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Anedotas de Loiras

Tristezas da vida

Uma loira chega ao trabalho num pranto.

- O que se passa? - pergunta-lhe o patrão.

- A minha mãe morreu - diz a loira a soluçar.

- Os meus sentimentos - diz o patrão - olhe, vá para casa, descanse.

- Não - replica a loira - se for para casa é pior. Se ficar aqui, ao menos não penso nisso.

Passado umas horas, o patrão repara que a loura está a chorar compulsivamente.

Preocupado, diz-lhe o patrão:

- Sente-se bem?

- Não - responde a loira - acabo de falar ao telefone com a minha irmã que disse que a mãe dela também morreu.

Mais anedotas de Loiras

Doidos pintam parede de manicômio

Empoleirado numa escada comprida, um doido pinta uma parede do manicómio e outro serve de ajudante, segurando a escada ao pintor.

A certa altura diz o ajudante para o pintor:

- Agarra-te bem à trincha que eu vou mudar a escada.

Uma anedota sem graça

O diretor da empresa contou uma anedota e todos riram à gargalhada, menos um dos presentes.

- Não gostaste da anedota? - perguntou-lhe o diretor.

- Não… não! Eu não trabalho aqui.

Um bom negócio!

Disseram a um alentejano que a água do mar fazia bem às varizes.

O homem foi à praia e encheu um garrafão.

Ao passar pelo nadador-salvador, perguntou-lhe:

- Quanto é?

O nadador-salvador, na brincadeira, responde-lhe:

- Cinquenta cêntimos!

O alentejano paga e vai-se embora.

Passados uns dias o alentejano passa novamente pela praia quando a maré estava baixa e exclama:

- Eh, lá… Isto é que é negócio!