Num WC público, daqueles antigos, com a sentina rente ao chão, um homem está muito aflito a tentar fazer as necessidades.
Repara num desenho na porta em frente, com um dístico, e aproxima-se um pouco para o conseguir ler:
- Já comi a Claudia Shiffer!
Mais acima, outro desenho e outra legenda:
- Já comi a Michelle Pfeiffer!
Há ainda outro mais acima.
O homem bastante curioso aproxima-se ainda mais:
- Olha, tem cuidado que estás a cag*r fora do buraco!
Anedotas de Ignorância
Mais anedotas de Ignorância
Carro avariado
Uma loira, uma morena e uma ruiva viajavam num carro pelo deserto quando o mesmo avariou.
Elas decidiram continuar a viagem a pé e cada uma delas levaria uma parte do carro para ajudar na viagem.
A morena pega no radiador e diz:
- Assim, se ficarmos com sede, podemos beber!
A ruiva pega num banco e diz:
- Assim, se ficarmos cansadas, temos onde nos sentar!
A loira pega numa porta e diz:
- Assim, se ficarmos com calor, podemos abrir uma janela!
Elas decidiram continuar a viagem a pé e cada uma delas levaria uma parte do carro para ajudar na viagem.
A morena pega no radiador e diz:
- Assim, se ficarmos com sede, podemos beber!
A ruiva pega num banco e diz:
- Assim, se ficarmos cansadas, temos onde nos sentar!
A loira pega numa porta e diz:
- Assim, se ficarmos com calor, podemos abrir uma janela!
Desaparecimento da sogra
O homem entra na esquadra, dirige-se ao balcão e diz:
- Queria reportar o desaparecimento da minha sogra.
- Com certeza. Quando é que ela desapareceu?
- Há duas semanas?
- Duas semanas? Como assim? E você só agora é que vem participar o desaparecimento?
- Sabe como é… Eu nem conseguia acreditar que tivesse tido tanta sorte…
- Queria reportar o desaparecimento da minha sogra.
- Com certeza. Quando é que ela desapareceu?
- Há duas semanas?
- Duas semanas? Como assim? E você só agora é que vem participar o desaparecimento?
- Sabe como é… Eu nem conseguia acreditar que tivesse tido tanta sorte…
Últimas palavras
Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.
Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.
O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.
O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.
No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.
Ele aproveita a presença de todos e diz:
- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.
Ele abre o bloco e lê em voz alta:
- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!
Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.
O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.
O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.
No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.
Ele aproveita a presença de todos e diz:
- O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.
Ele abre o bloco e lê em voz alta:
- Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!