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Anedotas de Família

Traição

Numa pequena cidade do interior, uma mulher entra em uma farmácia e fala ao farmacêutico:

- Por favor, quero comprar arsénico.

- Arsénico? Mas, não posso vender isso assim, sem mais nem menos! Qual é a finalidade?

- Matar meu marido.

- Para este fim, piorou, minha senhora. Eu não posso vender…

A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, na cama com a mulher do farmacêutico.

- Ah boooom!… Com receita é outra coisa!

Mais anedotas de Família

Divórcio por compatibilidade de feitios

Uma mulher apresentou ao juiz um pedido de divórcio.

O juiz chamou-a a depor e perguntou-lhe:

- A dona Amélia tem a certeza do que está a pedir? A senhora quer o divórcio por compatibilidade de feitios? Não é o contrário?

- Não, meritíssimo, é mesmo por compatibilidade. Eu gosto de cinema e o meu marido também. Eu gosto de ir à praia e ele também. Eu gosto de teatro e ele também. Eu gosto de homens… e ele também.

Viagem para as Caraíbas

Uma loira entra num avião com bilhete de classe económica e senta-se nos lugares de classe executiva.

A hospedeira diz-lhe que tem de se sentar na parte de três do avião, ao que a loira responde:

- Deve haver algum engano porque eu sou super loira, super inteligente e vou para as Caraíbas.

A hospedeira percebeu que não consegue resolver o caso e chama o comandante.

Este diz à loira para se sentar na parte de três do avião que são os lugares de classe económica.

Ela responde:

- Deve haver algum engano porque eu sou super loira, super inteligente e vou para as Caraíbas.

O comandante então, diz-lhe umas palavras ao ouvido, a loira levanta-se e dirige-se para os últimos lugares do avião.

A hospedeira, curiosa, pergunta ao comandante:

- O que é que lhe disse?

O comandante responde:

- Disse-lhe que esta parte do avião não vai para as Caraíbas.

Estava escrito!

Um polícia estava na estrada, e ao chegar ao posto onde trabalha, avista um carro andando em baixíssima velocidade.

Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista.

Aliás, a motorista.

É uma senhora idosa acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.

- Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! - adverte o guarda.

- Mas, guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! É assim muito estranho, só porque ninguém respeita a sinalização?

- Um minuto, senhora! - interrompe o polícia - posso saber que sinalização a senhora está a respeitar?

A velhinha não diz nada.

Só aponta para uma placa onde está escrito "EN 50".

- Mas, minha senhora… Aquela placa não indica o limite de velocidade, mas sim o número da estrada, "Estrada Nacional 50"… Olhe, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem?

- Está bem. Está bem.

- Só mais uma coisa - diz o guarda - as restantes senhoras estão bem? Elas parecem assustadas!

- Elas já vão melhorar! - responde a senhora - é que nós acabamos de sair da "EN 250".