim eu quero experimentar! Eu te pago amanhã, sem falta!

Assim o neto entrega o comprimido para o avô, que sai de lá todo contente.

No dia seguinte ele está de volta ao consultório com quinhentos e sessenta euros!

- Avô, o senhor entendeu errado! Eu disse que o comprimido era sessenta e não quinhentos e sessenta.

- Eu sei. Os sessenta euros são meus. Os outros quinhentos foi a sua avó que mandou!

Mais anedotas de Idosos

Desaparecimento da sogra

O homem entra na esquadra, dirige-se ao balcão e diz:

- Queria reportar o desaparecimento da minha sogra.

- Com certeza. Quando é que ela desapareceu?

- Há duas semanas?

- Duas semanas? Como assim? E você só agora é que vem participar o desaparecimento?

- Sabe como é… Eu nem conseguia acreditar que tivesse tido tanta sorte…

Uma festa milionária

Um milionário organizou uma grande festa na sua mansão.

A dada altura, o milionário dirige-se para os seus convidados e diz:

- Vamos fazer um jogo! Eu mandei encher a piscina de crocodilos, piranhas, cobras de água, etc., e, quem conseguir atravessá-la a nado e chegar intacto, terá direito a escolher um destes três prémios: um terreno ao pé da minha mansão, um milhão de euros em dinheiro ou a mão da minha filha em casamento.

Mal o milionário acaba de falar, um indivíduo começa a nadar com uma velocidade incrível e, consegue atravessar a piscina chegando intacto.

O milionário dirige-se a ele e pergunta:

- Então, qual dos prémios é que você quer?

- Eu quero é saber quem foi o filho da m** que me empurrou!…

Suicídio

Estava um polícia a fazer uma investigação e diz, convicto:

- Não há dúvida. Este homem suicidou-se.

- Mas como é que é possível? Então não foi o outro que o matou, com a metralhadora? - pergunta o colega, admirado.

- Foi. Mas quem o mandou fazer frente-a-frente a uma metralhadora com uma simples pistola?