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Anedotas de Ignorância

Peixinho frito

Um homem muito pobre, que passava os dias a pedir de porta em porta, um dia bate à porta de uma senhora bastante rica…

- Minha senhora, dê-me qualquer coisa para comer…

A senhora:

- Gosta de peixe frito de um dia para o outro?

- Gosto sim - prontamente responde o pobre…

Ao qual a senhora diz:

- Então venha cá amanhã que eu vou fritá-lo hoje!

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Ainda não!

A dona da casa pergunta à empregada loira:

- Já mudou a água aos peixinhos?

- Não, senhora! Ainda está lá toda, pois eles têm bebido muito pouca!

Vou-te apanhar!

Um homem estava passando à frente de um hospício, quando de repente olha para o muro e vê a metade da cabeça de um louco olhando para ele.

O louco então diz:

- Eu vou te apanhar!

O homem nem liga e continua a andar.

O louco diz de novo:

- Eu vou te apanhar! Cuidado!

O homem fica meio apreensivo e apressa o passo, até que ele diz de novo:

- Eu vou te apanhar! - e de repente solta o muro do hospício.

O homem corre e o louco segue-o atrás.

Começa uma verdadeira perseguição, o homem fugindo do louco e o louco indo atrás dele, estando cada vez mais perto a cada passo dado.

Até que chega uma hora em que o homem se vê encurralado num beco sem saída, e o louco chega cada vez mais perto.

Então o homem fica desesperado e começa a gritar:

- Por favor, não me mate! Por favor!

O louco chega ao pé do homem, toca nele e diz:

- Apanhei-te, agora és tu! - e sai a correr.

Pense bem!

As pessoas que ainda trabalham, perguntam-me muitas vezes, o que é que eu faço todos os dias, agora que estou reformado.

Bem, por exemplo, outro dia eu fui tratar de um assunto no meu banco, não demorei muito, foi uma questão de cinco minutos.

Quando saí, um polícia estava preenchendo uma multa por mau estacionamento.

Rapidamente aproximei-me dele e disse:

- Vá lá, senhor Guarda, eu não demorei mais que cinco minutos! Deus irá recompensá-lo se tiver um gesto simpático para com um reformado!

Ele ignorou-me completamente e continuou a preencher a multa.

Aí eu passei-me, e disse-lhe que só tinha demorado 1 minuto, blá blá blá…!

Ele olhou-me friamente e começou a preencher outra infração alegando que também não tinha a vinheta comprovativa do seguro.

Então levantei a voz para lhe dizer que já tinha percebido que estava a lidar com um polícia idiota e mal formado, e que nem compreendia como é que ele tinha sido admitido na polícia de trânsito!

Ele terminou de autuar pela segunda infração, colocando-a no para-brisas, e começou com um terceiro preenchimento.

Eu já o estava a chatear há mais de 20 minutos, chamando-o de tudo.

Ele, a cada "mimo", respondia com uma nova infração e consequente preenchimento da respetiva multa acompanhada de um sorriso que refletia uma satisfação de vingança!

Depois da décima violação eu disse-lhe:

- Tenho pena senhor Guarda, mas tenho que me ir embora! Vem ali o meu autocarro!