Ícone Anedotas

Anedotas de Ignorância

No WC

Num WC público, daqueles antigos, com a sentina rente ao chão, um homem está muito aflito a tentar fazer as necessidades.

Repara num desenho na porta em frente, com um dístico, e aproxima-se um pouco para o conseguir ler:

- Já comi a Claudia Shiffer!

Mais acima, outro desenho e outra legenda:

- Já comi a Michelle Pfeiffer!

Há ainda outro mais acima.

O homem bastante curioso aproxima-se ainda mais:

- Olha, tem cuidado que estás a cag*r fora do buraco!

Mais anedotas de Ignorância

Só pode!

O marido chega a casa indignado e diz para a mulher:

- Encontrei aquele besta do segundo andar a se gabando de ser o maior garanhão. Sabes o que ele me disse? Que já comeu todas as mulheres daqui do prédio, menos uma.

E a mulher prontamente responde:

- Deve ser aquela nojenta do sexto andar!

Escorregamento na calçada

Numa certa paróquia havia, para as confissões, um código conhecido por todos os moradores, que era utilizado pelas mulheres quando se confessavam, fazendo com que em vez de dizerem que tinham praticado o adultério diziam antes que tinham escorregado na calçada.

Após alguns anos no serviço, o padre dessa paróquia, já com alguma idade, decidiu reformar-se mas esqueceu-se de falar sobre o código ao substituto.

Durante o confessionário, e sem saber da existência do código, o padre não sabia que penitência dar porque não via qualquer mal numa escorregadela na calçada.

Ao longo das semanas a ouvir sempre a mesma expressão decidiu que tinha de intervir.

Assim acabou por ir falar com o Presidente da Câmara da região:

- Boa tarde Sr. Presidente, eu vim falar consigo para resolver o problema das calçadas do município. Eu acho que elas estão a precisar de obras, muita gente anda a queixar-se de escorregar na calçada.

O Presidente, sabendo do significado, nada disse, apenas começou a rir-se.

O padre inconformado nem esperou por uma resposta:

- Olhe que não se devia rir de assuntos sérios, é só perguntar à sua esposa, que só esta semana já escorregou três vezes.

Traição

Numa pequena cidade do interior, uma mulher entra em uma farmácia e fala ao farmacêutico:

- Por favor, quero comprar arsénico.

- Arsénico? Mas, não posso vender isso assim, sem mais nem menos! Qual é a finalidade?

- Matar meu marido.

- Para este fim, piorou, minha senhora. Eu não posso vender…

A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, na cama com a mulher do farmacêutico.

- Ah boooom!… Com receita é outra coisa!