Irritado com os seus alunos, o professor lançou um desafio:
- Aqueles que se julgarem burros, façam o favor de se por de pé.
Continuaram todos sentados.
Alguns minutos depois, o Joãozinho levanta-se.
- Quer dizer que te achas burro Joãozinho? - perguntou o professor.
- Bem para dizer a verdade, não! Mas fiquei com pena de ver o senhor aí, em pé, sozinho!
Anedotas de Crianças
Mais anedotas de Crianças
Uma carta ao Pai Natal
Carta de uma criança ao Pai Natal:
“Querido Pai Natal, por favor envia-me um irmão.”
Resposta do Pai Natal:
“Querido João, envia-me a tua mãe!”
“Querido Pai Natal, por favor envia-me um irmão.”
Resposta do Pai Natal:
“Querido João, envia-me a tua mãe!”
Excesso de velocidade
O polícia de uma pequena cidade apanha um motorista por excesso de velocidade.
- Mas Guarda, eu posso explicar - responde o motorista.
- Fique quieto! Vou colocá-lo na cadeia até o chefe chegar! - diz o polícia.
- Mas, por favor, eu só queria dizer que…
- Silêncio! Você está preso!
Então, ele põe o homem numa cela, sozinho, e vai embora sem lhe dar atenção.
Horas mais tarde, o Guarda volta:
- O chefe está chegando! Sorte a sua que ele foi ao casamento da filha dele. Deve estar de bom humor.
- Duvido muito… Se tivesse me deixado falar, saberia que o noivo sou eu!
- Mas Guarda, eu posso explicar - responde o motorista.
- Fique quieto! Vou colocá-lo na cadeia até o chefe chegar! - diz o polícia.
- Mas, por favor, eu só queria dizer que…
- Silêncio! Você está preso!
Então, ele põe o homem numa cela, sozinho, e vai embora sem lhe dar atenção.
Horas mais tarde, o Guarda volta:
- O chefe está chegando! Sorte a sua que ele foi ao casamento da filha dele. Deve estar de bom humor.
- Duvido muito… Se tivesse me deixado falar, saberia que o noivo sou eu!
Ausências
Diz o chefe da repartição pública para a sua nova secretária particular:
- Espero que, nas minhas ausências esporádicas, a senhora não fique para aí de braços cruzados.
A funcionária:
- Ah, não senhor! Isto agora com os telemóveis nunca nos aborrecemos…
- Espero que, nas minhas ausências esporádicas, a senhora não fique para aí de braços cruzados.
A funcionária:
- Ah, não senhor! Isto agora com os telemóveis nunca nos aborrecemos…