Numa sessão, a defesa da vítima chama a sua avó.
Logo que ela chega para testemunhar, o advogado aproxima-se e pergunta:
- Sra. Joana, a senhora conhece-me?
E ela responde:
- Sim, eu te conheço, Guilherme. Eu te conheço desde jovem, e francamente, tu foste uma grande desilusão para mim. Tu mentiste, traíste a tua mulher e manipulas as pessoas para falarem mal das outras por detrás das suas costas. Tu pensas que és grande coisa, mas não passas de um idiota. E sim, eu conheço-te.
O advogado ficou paralisado.
Sem saber o que fazer, ele atravessa a sala e pergunta:
- Sra. Joana, a senhora conhece a vítima?
- Sim, eu o conheço, é meu neto. Eu conheço-o desde criança. Ele é preguiçoso, antipático e tem um problema com a bebida. Ele não consegue ter uma relação normal com ninguém e é a pior pessoa do estado porque nunca cumpre com a lei. E para não falar que ele já traiu a sua mulher com outras três. Uma delas é a tua mulher, Guilherme. E sim, eu conheço-o.
A defesa voltou a sentar.
O juiz aproxima-se dos seus colegas de trabalho e dos advogados e exclama baixinho:
- Se algum de vocês pergunta a ela se me conhece, eu vos garanto, e muito bem, que vocês todos passam pela cadeira elétrica, ouviram bem?!
Anedotas de Idosos
Mais anedotas de Idosos
Vai uma dança?
Começou a música e um bêbado levantou-se cambaleando, dirigiu-se a uma senhora de preto e pediu:
- Hic… A madame me dá o prazer desta dança?
E ouviu a seguinte resposta:
- Não, por quatro motivos:
1.º O senhor está bêbado!
2.º Isto é um velório!
3.º Não se dança o Pai Nosso!
4.º Porque “Madame” é a p*** que te p*riu… Eu sou o padre!
- Hic… A madame me dá o prazer desta dança?
E ouviu a seguinte resposta:
- Não, por quatro motivos:
1.º O senhor está bêbado!
2.º Isto é um velório!
3.º Não se dança o Pai Nosso!
4.º Porque “Madame” é a p*** que te p*riu… Eu sou o padre!
Estupidez genética
Dois homens estão à conversa num bar:
- O meu filho é mais estúpido do que o teu!
- Não é nada! - respondeu o outro.
- Queres apostar?
- Tudo bem. Apostamos 20 euros!
- Ok. Gaspar, anda cá.
- Sim, pai.
- Toma estes 5 euros e vai ali à loja comprar uma televisão a cores.
- Está bem - respondeu o rapaz, saindo depois do bar com os 5 euros na mão.
O outro homem, por sua vez, chama o seu filho e diz-lhe:
- Tomás, vai lá a casa, num instante, e vê se eu lá estou.
- Está bem, pai - responde o filho, saindo igualmente do bar.
Os dois miúdos encontram-se na rua, por acaso, e comentam um com o outro:
- O meu pai é mais estúpido do que o teu!
- Não é nada! O meu é que é!
- Ah, sim? É que o meu pai deu-me 5 euros para comprar uma televisão a cores, e nem sequer disse qual era a cor que queria!
- Então e o meu? - continua o outro - disse-me para ir a casa ver se ele lá estava, e nem sequer me deu a chave!
- O meu filho é mais estúpido do que o teu!
- Não é nada! - respondeu o outro.
- Queres apostar?
- Tudo bem. Apostamos 20 euros!
- Ok. Gaspar, anda cá.
- Sim, pai.
- Toma estes 5 euros e vai ali à loja comprar uma televisão a cores.
- Está bem - respondeu o rapaz, saindo depois do bar com os 5 euros na mão.
O outro homem, por sua vez, chama o seu filho e diz-lhe:
- Tomás, vai lá a casa, num instante, e vê se eu lá estou.
- Está bem, pai - responde o filho, saindo igualmente do bar.
Os dois miúdos encontram-se na rua, por acaso, e comentam um com o outro:
- O meu pai é mais estúpido do que o teu!
- Não é nada! O meu é que é!
- Ah, sim? É que o meu pai deu-me 5 euros para comprar uma televisão a cores, e nem sequer disse qual era a cor que queria!
- Então e o meu? - continua o outro - disse-me para ir a casa ver se ele lá estava, e nem sequer me deu a chave!
Um a dez
Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.
Entra o primeiro candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Por que é que contou de trás para a frente?
- É que eu trabalhava na NASA.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
- Porque eu trabalhava como carteiro.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
- Era funcionário público.
- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.
Entra o primeiro candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Por que é que contou de trás para a frente?
- É que eu trabalhava na NASA.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
- Porque eu trabalhava como carteiro.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
- Era funcionário público.
- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.