Irritado com os seus alunos, o professor lançou um desafio:
- Aqueles que se julgarem burros, façam o favor de se por de pé.
Continuaram todos sentados.
Alguns minutos depois, o Joãozinho levanta-se.
- Quer dizer que te achas burro Joãozinho? - perguntou o professor.
- Bem para dizer a verdade, não! Mas fiquei com pena de ver o senhor aí, em pé, sozinho!
Anedotas de Crianças
Mais anedotas de Crianças
Passagem do pano
A polícia estava a conversar no rádio:
- Meu sargento, chegamos ao local do crime.
- Faça o relatório.
- Uma mulher matou o marido. Foram 35 facadas, 2 tiros, depois de o já ter asfixiado.
- Meu Deus! E qual foi o motivo do crime?
- Ele pisou onde ela estava passando o pano!
- E conseguiram capturar a mulher?
- Não, Sargento, estamos à espera que o piso seque!
- Meu sargento, chegamos ao local do crime.
- Faça o relatório.
- Uma mulher matou o marido. Foram 35 facadas, 2 tiros, depois de o já ter asfixiado.
- Meu Deus! E qual foi o motivo do crime?
- Ele pisou onde ela estava passando o pano!
- E conseguiram capturar a mulher?
- Não, Sargento, estamos à espera que o piso seque!
As drogas na Terra
Jesus, muito preocupado, chama os seus discípulos para uma reunião de emergência dado o alto consumo de drogas na Terra.
Depois de muito pensar, chegam à conclusão de que o melhor para poderem enfrentar o problema é provar a droga eles mesmos e depois tomar as medidas adequadas.
Decide-se que uma comissão de discípulos desça ao mundo e recolha diferentes drogas.
Efetua-se a operação secreta e dois dias depois começam a regressar os comissários.
Jesus espera à porta do céu quando chega o primeiro discípulo:
- Quem é? - diz Jesus.
- Sou Paulo.
Jesus abre a porta.
- E o que trazes, Paulo?
- Trago haxixe de Marrocos.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou Marcos.
- E o que trazes, Marcos?
- Trago marijuana da Colômbia.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou Mateus.
- E o que trazes, Mateus?
- Trago cocaína da Bolívia.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou João.
Jesus abre a porta e pergunta de novo:
- E tu, o que trazes, João?
- Trago crack de Nova Iorque.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou Lucas.
- E o que trazes, Lucas?
- Trago speeds de Amesterdão.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou Judas.
Jesus abre a porta.
- E tu, o que trazes, Judas?
- TRAGO A JUDICIÁRIA! TODOS CONTRA A PAREDE!
Depois de muito pensar, chegam à conclusão de que o melhor para poderem enfrentar o problema é provar a droga eles mesmos e depois tomar as medidas adequadas.
Decide-se que uma comissão de discípulos desça ao mundo e recolha diferentes drogas.
Efetua-se a operação secreta e dois dias depois começam a regressar os comissários.
Jesus espera à porta do céu quando chega o primeiro discípulo:
- Quem é? - diz Jesus.
- Sou Paulo.
Jesus abre a porta.
- E o que trazes, Paulo?
- Trago haxixe de Marrocos.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou Marcos.
- E o que trazes, Marcos?
- Trago marijuana da Colômbia.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou Mateus.
- E o que trazes, Mateus?
- Trago cocaína da Bolívia.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou João.
Jesus abre a porta e pergunta de novo:
- E tu, o que trazes, João?
- Trago crack de Nova Iorque.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou Lucas.
- E o que trazes, Lucas?
- Trago speeds de Amesterdão.
- Muito bem, filho. Entra.
- Quem é?
- Sou Judas.
Jesus abre a porta.
- E tu, o que trazes, Judas?
- TRAGO A JUDICIÁRIA! TODOS CONTRA A PAREDE!
Um a dez
Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.
Entra o primeiro candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Por que é que contou de trás para a frente?
- É que eu trabalhava na NASA.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
- Porque eu trabalhava como carteiro.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
- Era funcionário público.
- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.
Entra o primeiro candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
- Por que é que contou de trás para a frente?
- É que eu trabalhava na NASA.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
- O senhor pode contar até dez, por favor?
- Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
- Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
- Porque eu trabalhava como carteiro.
- Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
- Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
- Era funcionário público.
- Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
- É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.