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Anedotas de Ignorância

No WC

Num WC público, daqueles antigos, com a sentina rente ao chão, um homem está muito aflito a tentar fazer as necessidades.

Repara num desenho na porta em frente, com um dístico, e aproxima-se um pouco para o conseguir ler:

- Já comi a Claudia Shiffer!

Mais acima, outro desenho e outra legenda:

- Já comi a Michelle Pfeiffer!

Há ainda outro mais acima.

O homem bastante curioso aproxima-se ainda mais:

- Olha, tem cuidado que estás a cag*r fora do buraco!

Mais anedotas de Ignorância

O quê!

O sujeito está viajando a negócios há duas semanas, quando resolve ligar para casa:

- Alô!

- É a Maria?

- É…

- Eu quero falar com a patroa!

- A patroa está dormindo…

- Dormindo a esta hora? Quatro da tarde! Chama ela mesmo assim!

- É que ela está no quarto com o namorado.

- Com o namorado?

- Sim!

- Escuta uma coisa, Maria, você quer ganhar 10 mil?

- Quero sim!

- Então, vá até o escritório, pegue o revólver na primeira gaveta e mate os dois.

- Espera aí…

Pouco depois:

- Pronto, e agora o que eu faço?

- Agora você joga os corpos na piscina…

- Piscina? Aqui não tem piscina, não!

- Não?! Aí não é o 560-1921?

Um anão mole

Estava eu num bar quando entrou um anão e sentou no meu lado.

Depois de alguns minutos, ele escorregou do banco, e aí eu peguei rapidamente nele pelo braço e o coloquei sentado de novo!

Depois o anão escorregou de novo e consegui ajudá-lo outra vez!

Acaba por escorregar uma terceira vez e eu, já fulo, puxei ele para o banco de novo e disse:

- Tás feito fresco é? Vê se te seguras! Ou vais ficar escorregando toda a hora?

Aí o anão respondeu:

- Vai-te lixar! Já três vezes que eu tento descer e tu não deixas!

Um bom negócio!

Disseram a um alentejano que a água do mar fazia bem às varizes.

O homem foi à praia e encheu um garrafão.

Ao passar pelo nadador-salvador, perguntou-lhe:

- Quanto é?

O nadador-salvador, na brincadeira, responde-lhe:

- Cinquenta cêntimos!

O alentejano paga e vai-se embora.

Passados uns dias o alentejano passa novamente pela praia quando a maré estava baixa e exclama:

- Eh, lá… Isto é que é negócio!