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Anedotas de Ignorância

Não chames nomes!

O garoto apanhou da vizinha, e a mãe furiosa foi tomar satisfação:

- Por que a senhora bateu no meu filho?

- Ele foi mal-educado, e me chamou de gorda.

- E a senhora acha que vai emagrecer batendo nele?

Mais anedotas de Ignorância

Filhos sem nada para comer

Havia uma família em que o marido chegava a casa e os filhos estavam todos a chorar com fome.

E a mulher dizia sempre assim:

- Então Joaquim, o que trouxestes hoje para a gente comer?

- Não trouxe nada!

- Então os miúdos estão a chorar com fome?!

- Espera aí, que eu vou já resolver! Chama lá o mais pequeno!

Ele puxa uma cadeira, põe o miúdo ao colo e diz:

- Então filho?! O que é que dizias agora a um bife com batatas fritas?

- Aí, meu pai! Era tão bom!

- Ah, então depois uma sopa assim bem quentinha?!

- Aí, era uma maravilha!

- Ah, e depois da sopa assim um gelado?!

O miúdo não disse nada.

O homem, ao ver que este já estava a dormir diz:

- Maria, traz-me o outro que este já jantou!

Exijo um resgate!

A loira não conseguia passar nas entrevistas para nenhum emprego e então resolveu tomar uma atitude extrema para ganhar dinheiro:

- "Vou sequestrar uma criança!" - pensou - "Com o dinheiro do resgate eu resolvo a minha vida!"

Ela foi para um parque de baloiços, num bairro de luxo, e quando viu um menino muito bem vestido, puxou-o para trás da moita e foi logo escrevendo o bilhete:

- "Querida mãe isto é um sequestro. Estou com seu filho. Por favor deixe o resgate de 10.000 euros, amanhã, ao meio-dia, atrás da árvore do parque. Ass: Loira sequestradora."

Então ela pegou o bilhete, dobrou-o e colocou no bolso do casaco do menino, dizendo:

- Agora vai lá e entrega esse bilhete para a tua mãe.

No dia seguinte, a loira vai até o local combinado.

Encontra uma bolsa.

Ela abre, encontra 10.000 euros em dinheiro e um bilhete junto, dizendo:

- "Está aí o resgate que você pediu. Só não me conformo como uma loira pôde fazer isso com outra!"

Se não é uma, é outra!

O Joãozinho pergunta à mãe:

- Mãe, posso fazer-te uma pergunta?

- Claro que sim, filho.

- Preferias que eu partisse a perna ou o vaso de prata?

- Que pergunta tão tola, Joãozinho. Claro que preferia que partisses o vaso de prata.

- Então podes ficar contente!

- Porquê?

- Porque eu não parti a perna.