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Anedotas de Loiras

Tristezas da vida

Uma loira chega ao trabalho num pranto.

- O que se passa? - pergunta-lhe o patrão.

- A minha mãe morreu - diz a loira a soluçar.

- Os meus sentimentos - diz o patrão - olhe, vá para casa, descanse.

- Não - replica a loira - se for para casa é pior. Se ficar aqui, ao menos não penso nisso.

Passado umas horas, o patrão repara que a loura está a chorar compulsivamente.

Preocupado, diz-lhe o patrão:

- Sente-se bem?

- Não - responde a loira - acabo de falar ao telefone com a minha irmã que disse que a mãe dela também morreu.

Mais anedotas de Loiras

Quem é que nunca errou?

Maria Madalena estava para ser apedrejada quando Jesus intercedeu em seu favor diante da multidão que ali estava.

E então, Jesus disse:

- Quem nunca errou, que atire a primeira pedra.

O alentejano, presente em todos os lugares e épocas, empolgou-se, pegou num enorme calhau e acertou em cheio na testa de Maria Madalena que, caiu redonda no chão.

Jesus, muito entristecido, aproximou-se do alentejano, olhou-o bem nos olhos e perguntou:

- Meu filho, diz-me a verdade, tu nunca erraste na tua vida?

E o Alentejano respondeu:

- A esta distância, Senhor? Nunca!

Quase rico

Entre amigos, um deles desabafa:

- Tenho mesmo quase tudo para ser rico!

- E o que te falta? - pergunta o amigo.

Responde o primeiro:

- Dinheiro!

Risco no sete

Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.

Qual será a origem desse costume?

Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.

Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.

Quando chegou no sete, Moisés disse:

- Não desejarás a mulher do próximo!

Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:

- Risca o sete, risca o sete!