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Anedotas de Médicos

Pouco tempo de vida

O médico diz ao paciente:

- Eu lamento, mas o senhor já só tem cinco minutos de vida.

- Cinco minutos? Mas o senhor não me pode fazer nada?

- Em cinco minutos, só se for um ovo estrelado.

Mais anedotas de Médicos

Um carro em conta

Um rapaz de 16 anos chega a casa com um carro desportivo e os pais gritam:

- Onde conseguiste isto?

Ele calmamente responde:

- Acabei de comprar.

- Com que dinheiro? - perguntam - sabemos quanto custa um Porsche!

- Bem - ele disse - este custou 15 euros.

E os pais esbravejaram ainda mais:

- Quem venderia um carro destes por 15 euros?

- A senhora logo acima na rua. Não sei o seu nome, mudou-se para cá recentemente. Ela me viu a passar de bicicleta e perguntou se eu queria comprar o carro desportivo por 15 euros.

- Santo Deus! - disse a mãe - deve abusar de crianças. Quem sabe o que fará depois? João, vai lá imediatamente, para ver o que está a acontecer.

O pai foi até à casa da senhora e ela calmamente plantava petúnias no jardim.

Ele se apresentou como o pai do rapaz a quem ela vendeu o Porsche e perguntou porque razão ela tinha feito aquilo.

- Bem - disse ela - esta manhã o meu marido ligou. Pensei que estivesse viajando em serviço, mas ele fugiu para o Havaí com a secretária e não pretende voltar. Pediu que vendesse o carro e lhe enviasse o dinheiro, então eu vendi.

Desaparecimento da sogra

O homem entra na esquadra, dirige-se ao balcão e diz:

- Queria reportar o desaparecimento da minha sogra.

- Com certeza. Quando é que ela desapareceu?

- Há duas semanas?

- Duas semanas? Como assim? E você só agora é que vem participar o desaparecimento?

- Sabe como é… Eu nem conseguia acreditar que tivesse tido tanta sorte…

Um a dez

Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.

Entra o primeiro candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.

- Por que é que contou de trás para a frente?

- É que eu trabalhava na NASA.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o segundo candidato:

- O senhor pode contar até dez, por favor?

- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!

- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?

- Porque eu trabalhava como carteiro.

- Sinto muito, mas está reprovado.

Entra o terceiro e último candidato:

- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?

- Era funcionário público.

- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?

- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.