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Anedotas de Família

O quê!

O sujeito está viajando a negócios há duas semanas, quando resolve ligar para casa:

- Alô!

- É a Maria?

- É…

- Eu quero falar com a patroa!

- A patroa está dormindo…

- Dormindo a esta hora? Quatro da tarde! Chama ela mesmo assim!

- É que ela está no quarto com o namorado.

- Com o namorado?

- Sim!

- Escuta uma coisa, Maria, você quer ganhar 10 mil?

- Quero sim!

- Então, vá até o escritório, pegue o revólver na primeira gaveta e mate os dois.

- Espera aí…

Pouco depois:

- Pronto, e agora o que eu faço?

- Agora você joga os corpos na piscina…

- Piscina? Aqui não tem piscina, não!

- Não?! Aí não é o 560-1921?

Mais anedotas de Família

Um simples voo

Num voo internacional, como é habitual, o comandante do avião liga o microfone e fala aos passageiros:

- Bom dia, senhores passageiros. Neste exato momento estamos a 9 mil metros de altitude, velocidade cruzeiro de 860 km/hora e estamos a sobrevoar a cidade de… AAAAAAAHHHH… VALHA-ME DEUS…!

Os passageiros ouvem um barulho infernal, seguido de um grito pavoroso:

- NÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOO!

Depois de um breve momento de silêncio sepulcral, volta a ligar o microfone e, timidamente, diz:

- Peço imensa desculpa, mas a hospedeira deixou cair a bandeja e uma chávena de café caiu-me no colo. Imaginem lá como é que ficaram as minhas calças à frente!

Prontamente, um dos passageiros gritou:

- Filho da m***! Imagina lá como é que ficaram as minhas calças atrás!

O prazer de uma dança

Começa a música e um bêbado vai cambaleando e trocando as pernas.

Ele dirige-se a uma senhora de preto e pede:

- Madame, a senhora dá-me o prazer desta dança?

A senhora responde:

- Não, e por três motivos!

O bêbado diz:

- Três? E que motivos são esses?

A senhora muito séria explica:

- Primeiro, o senhor está bêbado num funeral. Segundo, não se dança o hino nacional. E terceiro, não sou Madame, sou sim o padre!

Se não é uma, é outra!

O Joãozinho pergunta à mãe:

- Mãe, posso fazer-te uma pergunta?

- Claro que sim, filho.

- Preferias que eu partisse a perna ou o vaso de prata?

- Que pergunta tão tola, Joãozinho. Claro que preferia que partisses o vaso de prata.

- Então podes ficar contente!

- Porquê?

- Porque eu não parti a perna.